O fogo arderá continuamente sobre o altar. (Levítico 6.13)

sábado, 15 de julho de 2017




Mantenha o altar da oração particular sempre aceso. Isto é a própria vida da piedade genuína. O santuário e altares da família tomam daqui, o seu fogo; portanto, que este esteja bem aceso. A devoção particular é a essência, a evidência e o barômetro da religião vital e prática. Neste altar, queime a gordura dos seus sacrifícios. Se possível, permita que seus momentos de oração particular sejam regulares, frequentes e imperturbáveis. A oração eficaz é muito valiosa. Você não tem assuntos em favor dos quais deve orar? Quero sugerir-lhe a igreja, o ministério, a sua própria alma, seus filhos, seus parentes, seus vizinhos, sua pátria, a causa de Deus e a verdade em todo o mundo. Devemos examinar a nós mesmos quanto a este importante assunto. Engajamo-nos em oração particular com indiferença? O fogo da devoção privada está ardendo com pouca intensidade em nosso coração? As rodas da carruagem arrastam­ se pesadamente? Se isto é verdade, acautele-se: é um sinal de decadência. Sigamos em pranto e peçamos a Deus um espírito de graça e de súplica. Separemos momentos especiais para oração extraordinária. Pois, se as cinzas da conformidade com o mundo abafarem este fogo, o fogo do altar da família será ofuscado e a nossa influência tanto no mundo como na igreja será diminuída. Este versículo também se aplica ao altar do coração. Este é realmente um altar de ouro. Deus aprecia ver o coração de seus filhos ardendo para com Ele mesmo. Ofereçamos a Deus nosso coração, ardendo de amor e sedento por sua graça, a fim de que o fogo nunca se apague. O fogo não arderá continuamente, se o Senhor não o preservar aceso. Muitos adversários tentarão extingui-lo, mas se a mão invisível entornar nele o óleo sagrado, ele queimará mais alto e mais alto. Usemos as Escrituras para ser o combustível do fogo de nosso coração; elas são brasas vivas. Ouçamos sermões, mas, acima de tudo, permaneçamos muito tempo a sós com Jesus.

Perguntou Deus a Jonas: É razoável essa tua ira…? (Jonas 4.9)

quinta-feira, 13 de julho de 2017
Perguntou Deus a Jonas: É razoável essa tua ira…? (Jonas 4.9)


A ira nem sempre constitui pecado, mas possui uma tendência de levar-nos à falta de controle. Sempre que a ira se manifesta, devemos avaliar imediatamente o caráter da ira, fazendo esta pergunta: “É razoável essa tua ira?” Talvez possamos responder: “Sim”. Com muita frequência, a ira é a chama que incendeia o homem insensato; mas, às vezes, a ira é o fogo de Elias vindo do céu. Fazemos bem quando ficamos irados contra o pecado, por causa do erro cometido contra o nosso bondoso e gracioso Deus. Estamos corretamente irados quando direcionamos nossa fúria contra a permanência na tolice, depois de recebermos tantas instruções divinas; ou contra outros, quando a única causa da ira é o mal que eles fazem. Aquele que não se ira contra a transgressão se torna participante dela. O pecado é uma coisa detestável e horrenda, e nenhum coração nascido de novo pode tolerá-lo pacientemente. Deus mesmo se ira contra o ímpio todos os dias. A Palavra de Deus afirma: “Vós que amais o SENHOR, detestai o mal” (Salmos 97.10). Com muita frequência, deve-se temer que nossa ira não seja correta ou mesmo justificá­vel. Se este for o caso, temos de responder: “Não”.
Por que devemos nos mostrar irascíveis com as crianças, irritáveis com os nossos empregados ou irados com os amigos? Essa ira é honrável a nossa profissão de fé em Cristo e glorifica o Senhor Jesus? Tal ira reflete o velho coração procurando reconquistar o domínio. Devemos resistir-lhe com todo o poder da natureza nascida de novo. O crente precisa lembrar que tem de ser vencedor em cada aspecto da vida cristã, pois, do contrário, não receberá a coroa. Se não podemos controlar nossa ira, o que, então, a graça realizou em nosso coração? Alguém disse que a graça geralmente era enxertada no toco de uma macieira silvestre. “Sim”, disse ele, “mas o fruto não será azedo”. Não podemos usar nossas fraquezas naturais como desculpas para pecarmos. Temos de pedir ao Senhor que crucifique nossa pro­pensão natural e renove em nós a cordialidade e a humildade, segundo a sua imagem.
domingo, 9 de julho de 2017

TATUAGEM: ORIGENS, MOTIVAÇÃO, ESPIRITUALIDADE E SÍNDROMES


TATUAGEM presos

Alguns exemplos de tatuagens e suas mensagens/significados entre presidiários

Existe uma única passagem direta na Bíblia acerca da  tatuagem. Está em Levítico 19.28: 'Não fareis tatuagem em vós'.

A primeira parte do versículo trata do rito de luto pagão. Entre os pagãos consistia em incisões e cortes pelo corpo, a constituir manifestação violenta e sentimento de dor. Indicava o desespero, diante da morte, do parente do morto (21.5 e Dt 14.1).

Apóstolo Paulo faz essa referência e exorta os cristãos a não serem 'ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não tem esperança', 1Ts 4.13.

Embora possa parecer que a tatuagem diz respeito a primeira parte do versículo e esteja restrita ao rito de luto, a tradução do hebraico (abaixo) deixa claro duas e distintas proibições.

'Não dareis arranhão em vossa carne por um ser. Não colocareis sobre vós nem inscrição nem tatuagem'.

Dentro do mesmo tema, o texto se estende a outra circunstância totalmente nova, mas semelhante quanto a ação de marcar o corpo, não obstante ser outro caso.

Os povos vizinhos de Israel marcavam a pele com os nomes ou símbolos de seus deuses (Dt 14.2).

Cristãos não seguem a Lei. Ela foi dada a Israel com especificidades e propósito, para o nascimento do Messias. Mas nem tudo da Lei foi ab-rogado, como, por exemplo, os Mandamentos.

Consideremos ainda o princípio, a origem, objetivos e significados, para chegarmos à aceitação,
proibição ou não de incisões de marcas no corpo humano; se convém ou não (1Co 6.12).

MOTIVAÇÃO

A tatuagem tem vários significados e motivações. Pode indicar autoafirmação, demonstração de independência, pertencimento, membro de facção, de grupos criminosos, presos e suas áreas de atuação ou ainda rebeldia.

Pode ainda apontar timidez, encobrir falhas, desejo de ser notado, distinção, N.A. (Necessidade de Aparecer),
sentido de ser único e/ou exclusivo, 'poder'...

CORPO SEPARADO (DOS DEMAIS)

Mesmo sem fazer alusão direta ao tema, a Bíblia incentiva os cristãos a manterem o corpo como santo:  ‘Apresente o seu corpo como sacrifício vivo, santo e aceitável a Deus', em um culto capitaneado pela razão (Rm 12.1).

Santo, além da indicação com a noção  de 'separado' (para uma atividade específica), no hebraico significa 'inteiramente outro' (kadoshi).

Com o princípio de 'marcar, manchar', e a ideia de alterar a natureza, para moldar-se ou destacar-se, por meio da modificação do corpo, a tatuagem também foi condenada pelo catolicismo romano, com forte perseguição na Idade Média.

MODISMO, PERSONALISMO OU FALTA DE PERSONALIDADE?!

Destacada no presente século, por artistas e jogadores de futebol, as tatuagens só eram usadas, até o século passado, portanto há poucas décadas, para indicar marginais.

Eram exclusivas de presídios a indicar o tipo de crime praticado: traficante (três pontos a formar um triângulo); furto (quadrado formado por quatro pontos); estuprador (dois pontos horizontais na mão, entre o polegar e indicador); matador de policial (caveira com punhal cravado); proteção, violentado ou estuprador (Sra. Aparecida); homossexual (pinta no rosto, São Sebastião ou borboleta, que ainda indica fuga ou liberdade)...

MENSAGEM

Tatuagem é um ícone, um meio de comunicação, assim como a fala e a escrita, sempre com uma mensagem implícita de caráter/personalidade, revelação e ou suposta libertação de traumas..., mas sempre a revela alguma coisa ou o por quê.

Os astecas, dentre outros povos místicos usavam carrancas, para espantar/expulsar males. Animais podiam indicar poder. Fatos misticos podiam estar em árvores e flores, sol, lua, olho (de Orus)..., como no antigo Egito, com seus símbolos místicos e figuras de seus deuses.

Nesse meio existe muita tradição religiosa de cunho espírita, portanto, a indicar entidades e tradições  espirituais, com principados e potestades.

ARREPENDIMENTO

Em geral, a tatuagem é buscada durante a adolescência ou em fase etária próxima. É momento de buscas e demonstrações de independência, autoestima etc. Porém, é de domínio geral que, essa fase não é permanente, mas passageira e de arrependimentos do que se fez e não se fez.

Então, é bom lembrar que a tatuagem é  permanente e não contempla o arrependimento de uma figura que se tornará cansativa, do que não mais estará em voga, fora de moda.

Também deve-se ponderar quanto a gravação de foto de namorada, nomes e figuras, que poderão sofrer apelo de  alterações com o decorrer do tempo.

Também poderá ficar fora do design do corpo, com mais ou menos volume (peso); pele envelhecida, com ou sem rugas, a alterar o visual com o passar do tempo.

Já convivi com pessoa que daria tudo para retirar tatuagens por causa da discriminação, em especial na hora de buscar um emprego, por exemplo.

Neste caso, existe uma saída: a remoção da mesma. Mas o custo da cirurgia plástica é alto e causa dor. Existem informações de pessoas que se arrependem depois de velhas.

PESQUISA x MOTIVAÇÃO

Entre aqueles que possuem uma tatuagem, a maioria afirma não ter se arrependido de fazê-la (86%) e três em cada dez dizem que ter uma tatuagem os faz sentir mais sexys (30%), rebeldes (25%), saudáveis (9%), inteligentes (8%) e, finalmente, mais atléticos (5%) (The Harris Poll, 2012).

Entre os que não se tatuam, as opiniões são as seguintes:

'Pelo menos dois em cada cinco dizem que as pessoas com tatuagens são menos atraentes (45%) ou sexys (39%). Um quarto diz que as pessoas com tatuagens são menos inteligentes (27%), possuem menor grau de saúde (25%) e de espiritualidade (25%). E, para finalizar, metade das pessoas sem uma tatuagem afirma sentir as pessoas com tatuagens como sendo mais rebeldes (50%) (The Harris Poll, 2012)'.

TATUAGEM monstro

Em geral as tatuagens são regidas, com fins específicos, pelas forças ocultistas denominadas egrégoras. Esta definição derivada do grego significa 'velar, vigiar'. Indica força espiritual formada pela soma de energias mentais e emocionais, como resultado da junção ou ajuntamento de duas ou mais pessoas.

Neste caso, cada tatuagem tem a orientação de guias espirituais e respectivo significado, ligando a pessoa, através da marca, a tal egrégora, por um DNA espiritualista, como forma de absorver energias, afirmam seus gurus e magos.

Algumas tatuagens tem a função própria de atrair entidades espirituais, sob influência do mundo astral, com propósitos específicos.

No mundo espiritual há regências por autoridades, sob domínios de principados, como no caso do divino (leia Daniel 10.2-6,13-21). O SENHOR rege a todos, como 'Deus dos espíritos' (Nm 16.22).

Não fique fora de autoridade espiritual e consulte-a antes de tomar decisões duvidosas, para não por-se sob outros domínios (leia Romanos 13.1-2 e Hebreus 13.7; 13.17).

De igual forma existem ícones de guias espirituais na umbamba, candomblé, e outros segmentos espiritualistas, alguns destacados por seriados e por  pessoas famosas, provenientes da Índia, dos celtas, vikings, filosofias espiritualistas orientais...

CASOS DE PÂNICO

Existem casos de pânico sofrido em função de figuras tatuadas no corpo, com registros dessa aflição, provocada pela Síndrome do Pânico.

A pessoa sente-se perseguida pela própria figura tatuada em seu corpo ou por alguém não identificado e entra em aflitivo desespero.

FOCO BÍBLICO

Na Bíblia o direcionamento é direto e o texto, que trata da tatuagem ou marcas no corpo, é distinto do contexto imediatamente anterior, que fala do suplício funeral.

TRADUÇÕES

As traduções não são unânimes em termos de igualdade frasal, mas sempre com a mesma indicação, a lançar luz sobre o texto, mais clara que outra.

'Pelos mortos não dareis golpes na vossa carne; nem fareis marca alguma sobre vós. EU SOU o SENHOR' (grifo meu). João Ferreira de Almeida, ERC, SBB, 1969.

Na Bíblia de Jerusalém (Nova edição, revista, Paulus): 'Não fareis incisões no corpo por algum morto e não fareis nenhuma tatuagem'. EU SOU Ihvweh' (grifo meu).

No hebraico, maior autoridade de tradução, as duas sentenças estão separados por frases distintas e ponto-final - Chouraque, André 1917. Titulo: Ele Clama... (Levítico). IV. Serie. -: A primeira diz de cortes, incisões ou arranhões; a segunda sobre 'inscrição' e 'tatuagem' (Lv 19.28).

DECISÃO

Tatuagem, a exemplo de tantos outros modismos, não tem apoio nos referencias cristãos, senão negativo. Não soma e é, no mínimo, uma atitude duvidosa do ponto de vista de sua aprovação, e um risco nas questões de relacionamento psicossocial.
Entretanto, como cada um dará conta de si mesmo, por sermos dotados de inteligência, poder de decisão, e fiscalizados pela própria consciência (leia Romanos 2.11-15), naquilo em que não regras determinantes, no ponto de vista pessoal torna-se iniciativa de foro íntimo. Tenho dito!

Não  te  esqueças de nem um só de seus benefícios. (Salmos 103.2)

Não  te  esqueças de nem um só de seus benefícios. (Salmos 103.2)



Observar a mão de Deus agindo na vida dos santos do passado traz-nos deleite - a bondade de Deus em livrá-los, a sua misericórdia em perdoá-los e a fidelidade em cumprir sua aliança com eles. Todavia, é muito mais interessante notarmos a mão de Deus agindo em nossa própria vida. Não deveríamos olhar nossa própria história como sendo, pelo menos, tão repleta de Deus, de sua bondade e sua verdade ao ponto de ser uma prova de sua fidelidade e veracidade tanto quanto foi a vida de qualquer um dos santos do passado? Cometemos uma injustiça contra o nosso Senhor, quando imaginamos que Ele realizou todos os seus atos poderosos nos tempos antigos e que não realiza maravilhas ou desnuda seu santo braço (ver Isaías 52.10) para os santos de nossos dias.
Devemos reexaminar nossa própria vida. Ao fazer isso, certamente descobriremos alguns acontecimentos felizes que nos trarão refrigério à alma e glorificarão ao nosso Deus. Você não tem experimentado nenhum livramento? Tem atravessado rios amparado pela graça de Deus? Tem andado ileso pelo meio do fogo? Não tem recebido qualquer manifestação divina? Tem gozado de favores especiais? O Deus que concedeu a Salomão o desejo de seu coração tem ouvido as suas orações e respondido às suas súplicas? Aquele Deus de superabundante generosidade sobre quem Davi cantou: “Quem farta de bens a tua velhice” (Salmos 103.5), nunca lhe saciou com gordura? Nunca lhe fez deitar em pastos verdejantes? Nunca lhe guiou a águas tranquilas? Com certeza, a bondade de Deus tem se mostrado tão boa para nós como para os santos do passado.
Entreteçamos uma canção com as misericórdias de Deus. Façamos com o ouro puro da gratidão e as jóias do louvor outra coroa para a cabeça de Jesus. Entoe a nossa alma, músicas tão agradáveis e tão alegres quanto as que brotaram da harpa de Davi, enquanto louvamos o Senhor, cuja misericórdia dura para sempre.

IEAD- MADUREIRA CAMPO JOINVILLE/SC: IRMÃOS, ORAI POR NÓS...

sexta-feira, 7 de julho de 2017
IEAD- MADUREIRA CAMPO JOINVILLE/SC: IRMÃOS, ORAI POR NÓS...: IRMÃOS, ORAI POR NÓS... (1Tessalonicenses 5.25) Nós reservamos, do ano, este dia para refrescar a memória do leitor quanto à ques...

IRMÃOS, ORAI POR NÓS...

IRMÃOS, ORAI POR NÓS... (1Tessalonicenses 5.25)



Nós reservamos, do ano, este dia para refrescar a memória do leitor quanto à questão de orar pelos ministros, e seriamente imploramos a todos os membros da família de Deus que aceitem esta zelosa súplica proferida inicialmente pelo apóstolo Paulo e agora repetida por nós. Irmãos, nosso trabalho é solenemente significativo, envolvendo o bem-estar ou a dor para milhares. Lidamos com almas para Deus em questão eterna, e nossa palavra tanto é o aroma da vida para a vida, ou da morte para a
morte. Todos os ministros do evangelho têm sobre si uma grande responsabilidade, e não será misericórdia pequena se ao final formos achados limpos do sangue de todos os homens. Como oficiais no exército de Cristo, os ministros do evangelho são alvos especiais dos demônios e do inimigo dos homens. Os demônios procuram nossas fraquezas e trabalham para nos apanhar. A chamada sagrada dos ministros do evangelho envolve tentações das quais você está isento. Além disso, eles são frequentemente desviados do prazer pessoal da verdade para uma consideração ministerial e oficial da mesma.
Os ministros do evangelho encontram-se com muitos casos difíceis e ficam confusos. Observam desvios bastante desagradáveis, e o coração deles fica entristecido. Veem milhões perecendo, e o espírito deles se abate. Desejam se beneficiar de sua própria pregação. Querem ser uma benção para os filhos dos membros da igreja. Almejam ser úteis tanto aos crentes como aos pecadores. Portanto, queridos amigos, intercedam por aqueles que se encontram no ministério. Miseráveis homens seremos nós, se perdermos o amparo de suas orações; mas alegres seremos, se vivermos em suas súplicas. Vocês não olham para nós, e sim para o Senhor, a fim de receberem bênçãos espirituais. No entanto, muitas vezes o Senhor concede essas bênçãos por meio dos ministros do evangelho! Então, rogue ao Senhor, constantemente, que eles sejam vasos de barro nos quais Ele colocará os tesouros do evangelho. Todos nós, missionários, pastores, obreiros, seminaristas, suplicamos: “Irmãos, orai por nós”.

SERÁ ALÁ O MESMO DEUS DOS CRISTÃOS?

terça-feira, 4 de julho de 2017

        


O deus Alá dos muçulmanos é outro deus, e não o mesmo Deus Javé da Bíblia. Alá era um dos deuses da Meca pré-islâmica, deus da tribo dos coraixitas, de onde veio Maomé, que o adotou como a divindade de sua religião. O nome Alá não vem da Bíblia e nunca foi conhecido dos patriarcas, nem dos reis, nem dos profetas do Antigo Testamento, menos ainda dos apóstolos do Senhor Jesus. Os teólogos muçulmanos se esforçam para fazer o povo crer que Alá é uma forma alternativa do nome do Deus Javé de Israel, mas evidências históricas e arqueológicas provam que Alá não veio dos judeus nem dos cristãos.