O CRESCIMENTO EM CRISTO

sexta-feira, 20 de outubro de 2017
                Cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo. (Efésios 4.15)



Muitos crentes permanecem raquíticos e atrofiados nas coisas espirituais de forma que mostram a mesma aparência ano após ano. Não são manifestados neles, sentimentos avançados e refinados. Eles existem mas não crescem em tudo naquele que é a cabeça, Cristo. Todavia, devemos ficar contentes por estarmos na folha verde, quando podemos avançar à espiga e, eventualmente, ao grão maduro na espiga? Devemos nos satisfazer em crer em Cristo e dizer: “Estou seguro”, sem desejarmos conhecer em nossa experiência mais da plenitude que podemos encontrar nEle? Isto não deve acontecer. Como bons comerciantes no mercado celestial, devemos anelar ser enriquecidos no conhecimento de Jesus. É muito bom conservarmos a vinha de outras pessoas, mas não podemos negligenciar nosso próprio crescimento e maturidade espiritual. Por que sempre tem de ser inverno em nosso coração? É verdade que precisamos ter o nosso tempo de semeadura, mas, oh! que tenhamos igualmente primavera e verão, que nos prometerão uma colheita antecipada! Se desejamos amadurecer na graça, temos de viver bem perto de Jesus -em sua presença -amadurecidos pela luz de seus sorrisos. Precisamos manter doce comunhão com Ele. Temos de nos aproximar de Jesus, como o fez o apóstolo João, e reclinarmos a cabeça no seio dele. Então, nos veremos avançando em santidade, amor, fé e esperança – sim, em todos os dons preciosos. Assim como o sol nasce primeiramente no topo das montanhas, envolvendo-os com a luz, e apresenta uma das visões mais encantadoras aos viajantes; assim é uma das mais deleitáveis contemplações observar o esplendor da luz do Espírito Santo na cabeça de um crente que tem crescido em estatura espiritual. Em semelhança aos imensos Alpes cobertos de neve, ele reflete os feixes de luz do Sol da Justiça, primeiramente entre os escolhidos. Depois, ele dissemina o resplendor da brilhante glória de Cristo para que todos a vejam, e vendo-a, tragam glória ao Pai que está nos céus.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

O propósito da prosperidade


Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado. (Efésios 4.28)

Existem três níveis de como viver com as coisas: (1) você pode roubar para obter; (2) ou você pode trabalhar para obter; (3) ou você pode trabalhar para obter a fim de dar.
Muitos cristãos professos vivem no nível dois. Quase todas as forças da nossa cultura os encorajam a viver no nível dois. Mas a Bíblia nos impulsiona inflexivelmente para o nível três. “Deus pode fazer-vos abundar em toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda boa obra” (2 Coríntios 9.8).
Por que Deus nos abençoa com abundância? Para que tenhamos o suficiente para viver e, depois, usemos o restante para todo o tipo de boas obras que aliviam a miséria espiritual e física. O suficiente para nós; abundância para os outros.
A questão não é o quanto uma pessoa ganha. Grandes negócios e grandes salários são uma realidade dos nossos tempos, e não são necessariamente maus. O mau está em ser enganado ao pensar que um salário de seis dígitos deve ser acompanhado por um estilo de vida de seis dígitos.
Deus nos criou para sermos canais condutores da sua graça. O perigo está em pensar que o canal condutor deve ser revestido com ouro. Não deveria. Cobre serve. O cobre pode conduzir riquezas impressionantes ​​a outros.

Servindo a Deus com cuidado 

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

 Servindo a Deus com cuidado 

O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo ele Senhor do céu e da terra, não habita em santuários feitos por mãos humanas. Nem é servido por mãos humanas, como se de alguma coisa precisasse; pois ele mesmo é quem a todos dá vida, respiração e tudo mais (Atos 17.24-25) 

Não glorificamos a Deus suprindo as necessidades dele, mas orando para que ele supra as nossas e confiando que ele responderá. 
Aqui estamos na essência da boa notícia. A insistência de Deus para que lhe peçamos que nos ajude, de modo que ele receba a glória (Salmo 50.15), nos força ao surpreendente fato de que devemos tomar cuidado ao servir a Deus e tomar especial cuidado em que ele nos sirva, para que não roubemos a sua glória. 
Isso parece muito estranho. A maioria de nós pensa que servir a Deus é algo totalmente positivo; nós não consideramos que servir a Deus pode ser um insulto a ele. Mas meditar sobre o significado da oração exige essa reflexão. Atos 17.24-25 nos esclarece isso. 
Esse é o mesmo raciocínio do texto de Robinson Crusoé sobre a oração: “Se eu tivesse fome, não to diria, pois o mundo é meu e quanto nele se contém… Invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás” (Salmo 50.12, 15). 
Evidentemente, há uma maneira de servir a Deus que o insultaria, como se ele fosse necessitado do nosso serviço. “O próprio Filho do Homem não veio para ser servido” (Marcos 10.45). O objetivo dele é ser o servo. O objetivo dele é obter a glória como Provedor. 

Não podemos fazer nada

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Não podemos fazer nada

 Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. (João 15.5)

Suponha que você esteja totalmente paralisado e não possa fazer nada por si mesmo, exceto falar. E suponha que um amigo forte e confiável prometa viver com você e fazer tudo o que você precisa. Como você poderia exaltar esse amigo se um estranho viesse vê-lo?
Você exaltaria a sua generosidade e força tentando sair da cama e carregá-lo? Não! Você diria: “Amigo, por favor, venha me levantar. E você poderia colocar um travesseiro atrás de mim para que eu possa olhar para o meu convidado? E você poderia colocar meus óculos para mim?”.
E, assim, o seu visitante aprenderia pelos seus pedidos que você é incapaz e que seu amigo é forte e amável. Você glorifica o seu amigo por precisar dele, e ao lhe solicitar ajuda, e ao confiar nele.
Em João 15.5, Jesus diz: “Sem mim nada podeis fazer”. Então, nós realmente estamos paralisados. Sem Cristo, não somos capazes de qualquer bem que exalte a Cristo. Como Paulo diz em Romanos 7.18: “Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum”.
Mas João 15.5 também diz que Deus tem o propósito que façamos muito bem que exalte a Cristo, ou seja, dar fruto: “Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto”. Assim, como nosso forte e confiável amigo — “Tenho-vos chamado amigos” (João 15.15) — ele promete fazer para nós, e através de nós, o que não podemos fazer por nós mesmos.
Como, então, podemos glorificá-lo? Jesus responde em João 15.7: “Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito”. Nós oramos! Pedimos a Deus que faça para nós, por meio de Cristo, aquilo que não podemos fazer por nós mesmos — dar fruto.
João 15.8 dá o resultado: “Nisto é glorificado meu Pai, em que deis muito fruto”.
Então, como Deus é glorificado pela oração? A oração é a admissão aberta de que sem Cristo nada podemos fazer. E a oração é o nosso voltar de nós mesmos para Deus na confiança de que Ele nos dará o auxílio que precisamos

A sábia misericórdia de Deus

terça-feira, 10 de outubro de 2017

A sábia misericórdia de Deus


Nós pregamos a Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gentios; mas para os que foram chamados, tanto judeus como gregos, pregamos a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus. (1 Coríntios 1.23-24)

Contra a terrível notícia de que nós caímos sob a condenação do nosso Criador e de que ele é movido pelo seu próprio caráter justo a preservar a excelência da sua glória derramando a ira eterna sobre o nosso pecado, há a maravilhosa notícia do evangelho.
Essa é uma verdade que ninguém jamais pode aprender naturalmente. Ela deve ser contada aos vizinhos, pregada nas igrejas e propagada por missionários.
A boa notícia é que o próprio Deus decretou um meio para satisfazer as exigências da sua justiça sem condenar toda a raça humana.
O inferno é uma maneira de acertar as contas com pecadores e defender a sua justiça. Mas há outro modo.
A sabedoria de Deus ordenou um caminho para o amor de Deus nos libertar da sua ira sem comprometer a sua justiça.
E qual é essa sabedoria? A morte do Filho de Deus pelos pecadores!
A morte de Cristo é a sabedoria de Deus pela qual o amor de Deus salva pecadores da ira de Deus, enquanto mantém e demonstra a justiça de Deus em Cristo.
sexta-feira, 6 de outubro de 2017

A justiça será feita

Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira; porque está escrito: A mim me pertence a vingança; eu é que retribuirei, diz o Senhor. (Romanos 12.19)


Todos vocês foram injustiçados em um momento ou outro. A maioria de vocês, provavelmente, foi seriamente injustiçado por alguém que nunca pediu desculpas ou fez algo suficiente para consertá-lo.
E um dos profundos obstáculos para o abandono da dor e da amargura é a convicção — a convicção justificada — de que a justiça deveria ser feita, e de que o curso do universo mostrará que pessoas podem simplesmente escapar com erros horríveis e enganar a todos.
Esse é um dos obstáculos ao perdão e ao abandono dos rancores. Não é o único. Temos nosso próprio pecado com o qual lidar. Mas é um obstáculo real.
Sentimos que apenas relevar seria admitir que a justiça simplesmente não será feita. E nós não podemos fazer isso.
Então, nos apegamos à ira e repetimos a história muitas vezes com os sentimentos de que isso não deveria ter acontecido; não deveria ter acontecido; foi errado; foi errado. Como ele pode estar tão feliz agora, quando eu estou tão miserável? Isso é tão errado. É tão errado!
Esta palavra em Romanos 12.19 é dada por Deus a vocês, para remover esses seus fardos.
“Não vos vingueis a vós mesmos… mas dai lugar à ira”. O que isso significa para vocês?
Abandonar o fardo da ira, abandonar a prática de nutrir a sua dor com sentimentos de ter sido prejudicado — abandonar tudo isso — não significa que não aconteceu um grande erro contra vocês.
Isso não significa que não há justiça. Isso não significa que vocês não serão vindicados. Isso não significa que eles escaparam. Não.
Isso significa, quando vocês deixam o fardo da vingança, Deus tomará esse fardo.
Essa não é uma maneira suave de se vingar. Essa é uma maneira de dar vingança àquele a quem ela pertence.
Isso é respirar profundamente, talvez pela primeira vez em décadas, e sentir como agora, por fim, que vocês podem ser livres para amar.

O IDEAL DE DEUS PARA A FAMÍLIA

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

O IDEAL DE DEUS PARA A FAMÍLIA



Família! Qual o modelo de família ideal? Primeiro, é preciso relembrar, em tempos de tanto relativismo, que a família, segundo Deus, é formada pela união legítima (casamento) de um homem e uma mulher com vistas à geração de filhos. É a família dentro do processo natural. Sem esta clara compreensão não há como sequer iniciar o exame do que seria uma família ideal. Fincada esta premissa básica, temos a composição da entidade familiar prevista nas Sagradas Escrituras e podemos iniciar a análise dos papéis de cada membro desse corpo. A Bíblia Sagrada define bem os papéis do homem, da mulher e dos filhos. Paulo usa três verbos principais para apresentar as funções preponderantes de cada membro da família: amar, sujeitar e obedecer. “Vós, maridos, amai vossa mulher”; “Vós, mulheres, sujeita-vos a vosso marido”; “Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais.” (Ef 5.22, 25; 6.1). O marido é a cabeça da mulher (Ef 5.23), portanto, o líder da família. É dele a primeira e maior responsabilidade. Para o homem, o papel preponderante não é mandar, é amar. Aliás, há algo extraordinário a ser observado: a Palavra de Deus não estabelece o relacionamento entre o homem e a mulher a partir do mando. É um equívoco ver a mulher como alguém que tem como papel principal obedecer. Sim, esse não é o papel principal da mulher. À mulher cabe a sujeição. A obediência cabe aos filhos. Recordemos: marido, amar; mulher, sujeitar-se; filhos, obedecer. A sujeição é diferente da obediência. A obediência pressupõe alguém que manda, que controla, pela autoridade verbal, a vontade de outra pessoa. É esse o papel dos pais em relação aos filhos. Os filhos precisam ter sua vontade controlada, subjugada desde cedo. Não devem crescer com vontade própria, pois não nascem com a capacidade de autogoverno. O maior segredo de uma boa criação de filhos é o domínio de suas vontades o quanto antes possível. Os filhos precisam aprender a obedecer desde os primeiros dias. Devem ser encaminhados sob disciplina diariamente. Disciplina não é necessariamente castigo. Disciplinar é, antes de tudo, ensinar e acompanhar diariamente a obediência ao que foi ensinado (Discipulado). Dirigir os atos da criança, formando nela bons e duradouros hábitos, dentro de um correto padrão moral e ético (Pv 22.6). Desse processo faz parte a correção de que falou Salomão, observada em Provérbios 4.1; 23.13,14; 29.15,17. Obediência pressupõe mando, disciplina, correção. Imagine uma mulher que precise viver sendo mandada, disciplinada, corrigida! O tempo próprio para essa jovem senhora ter sido ensinada com base na fustigação e no castigo já passou. Ficou lá em sua infância (especialmente na primeira infância). Agora se espera que ela esteja pronta para outro papel: a doce submissão. O verbo sujeitar está conjugado no texto de Efésios 5.22 na voz reflexiva, quando o sujeito é agente e paciente, ou seja, pratica e recebe a ação ao mesmo tempo. Aí está o segredo: a mulher ideal é aquela que não precisa ser mandada. Ela mesma, amorosa e graciosamente, se sujeita; se submete. Sabe bem qual é o seu papel (Pv 31.10-30). Quando o casal vive discutindo esse assunto é porque ainda não há entendimento do papel de cada um. A maturidade leva o casal a entender e assumir sua função na família de forma voluntária, natural, sem confusão ou sobreposição de papéis. Não há como desconsiderar, aqui, a importância da criação dos filhos. Uma moça bem criada, preparada para o casamento, não terá dificuldade alguma em se submeter, salvo se se casar com um rapaz que tenha sido malcriado, ou seja, que não tenha aprendido a amar (Ef 5.28,29). A moça precisa vir da casa do pai pronta para sujeitar-se a um marido que esteja pronto para amá-la (Tt 2.3-5). Assim, nenhum dos dois viverá exigindo do outro que cumpra seu papel, impondo isso como condição para que exerça o seu. Isso está longe de ser a base para a formação de uma família ideal. É por isso que quem pretende se casar deve observar como se comporta como filho ou filha o rapaz ou a moça com quem espera viver o restante de sua vida. Quando não aprendemos corretamente na casa de nossos pais é no próprio casamento que temos de nos sujeitar à bigorna de Deus para aprender o papel que o Criador nos reservou. Um bom casamento, portanto, nasce de um processo de preparação que começa bem cedo, numa vida de obediência aos pais (Ef 6.1-3). Sem aprender a obedecer não há como aprender a se sujeitar e muito menos a amar. A filha rebelde não se sujeita. O filho desobediente tem dificuldade de amar. Na verdade, tanto a sujeição quanto o amor nascem na escola da obediência, pois ambos são mandamento de Deus. A insurreição da mulher quanto à sua submissão, além de poder ser fruto de uma criação que não atingiu sua finalidade, é resultado de sua desobediência a Deus. A resistência do marido em amar a mulher é decorrente do mesmo processo. Cabe aos pais, pela autoridade que receberam de Deus, ensinar seus filhos a obedecer amorosamente aos mandamentos do Senhor. O Criador deu aos pais o direito e o dever de ensinarem seus filhos, valendo-se da correção necessária para guiar-lhes no caminho da verdade, incutindo neles desde cedo os valores corretos. É uma constatação dura e que geralmente enfrenta nossa resistência, mas as crises conjugais não podem ser entendidas bem sem se considerar o histórico de criação de cada cônjuge. É certo que existem muitos outros fatores que influenciam um casamento, mas pode-se dizer que muitos conflitos conjugais começam no berço. É incrível como muitos pais, mesmo diante dos graves conflitos a que se submetem seus filhos, não consigam admitir a ocorrência de um erro sequer na criação. Ora, alguma coisa deu errado! Não se trata de lançar culpa diretamente aos pais, mas de se fazer um juízo de ponderação humilde e responsável, capaz de resultar em arrependimento e mudanças de atitudes que ainda possam reverter quadros traumáticos. É claro que muitos pais, mesmo tendo dado uma boa criação, se surpreendem com comportamentos estranhos dos filhos na vida conjugal. Os casos precisam ser considerados em suas peculiaridades. Mas muitas vezes se ouve dos pais a justificativa de que fizeram tudo certo, porque levaram seus filhos à igreja. Evidente que se trata de uma medida importantíssima, mas é uma resposta superficial, simplória. O que a Palavra de Deus requer dos pais é muito mais do que levar os filhos à igreja. Melhor seria se pudéssemos dizer que levamos não somente à igreja, mas o próprio Deus para nossa casa, para nossa convivência com os filhos. O ensino aos filhos deve ser um processo diário, contínuo, “assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te” (Dt 6.7). Deus tem um plano maravilhoso para todos nós. Qualquer que seja nossa história, Ele pode nos transformar dia após dia e dar-nos lares felizes, dentro de Seu projeto de família ideal. Fonte: Mensageiro da Paz Setembro/2017

Deus não é triste

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Deus não é triste

O SENHOR frustra os desígnios das nações e anula os intentos dos povos. O conselho do SENHOR dura para sempre; os desígnios do seu coração, por todas as gerações. (Salmo 33.10-11)


“No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada” (Salmo 115.3). A implicação desse texto é que Deus tem o direito e o poder de fazer o que o deixa feliz. Isso é o que significa dizer que Deus é soberano.
Pense nisso por um momento: Se Deus é soberano e pode fazer qualquer coisa que lhe agrada, então nenhum dos seus propósitos pode ser frustrado. “O SENHOR frustra os desígnios das nações e anula os intentos dos povos. O conselho do SENHOR dura para sempre; os desígnios do seu coração, por todas as gerações” (Salmo 33.10-11).
E se nenhum dos seus propósitos pode ser frustrado, então ele deve ser o mais feliz de todos os seres.
Essa felicidade infinita e divina é a fonte da qual o Cristão bebe e deseja beber mais profundamente.
Você pode imaginar como seria se o Deus que governa o mundo não fosse feliz? E se Deus murmurasse, ficasse iracundo e deprimido, como o gigante da história de João e o pé de feijão? E se Deus fosse frustrado, desanimado, abatido, triste, descontente e melancólico?
Poderíamos nos unir a Davi e dizer: “Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água” (Salmo 63.1)? Eu penso que não.
Todos nos relacionaríamos com Deus como filhos que têm um pai frustrado, abatido, triste e descontente. Eles não conseguem desfrutar dele. Eles só podem tentar não incomodá-lo, ou talvez tentar trabalhar para ele a fim de ganhar algum pequeno favor.
O objetivo do Cristão Hedonista é ser feliz em Deus, se deleitar em Deus, apreciar e fruir da sua comunhão e favor.
domingo, 1 de outubro de 2017

O objeto totalmente satisfatório

Agrada-te do SENHOR, e ele satisfará os desejos do teu coração. (Salmo 37.4)

A busca pelo prazer não é opcional, mas ordenada (nos Salmos): “Agrada-te do SENHOR, e ele satisfará os desejos do teu coração” (Salmo 37.4).
Os salmistas buscaram fazer exatamente isso: “Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo” (Salmo 42.1-2). “A minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água” (Salmo 63.1).
O motivo da sede tem sua contrapartida satisfatória quando o salmista diz que os homens “fartam-se da abundância da tua casa, e na torrente das tuas delícias lhes dás de beber” (Salmo 36.8).
Eu descobri que a bondade de Deus, sendo o próprio fundamento da adoração, não é algo a que você demonstra respeito por meio de algum tipo de reverência desinteressada. Não, ela é algo a ser apreciado: “Oh! Provai e vede que o SENHOR é bom” (Salmo 34.8).
“Quão doces são as tuas palavras ao meu paladar! Mais que o mel à minha boca” (Salmo 119.103).
Como diz C.S. Lewis, Deus nos Salmos é o “objeto todo-satisfatório”. Seu povo o adora sem se envergonhar pela “grande alegria” que encontra nele (Salmo 43.4). Ele é a fonte do prazer completo e inesgotável: “Na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente” (Salmo 16.11).

A descoberta mais libertadora

sábado, 30 de setembro de 2017

A descoberta mais libertadora


Quanto ao mais, irmãos meus, alegrai-vos no Senhor. (Filipenses 3.1)

Ninguém jamais havia me ensinado que Deus é glorificado pela nossa alegria nele. Essa alegria em Deus é a mesma coisa que faz do louvor uma honra a Deus, e não hipocrisia.
Mas Jonathan Edwards disse isso de forma clara e poderosa:
Deus glorifica a si mesmo para com as criaturas também [em] duas formas: (1) revelando-se… ao entendimento delas; (2) comunicando-se aos seus corações, e na sua alegria, deleite e gozo das manifestações que ele faz de si mesmo… Deus não é glorificado apenas pela sua glória ser vista, mas por ela ser objeto de deleite…
Quando aqueles que a veem se deleitam nela, Deus é mais glorificado do que se eles apenas a vissem… Aquele que testifica ter a sua ideia da glória de Deus [não] glorifica tanto a Deus quanto aquele que testifica também que aprova e se deleita nessa glória.
Essa foi uma descoberta maravilhosa para mim. Eu preciso buscar a alegria em Deus, se quiser glorificá-lo como a Realidade surpreendentemente valiosa no universo. A alegria não é uma mera opção ao lado da adoração. É um componente essencial da adoração.
Nós temos um nome para aqueles que tentam louvar quando não têm deleite no objeto. Nós os chamamos de hipócritas. O fato de que o louvor significa completo prazer e que o fim mais elevado do homem é beber profundamente desse prazer, foi talvez a descoberta mais libertadora que eu já fiz.

Faça guerra contra a incredulidade

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Faça guerra contra a incredulidade


Versículo do dia: Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. (Filipenses 4.6)

Quando fico ansioso por estar envelhecendo, luto contra a incredulidade com a promessa: “Até à vossa velhice, eu serei o mesmo e, ainda até às cãs, eu vos carregarei; já o tenho feito; levar-vos-ei, pois, carregar-vos-ei e vos salvarei” (Isaías 46.4).
Quando fico ansioso acerca da morte, luto contra a incredulidade com a promessa de que “nenhum de nós vive para si mesmo, nem morre para si. Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor. Foi precisamente para esse fim que Cristo morreu e ressurgiu: para ser Senhor tanto de mortos como de vivos” (Romanos 14.7-9).
Quando fico ansioso pela possibilidade de naufragar na fé e me afastar de Deus, luto contra a incredulidade com as promessas: “aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus” (Filipenses 1.6); e: “Também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles” (Hebreus 7.25).
Façamos guerra, não contra outras pessoas, mas contra a nossa própria incredulidade. Essa é a raiz da ansiedade que, por sua vez, é a raiz de muitos outros pecados. Então, vamos ligar nossos limpadores de para-brisa, usar o borrifador de água e manter os olhos fixos sobre as preciosas e mui grandes promessas de Deus.
Pegue a Bíblia, peça ajuda ao Espírito Santo, guarde as promessas em seu coração e lute o bom combate — para viver pela fé na graça futura.

O SENHOR olha dos céus; vê todos os filhos dos homens.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017
O SENHOR olha dos céus; vê todos os filhos dos homens. (Salmos 33.13)


Talvez nenhuma outra figura de linguagem retrate a Deus de maneira tão brilhante quanto a figura que O apresenta descendo do seu trono, vindo do céu para atender às necessidades e contemplar os problemas da humanidade. Amamos Aquele que, ao ver as cidades de Sodorna e Gomorra repletas de iniquidade, não as destruiria até que lhes fizesse uma visita pessoal. Não podemos deixar de derramar nosso coração em afeição por nosso Senhor, que da mais sublime glória inclina o seu ouvido, e o coloca bem próximo dos lábios do pecador moribundo cujo coração debilitado anela por reconciliação. Como podemos não amá-Lo, quando sabemos que Ele conta até o número de nossos cabelos, marca o nosso caminho e ordena os nossos passos? Esta grande verdade é colocada bem perto de nosso coração, ao recordarmos quão atencioso é o Senhor, não somente para com os interesses temporais de suas criaturas, mas também para com as necessidades espirituais delas. Embora haja uma grande distância entre a criatura finita e o Criador infinito, existem laços que unem a ambos. Quando você chora, Deus está consciente disso. “Como um pai se compadece de seus filhos, assim o SENHOR se compadece dos que o temem” (Salmos 103.13). O seu suspiro é capaz de mover o coração de Jeová. Seu murmúrio pode inclinar os ouvidos dele até você. Sua oração pode deter a mão dele e sua fé pode mover-Lhe o braço. Não pense que Deus está assentado nas alturas ignorando tudo o que acontece com você. Lembre que mesmo pobre e necessitado como você é, o Senhor pensa em você. Os olhos dele passam por todos os lugares da terra, para que se mostre forte em benefício daqueles que têm um coração perfeito para com Ele (ver 2 Crônicas 16.9).
terça-feira, 26 de setembro de 2017

Viva confiante no poder de Deus


A suprema grandeza do seu poder para com os que cremos. (Efésios 1.19)

A onipotência de Deus significa um refúgio eterno e inabalável na eterna glória de Deus, não importa o que aconteça nesta terra. E essa confiança é o poder da obediência radical ao chamado de Deus.
Existe algo mais libertador, mais emocionante ou mais fortalecedor do que a verdade de que o Deus Todo-Poderoso é o seu refúgio — durante todo o dia, todos os dias em todas as experiências ordinárias e extraordinárias da vida?
Se acreditássemos nisso, se realmente deixássemos que essa verdade da onipotência de Deus se apoderasse de nós, que diferença isso faria em nossas vidas pessoais e ministérios! Quão humildes e poderosos nos tornaríamos para os propósitos salvíficos de Deus!
A onipotência de Deus significa refúgio para o povo de Deus. E quando você realmente crê que o seu refúgio é a onipotência do Deus Todo-Poderoso, há uma alegria, uma liberdade e um poder que transbordam em uma vida de obediência radical a Jesus Cristo.
A onipotência de Deus significa reverência, recompensa e refúgio para o seu povo pactual.
Eu lhe convido a aceitar os termos do seu pacto da graça: Converta-se do pecado e confie no Senhor Jesus Cristo, e a onipotência do Deus Todo-Poderoso será a reverência da sua alma, a recompensa contra seus inimigos e o refúgio da sua vida, para sempre

A vida é sustentada pela Palavra de Deus

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

A vida é sustentada pela Palavra de Deus

Disse-lhes: Aplicai o coração a todas as palavras que, hoje, testifico entre vós, para que ordeneis a vossos filhos que cuidem de cumprir todas as palavras desta lei. Porque esta palavra não é para vós outros coisa vã; antes, é a vossa vida; e, por esta mesma palavra, prolongareis os dias na terra à qual, passando o Jordão, ides para a possuir. (Deuteronômio 32.46-47)

A palavra de Deus não é uma ninharia; é uma questão de vida ou morte. Se você trata as Escrituras como uma ninharia ou como palavras vazias, você perde a vida.
Mesmo a nossa vida física depende da palavra de Deus, porque pela sua palavra nós fomos criados (Salmo 33.6; Hebreus 11.3), e ele sustenta “todas as coisas pela palavra do seu poder” (Hebreus 1.3).
A nossa vida espiritual começa com a palavra de Deus: “Segundo o seu querer, ele nos gerou pela palavra da verdade” (Tiago 1.18). “Fostes regenerados… mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente” (1 Pedro 1.23).
Nós não somente começamos a viver pela palavra de Deus, mas também continuamos a viver pela palavra de Deus: “Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mateus 4.4; Deuteronômio 8.3).
Nossa vida física é criada e sustentada pela palavra de Deus, e nossa vida espiritual é vivificada e mantida pela palavra de Deus. Quantas histórias poderiam ser reunidas para testemunhar o poder vivificante da Palavra de Deus!
De fato, a Bíblia não é “palavra vã para você” — é a sua vida! O fundamento de toda a alegria é a vida. Nada é mais fundamental do que a pura existência — nossa criação e preservação.
Tudo isso é devido à palavra do poder de Deus. Por esse mesmo poder, ele falou nas Escrituras para a criação e sustento da nossa vida espiritual. Portanto, a Bíblia não é uma palavra vã, mas é realmente a sua vida — o despertar da sua alegria!
sábado, 23 de setembro de 2017

Munição contra a ansiedade


Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. (Filipenses 4.6)

Quando fico ansioso pelo fato do meu ministério ser inútil e vazio, luto contra a incredulidade com a promessa de Isaías 55.11: “Assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei”.
Quando fico ansioso por ser fraco demais para fazer meu trabalho, luto contra a incredulidade com a promessa de Cristo: “A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2 Coríntios 12.9).
Quando fico ansioso quanto a decisões que preciso tomar a respeito do futuro, luto contra a incredulidade com a promessa: “Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho” (Salmo 32.8).
Quando fico ansioso por enfrentar adversários, luto contra a incredulidade com a promessa: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos 8.31).
Quando fico ansioso pelo bem-estar daqueles que amo, luto contra a incredulidade com a promessa de que se eu, sendo mau, sei dar boas coisas aos meus filhos, quanto mais o “Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem?” (Mateus 7.11).
E eu luto para manter meu equilíbrio espiritual com a lembrança de que todo aquele que deixou casa, ou irmãos, ou irmãs, ou mãe, ou pai, ou filhos ou campos por amor de Cristo receberá “o cêntuplo de casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições; e, no mundo por vir, a vida eterna” (Marcos 10.29-30).
Quando fico ansioso por estar doente, luto contra a incredulidade com a promessa: “Muitas são as aflições do justo, mas o SENHOR de todas o livra” (Salmo 34.19).
E com tremor, eu considero a promessa: “A tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança. Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” (Romanos 5.3-5).

Esperança para o pior dos pecadores

Esperança para o pior dos pecadores



Terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia e me compadecerei de quem eu me compadecer. (Êxodo 33.19)
Moisés precisava ter esperança de que Deus realmente poderia ter misericórdia de um povo de dura cerviz, que acabara de cometer idolatria e de desprezar o Deus que o tirou do Egito.
Para dar a Moisés a esperança e a confiança de que necessitava, Deus disse: “Terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia”. Em outras palavras: “Minhas escolhas não dependem do nível de mal ou de bem no homem, mas somente da minha vontade soberana. Portanto, ninguém pode dizer que é demasiadamente mau para receber a graça”.
A doutrina da salvação é a grande doutrina da esperança para o pior dos pecadores. Ela indica que quando se trata de ser alcançado pela graça, a sua situação não tem relação alguma com a escolha de Deus.
Se você  nasceu de novo e foi levado à fé salvífica em Jesus Cristo, não afunde em desesperança pensando que a excessiva miséria ou o endurecimento da sua antiga vida é um obstáculo insuperável à graciosa obra de Deus em sua vida. Deus ama magnificar a liberdade da sua graça salvando o pior dos pecadores.
Afaste-se do seu pecado; invoque o Senhor. Mesmo neste devocional, ele está sendo gracioso com você e está lhe concedendo forte encorajamento para vir a ele em busca de misericórdia.
“Vinde, pois, e arrazoemos, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão branco como a lã” (Isaías 1.18).

O MILAGRE

quarta-feira, 20 de setembro de 2017



“O Milagre - Quando ouvimos sobre um evento que parece contrário às operações comuns das leis da natureza, naturalmente levantamos a nossa guarda. Não queremos ser ludibriados e aplicamos corretamente rígidos padrões de avaliação antes de acreditar em um relato de qualquer coisa diferente da maneira como a natureza opera — de acordo com padrões definidos e previsíveis.

A nossa primeira tarefa é definir exatamente o que é um milagre, o Dr. Richard Purtill, professor de filosofia na Universidade Western Washington define um milagre como ‘um evento em que Deus temporariamente faz uma exceção à ordem natural das coisas, para mostrar que Ele está agindo’. Observe que, pela sua definição, um milagre verdadeiro deve ter cinco qualificações:

Em primeiro lugar, a exceção à ordem natural é temporária.

Em segundo lugar, o evento é uma exceção ao curso natural dos eventos.

Em terceiro lugar, para que haja um evento milagroso, é necessário conservar uma crença na ordem natural das coisas.

Em quarto lugar, um milagre deve ser o resultado do poder de Deus.

Em quinto lugar, os milagres são sinais da ação de Deus, momentaneamente sobrepujando as operações normais da natureza”  Josh; McDOWELL, Sean. Evidências da Ressurreição. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2012, pp.134,135).

Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. (Gálatas 5.1)

terça-feira, 19 de setembro de 2017
Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. (Gálatas 5.1)


A liberdade nos torna livres para seguirmos a Constituição do céu – a Bíblia . Crente, eis uma promessa selecionada: “Quando passares pelas águas, eu serei contigo” (Isaías 43.2). Você é livre para esta promessa e para a seguinte: “Porque os montes se retirarão, e os outeiros serão removidos; mas a minha misericórdia não se apartará de ti” (Isaías 54.10). Você é um convidado bem-vindo à mesa das promessas. A Escritura é um infalível tesouro repleto de incontáveis estoques de graça divina. É o banco do céu; você pode retirar o quanto quiser sem precisar de autorização e sem embaraço. Venha com fé e seja bem-vindo a todas as bênçãos da aliança. Na Palavra de Deus, nenhuma promessa será frustrada. Nas profundezas das tribulações, permita que esta liberdade o conforte. Em meio às ondas de aflição, permita que esta liberdade o anime. Quando as tristezas o cercarem, permita que esta liberdade seja o seu consolo. Este é um sinal do amor de seu Pai. Você é livre para desfrutar deste sinal, em todo o tempo.
Você também é livre para chegar ao trono da graça em todo tempo –na mais escura hora da madrugada ou no mais forte calor do meio-dia. Não importa quais sejam os nossos desejos, ou dificuldades, ou necessidades, temos liberdade de contar-Lhe em detalhes todas essas coisas. Não importa o quanto temos pecado, podemos rogar-Lhe perdão e esperar que seremos perdoados. Mas lembre-se: podemos suplicar que Ele cumpra sua promessa de que suprirá cada uma de nossas necessidades. Isto não depende de nossa riqueza. Use seu direito, crente, e viva à altura de seu privilégio. Você é livre para desfrutar de tudo o que se encontra entesourado em Cristo – sabedoria, justiça, santificação e redenção. Não importa qual seja a sua necessidade, pois há plenitude de suprimento em Cristo, e este suprimento é para você! Oh, que liberdade é esta sua. A sua herança inclui liberdade da condenação, liberdade para receber as promessas, liberdade para achegar-se ao trono da graça e liberdade para entrar no céu!

O MILÊNIO

segunda-feira, 18 de setembro de 2017


MILÊNIO

A palavra ‘milênio’ vem dos termos latinos Mille e annum (‘ano’). A palavra grega chilias, que também significa ‘mil’, aparece por seis vezes em Apocalipse 20, definindo a duração do Reino de Cristo antes da destruição do velho céu e da velha terra. O Milênio, portanto, refere-se aos mil anos do futuro Reino de Cristo sobre a terra, que virá imediatamente antes da eternidade (Ryrie, pp.145-146). Durante o Milênio, Cristo reinará no tempo e no espaço.



[...] PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS E CONDIÇÕES DO MILÊNIO



O Milênio será um tempo de controle tanto político como espiritual. Politicamente, ele será universal (Dn 2.35), discricionário (Is 11.4) e caracterizado pela retidão e justiça. Será zeloso para com os pobres (Is 11.3-5), mas trará recriminação e juízo para quem transgredir as ordenanças do Messias (Sl 2.10-12).

Este reino literal de Cristo sobre a terra também terá características espirituais. Acima de tudo, será um reino de justiça, onde Cristo será o Rei e governará com absoluta retidão (Is 23.1). Será também um tempo em que se manifestarão a plenitude do Espírito e a santidade de Deus (Is 11.2-5). ‘Naquele dia, se gravará sobre as campainhas dos cavalos: Santidade Ao Senhor [...] e todas as panelas em Jerusalém e Judá serão consagradas ao Senhor dos Exércitos’ (Zc 14.20-21).

Tudo, do trabalho à adoração, será santificado ao Senhor. O pecado será punido (Sl 72.1-4; Zc 14.16-21) de maneira pública e justa. A era messiânica também será caracterizada por um reinado de paz (Is 2.4; 11.5-9; 65.25; Mq 4.3). As profecias de Isaías revelam outras características, incluindo:



 Alegria (Is 9.3-4);

 Glória (Is 24.23);

 Justiça (Is 9.7);

 Conhecimento pleno (Is 11.1-2);

 Instruções e orientações (Is 2.2-3);

 Fim da maldição sobre a terra e a eliminação de toda enfermidade (11.6-9; 33.24);

 Maior expectativa de vida (Is 65.20);

 Prosperidade no trabalho (Is 4.1; 35.1-2; 62.8-9);

 Harmonia no reino animal (Is 11.6-9; 62.25).



Sofonias 3.9 e Isaías 45.13 afirmam que, no Milênio, a linguagem e a adoração serão puras. A pura adoração será possível por causa da maravilhosa presença de Deus (Ez 37.27-28). A presença física do Messias garantirá estas bênçãos. Walvoord diz: ‘A gloriosa presença de Cristo no cenário do Milênio é, logicamente, o foco de toda a espiritualidade e adoração’ (Walvoord, p.307)” (LAHAYE, Tim; HINDSON, Ed. (Eds.). Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica. RJ: CPAD, 2013, p.318).

A única verdadeira liberdade 




Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. (João 8.31-32) 

O que é a verdadeira liberdade? Você é livre? 
  1. Se você não tem o desejo de fazer algo, você não é totalmente livre para fazê-lo. Oh! você pode reunir a força de vontade para fazer o que não quer fazer, mas ninguém chama isso de completa liberdade. Não é assim que queremos viver. Há um constrangimento e pressão sobre nós que não desejamos. 
  2. E se você tem o desejo de fazer algo, mas nenhuma capacidade para fazê-lo, você não é livre para fazer isso.
  3. E se você tem o desejo e a capacidade de fazer algo, mas nenhuma oportunidade, você não é livre para fazê-lo.
  4. E se você tem o desejo de fazer algo, a capacidade de fazê-lo e a oportunidade de fazê-lo, mas isso finalmente o destrói, você não é totalmente livre — não é livre, de fato.
Para sermos totalmente livres, devemos ter o desejo, a capacidade e a oportunidade de fazer o que nos fará felizes para sempre. Sem desapontamentos. E somente Jesus, o Filho de Deus que morreu e ressuscitou por nós, pode tornar isso possível. 
Se o Filho o libertar, verdadeiramente você será livre. 
quinta-feira, 14 de setembro de 2017
E outros barcos o seguiam. (Marcos 4.36)



Naquela noite, o Senhor Jesus era o Almirante Supremo do mar e podia, com sua presença, preservar toda a frota de barcos. É bom velejar com Jesus, mesmo que num barco pequeno. Quando navegamos na companhia de Cristo, podemos não ter uma garantia de tempo bom; pois grandes tempestades podem balançar o navio que carrega o próprio Senhor, e não devemos esperar encontrar o mar menos tempestuoso ao redor de nosso pequeno barco. Se andamos com Jesus, temos de nos contentar em experimentar o que Ele experimentou. Quando as ondas são severas para Ele, também o são para nós. É por meio de tempestades e vendavais que chegaremos à terra, assim como o Senhor Jesus o fez antes de nós. Quando a tempestade varreu o escuro lago da Galiléia, todos os rostos se tornaram pálidos e refletiram desespero. Quando a ajuda de toda criatura se mostrou inútil, o Salvador que cochilava se levantou e, com uma palavra, transformou a confusão da tempestade em profunda e tranquila bonança. Assim, os demais barquinhos descansaram bem como aquele que carregava o Senhor.
Que o nosso coração faça de Jesus a sua âncora, seu leme, seu farol, seu bote salva-vidas e seu porto. A igreja de Cristo é a nau capitânia do Almirante. Acompanhemos os movimentos dela e encorajemos seus oficiais com nossa presença. Ele mesmo é a grande atração. Devemos segui-Lo em sua esteira, observar os seus sinais, dirigir-nos por seu mapa e nunca temer enquanto Ele estiver ao alcance de nosso clamor. Nenhum dos barcos da frota sofrerá naufrágio. Pela fé soltamos nossa corda para um outro dia de cruzeiro e navegamos com Jesus num mar de tribulação. Ventos e ondas nos inquietarão, mas todos eles obedecem ao Senhor Jesus. Por conseguinte, não importa quão grandes tempestades nos sobrevenham, a fé sentirá uma quietude bendita em nosso espírito. Ele sempre está no centro da companhia castigada pelo mau tempo. Alegremo-nos nele. O barco de Jesus chegou ao céu, o nosso também ali chegará.

Como lutar contra a ansiedade

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Como lutar contra a ansiedade


Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. (1 Pedro 5.7)

O Salmo 56.3 diz: “Em me vindo o temor, hei de confiar em ti”.
Observe que ele não diz: “Eu nunca luto contra o medo”. O medo ataca e a batalha começa. Logo, a Bíblia não afirma que os verdadeiros crentes não terão nenhuma ansiedade. Em vez disso, a Bíblia nos diz como lutar quando a ansiedade atacar.
Por exemplo, 1 Pedro 5.7 diz: “Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós”. Não é dito que nunca sentiremos ansiedade. É dito que quando você sentir ansiedade, ela deve ser lançada sobre Deus. Quando a lama suja o seu para-brisa e você perde temporariamente a visão da estrada e começa a mudar de direção em ansiedade, ligue os limpadores e acione a água para lavar o para-brisa.
Assim, minha resposta à pessoa que precisa lidar com sentimentos de ansiedade todos os dias é: isso é mais ou menos normal. Pelo menos é para mim, desde a minha adolescência. A questão é: como lutar contra esses sentimentos?
A resposta a essa pergunta é: Nós lutamos contra as ansiedades lutando contra a incredulidade e lutando pela fé na graça futura. E a maneira de lutar esse “bom combate” (1 Timóteo 6.12; 2 Timóteo 4.7) é meditando sobre as promessas divinas de graça futura e pedindo a ajuda do seu Espírito.
Os limpadores de para-brisa são as promessas de Deus que limpam a lama da incredulidade, e a água para lavagem do para-brisa é o auxílio do Espírito Santo. A batalha para ser libertado do pecado — incluindo o pecado da ansiedade — é combatida “pela santificação do Espírito e na verdade” (2 Tessalonicenses 2.13).
A obra do Espírito e a Palavra da verdade: esses são os grandes edificadores da fé. Sem a obra suavizadora do Espírito Santo, o limpador de para-brisa da Palavra apenas arranha a ofuscante sujeira da incredulidade no para-brisa.
Ambos são necessários: o Espírito e a Palavra. Nós lemos as promessas de Deus e oramos pela ajuda do seu Espírito. E, à medida que o para-brisa é limpo, de forma que conseguimos ver o bem que Deus planeja para nós (Jeremias 29.11), nossa fé é fortalecida e a angústia da ansiedade é retificada.

domingo, 10 de setembro de 2017
"Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos
participantes, sois então bastardos, e não filhos."
(Hebreus 12:8)


Não é novidade para nenhum de vocês, amados irmãos, que eu amo a Bíblia e a cada dia que passa eu fico mais maravilhado com as Palavras que o seu AUTOR vem falando ao meu coração. Hoje, por exemplo, DEUS nos mostrou uma Palavra tão inspiradora para aqueles que estão ou podem algum dia estar desanimados. "Pensem bem naquELE que suportou tal oposição dos pecadores contra Si mesmo, para que vocês não se cansem nem se desanimem." (Hebreus 12:3 - NVI). Se estivermos olhando sempre para CRISTO, o desânimo não vai ter como olhar para nós. O desânimo respeita o VENCEDOR que venceu por nós. Se CRISTO está EM nós, não podemos nos desanimar e nem deixar de olhar para o Autor e Consumador da nossa FÉ. Só com isso, poderíamos encerrar a mensagem de hoje, mas a mensagem que DEUS quer falar conosco (além dessa) fala sobre os filhos.

Ainda nesse capítulo de Hebreus a partir do verso 5, DEUS chama atenção sobre a correção dada aos Seus filhos. Parece contradição, pois João 3:16 diz que DEUS só tem um Filho, a saber, o Unigênito JESUS CRISTO. Então, como somos filhos de DEUS se JESUS é Unigênito? A resposta a essa questão está no Evangelho de João capítulo 1. O SALVADOR, nosso amado SENHOR JESUS, veio a este mundo salvar a nação de Israel, mas os judeus não O receberam. Diante disso, DEUS abriu a porta chamada GRAÇA e convidou todo o mundo a se tornar parte da Família do PAI. Portanto, todos aqueles que receberem a CRISTO, se tornarão filhos de DEUS por adoção. "E nos predestinou para filhos de adoção por JESUS CRISTO, para SI mesmo, segundo o beneplácito de Sua vontade." (Efésios 1:5). Essa foi a vontade de DEUS desde o princípio, que pudéssemos nos ajuntar aos santos anjos, mas como filhos do nosso amado ABA PAI. "Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: ABA, PAI." (Romanos 8:15). Com isso, aprendo que JESUS deixou de ser UNIGÊNITO e passou a ser o PRIMOGÊNITO de DEUS. Depois dELE e através dELE, passamos a ser filhos do PAI. Entendeu porque JESUS foi o primeiro a entrar pelas portas eternas (Salmo 24:7)? Mas quando a leitura bíblia (que não pode parar) chega no capítulo 12 do livro de Hebreus, vemos que DEUS corrige a quem ELE ama e açoita a qualquer que recebe por filho (Hebreus 12:6). Vale lembrar que DEUS não castiga ninguém, mas a correção é extremamente necessária. DEUS corrige os Seus filhos não para matar, mas para que a morte não os alcance. ELE corrige a quem ELE quer bem. "Se suportais a correção, DEUS vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija?" (Hebreus 12:7). Mas se não aceitamos a correção que vem de DEUS e só queremos as bênçãos, os privilégios de filhos e a parte da herança, não somos Seus filhos. O versículo chave deixa isso claro. TODOS que querem ser filhos de DEUS, precisam ser participantes da Sua disciplina. Se somos guiados pelo ESPÍRITO SANTO, somos filhos de DEUS e aceitaremos a correção. Lembra que DEUS não obrigou ninguém a ser filho. ELE nos chama para essa GRAÇA, nos atrai até SI, mas nos dá o livre arbítrio de decidirmos. O que você decide?

Eu tenho poder para chamar o meu DEUS de PAI. Eu posso chama-LO de ABA PAI, e todas as vezes que ELE me corrige, EU O AMO MAIS. A correção de DEUS demonstra o cuidado que ELE tem para nos levar de volta para Casa. Não podemos ser negligentes quanto a isso, amados irmão (de verdade, somos IRMÃOS). Quando DEUS nos corrige, não é para nosso mal, pois DEUS nunca desejaria e nem nos daria algo ruim. Para terminar essa mensagem, deixaremos registrado aqui as palavras de JESUS quanto a isso. Até a próxima, amados IRMÃOS"E qual de entre vós é o homem que, pedindo-lhe pão o seu filho, lhe dará uma pedra? E, pedindo-lhe peixe, lhe dará uma serpente? Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso PAI, que está nos céus, dará bens aos que lhe pedirem?" (Mateus 7:9-11).


As consequências do materialismo

sábado, 9 de setembro de 2017


As consequências do materialismo. Contemporaneamente, os materialistas valorizam bastante sua vertente biologista, capitaneada por Richard Dawkins, escritor dos livros “O gene egoísta” e “Deus, um delírio”, dentre outros, porém cada vez mais o mundo continua destituído de propósito e sem rumo. Retrato disso pode ser observado em Ernest Hemingway, um célebre romancista ateu, o qual dizia que a vida era “uma viagem de um dia curto do nada para o nada”, e que decidiu viver intensamente seu materialismo e hedonismo. Afirmava que tinha tudo para ser feliz sem Deus, mas chegou ao fundo do poço de seu desespero existencial em julho de 1961, quando deu cabo à sua vida. O materialismo outorga aparente autonomia ao homem para viver a seu bel prazer, mas lhe tolhe a possibilidade de encontrar a verdadeira felicidade e paz.

O maior problema dos materialistas será quando forem prestar contas diante de Deus, pois nesta vida eles podem até ter alegria no coração, pela imensa graça de Deus, porque está escrito que Deus deixou os povos andarem “em seus próprios caminhos”, e mesmo assim mandou “chuvas e tempos frutíferos, enchendo de mantimento e de alegria os vossos corações” (At 14.16,17). Que grande amor! O Senhor, ainda que o homem se desvie, continua o amando e outorgando-lhe bênçãos. Mas no dia da prestação de contas, diante do Justo Juiz, se não se arrependerem dos seus pecados, ainda em vida, e se converterem a Jesus, o fim dos materialistas não será o dos melhores.
sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Amor presente e poderoso

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Amor presente e poderoso

Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? (Romanos 8.35)

Observe três coisas em Romanos 8.35.
  1. Cristo está nos amando agora.
Uma esposa pode dizer acerca de seu falecido marido: Nada me separará do seu amor. Ela pode estar querendo dizer que a memória do amor do marido será doce e poderosa por toda a sua vida. Mas isso não é o que Paulo quer dizer aqui.
Em Romanos 8.34, é dito claramente: “É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós”. A razão pela qual Paulo pode dizer que nada nos separará do amor de Cristo é porque Cristo está vivo e continua nos amando agora.
Ele está à destra de Deus e, portanto, governa por nós. E ele está intercedendo por nós, o que significa que ele está cuidando para que sua obra consumada de redenção nos salve, de fato, a cada momento, e nos conduza à alegria eterna. Seu amor não é uma lembrança. É uma ação constante do onipotente e vivo Filho de Deus, para nos trazer à alegria eterna.
  1. Esse amor de Cristo é eficaz para nos proteger da separação e, portanto, não é um amor universal por todos, mas um amor particular pelo seu povo — aqueles que, de acordo com Romanos 8.28, amam a Deus e são chamados segundo o seu propósito.
Esse é o amor de Efésios 5.25: “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela”. É o amor de Cristo pela igreja, sua noiva. Cristo tem um amor por todos, e ele tem um amor especial, salvífico e preservador por sua noiva. Você sabe que é parte dessa noiva se confia em Cristo. Qualquer um — sem exceções —que confia em Cristo pode dizer: Eu sou parte da sua noiva, sua igreja, seus chamados e eleitos, aqueles que Romanos 8.35 diz que são preservados e protegidos para sempre, não importa o que aconteça.
  1. Esse amor onipotente, eficaz e protetor não nos poupa de tragédias nesta vida, mas nos conduz em segurança para a alegria eterna com Deus.
A morte acontecerá conosco, mas não nos separará. Assim, quando Paulo diz no versículo 35 que a “espada” não nos separará do amor de Cristo, ele quer dizer: mesmo se formos assassinados, não seremos separados do amor de Cristo.
Assim, o resumo do assunto no versículo 35 é esse: Jesus Cristo está amando poderosamente o seu povo com um amor onipotente e constante, o qual nem sempre nos livra da tragédia, mas nos preserva para a alegria eterna em sua presença, mesmo através do sofrimento e da morte.