Versículo do dia:

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Você foi feito para Deus


 Pois o SENHOR, por causa do seu grande nome, não desamparará o seu povo, porque aprouve ao SENHOR fazer-vos o seu povo. (1 Samuel 12.22)

O nome de Deus muitas vezes se refere à sua reputação, sua fama, seu renome. É dessa maneira que usamos a palavra “nome” quando dizemos que alguém está fazendo um nome para si mesmo. Ou, às vezes, dizemos: essa é uma marca de “nome”. Nós queremos dizer uma marca com uma grande reputação. Isso é o que eu penso que Samuel indica em 1Samuel 12.22, quando ele diz que Deus fez de Israel um povo “para si” e que ele não desampararia Israel “por causa do seu grande nome”.
Essa maneira de pensar sobre o zelo de Deus por seu nome é confirmada em muitas outras passagens.
Por exemplo, em Jeremias 13.11, Deus descreve Israel como um cinturão ou cinto que Deus escolheu para evidenciar a sua glória, mas que acabou por ser temporariamente inútil. “Porque, como o cinto se apega aos lombos do homem, assim eu fiz apegar-se a mim toda a casa de Israel e toda a casa de Judá, diz o SENHOR, para me serem por povo, e nome, e louvor, e glória; mas não deram ouvidos”. Por que Israel foi escolhido e feito a vestimenta de Deus? Para que pudesse ser um “nome, e louvor, e glória”.
As palavras “louvor” e “glória” nesse contexto nos dizem que “nome” significa “fama”, “renome” ou “reputação”. Deus escolheu Israel para que o povo construísse uma reputação para ele.
Deus diz em Isaías 43.21 que Israel é “o povo que formei para mim, para celebrar o meu louvor”. E quando a igreja viu a si mesma no Novo Testamento como o verdadeiro Israel, Pedro assim descreveu o propósito de Deus para nós: “Vós, porém, sois raça eleita… a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pedro 2.9).
Em outras palavras, Israel e a igreja são escolhidos por Deus para fazer um nome para ele no mundo.

Versículo do dia:

terça-feira, 25 de abril de 2017

A salvação de Paulo foi por você


Mas, por esta mesma razão, me foi concedida misericórdia, para que, em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade, e servisse eu de modelo a quantos hão de crer nele para a vida eterna. (1 Timóteo 1.16)

A conversão de Paulo foi por sua causa.
Eu quero que você considere isso muito pessoalmente. Deus tinha você em vista quando escolheu Paulo e o salvou por graça soberana.
Se você crê em Jesus para a vida eterna — ou se ainda pode crer nele para a vida eterna — a conversão de Paulo é por sua causa. É para tornar vívida para você a incrível longanimidade de Cristo.
A vida de Paulo antes da conversão foi uma longa perseguição a Jesus. “Por que me persegues?”, perguntou Jesus (Atos 9.4). “Sua vida de incredulidade e rebelião é uma perseguição a mim!”. Paulo tinha sido separado para Deus desde antes do nascimento. Então, toda a sua vida foi um longo insulto a Deus e uma longa rejeição e zombaria a Jesus que o amava.
É por isso que Paulo diz que sua conversão é uma radiante demonstração da longanimidade de Jesus. E é isso que ele oferece hoje.
Foi por nossa causa que Jesus o fez dessa forma. Para “evidenciar a sua completa longanimidade” para nós. Para que não percamos a esperança. Para que não pensemos que ele não poderia realmente nos salvar. Para que não pensemos que ele está inclinado à ira. Para que não pensemos que fomos longe demais. Para que não pensemos que o nosso mais amado ente não pode ser convertido, de repente, inesperadamente, pela soberana e superabundante graça de Jesus.

Versículo do dia:

segunda-feira, 24 de abril de 2017

O poder libertador do perdão


 Perdoados são os teus pecados. (Lucas 7.48)

Uma mulher vem a Jesus na casa de um fariseu, chorando e lavando os seus pés. Sem dúvida ela sentiu vergonha enquanto os olhos de Simão comunicavam a todos os presentes que esta mulher era uma pecadora e que Jesus não deveria permitir que ela lhe tocasse.
De fato, ela era uma pecadora. Havia um lugar para vergonha. Mas não por muito tempo.
Jesus disse: “Perdoados são os teus pecados” (Lucas 7.48). E quando os convidados murmuraram sobre isso, ele ajudou a sua fé novamente, dizendo: “A tua fé te salvou; vai-te em paz” (Lucas 7.50).
Como Jesus a ajudou a combater os efeitos paralisantes da vergonha? Ele lhe deu uma promessa: “Os teus pecados foram perdoados! Tua fé te salvou. Teu futuro será de paz”. Ele declarou que o perdão passado agora concederia paz futura.
Portanto, a questão para ela era a fé na futura graça de Deus enraizada na autoridade da obra perdoadora e da palavra libertadora de Jesus. Essa é a maneira pela qual cada um de nós deve lutar contra os efeitos de uma vergonha devida que ameaça demorar muito tempo e nos prejudicar.
Devemos lutar contra a incredulidade, agarrando-nos às promessas de graça e paz futuras que vêm através do perdão de nossos atos vergonhosos.
  • “Contigo, porém, está o perdão, para que te temam” (Salmo 130.4).
  • “Buscai o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao SENHOR, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar” (Isaías 55.6-7).
  • “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1.9).
  • “Dele todos os profetas dão testemunho de que, por meio de seu nome, todo aquele que nele crê recebe remissão de pecados” (Atos 10.43).
Não importa se o ato do perdão de Deus é completamente passado, ou se há um novo perdão no futuro — em ambos os casos a questão é o poder libertador do perdão de Deus para o nosso futuro — a liberdade da vergonha. O perdão é pleno de graça futura.
Quando vivemos pela fé na graça futura, somos libertos dos efeitos persistentes e paralisantes da vergonha devida.

Versículo do dia:

sábado, 22 de abril de 2017

Cinco razões para ser destemido


 Não temais, ó pequenino rebanho; porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino. (Lc.12.32

A razão pela qual Deus deseja que não estejamos temerosos quanto ao dinheiro e às coisas é que isso magnificaria cinco grandes aspectos sobre ele.
Primeiro, não ter medo mostra que nós estimamos a Deus como nosso Pastor. “Não temais, ó pequenino rebanho”. Nós somos o seu rebanho e ele é o nosso Pastor. E se ele é o nosso Pastor, então o Salmo 23.1 aplica-se: “O SENHOR é o meu pastor; nada me faltará” — ou seja, não carecerei de nada do que realmente preciso.
Segundo, não ter medo mostra que nós valorizamos a Deus como nosso Pai. “Porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino”. Nós não somos apenas seu pequenino rebanho; somos também seus filhos, e ele é nosso Pai. Ele verdadeiramente se importa e realmente sabe o que você precisa, e trabalhará por você para assegurar-se de que você tem o que necessita.
Terceiro, não ter medo mostra que valorizamos a Deus como Rei. Ele pode nos dar o “reino” porque ele é o Rei. Isso acrescenta um tremendo elemento de poder àquele que provê para nós. “Pastor” indica proteção e provisão. “Pai” indica amor, ternura, autoridade, provisão e direção. “Rei” indica poder, soberania e riqueza.
Quarto, não ter medo mostra o quão liberal e generoso Deus é. Observe, ele dá o reino. Ele não vende o reino, nem aluga o reino, nem arrenda o reino. Ele é infinitamente rico e não precisa de nossos pagamentos. Assim, Deus é generoso e livre em sua generosidade. E isso é o que magnificamos sobre ele quando não temos medo, mas confiamos nele quanto às nossas necessidades.
Finalmente, não ter medo mostra que nós valorizamos a Deus como alguém feliz. Ele “se agrada” em lhe dar o reino. Ele deseja fazer isso. É deleitoso a ele fazê-lo. Nem todos nós tivemos pais como este, que ficavam felizes ao darem em vez de ganharem. Mas isso não importa, porque agora você pode ter tal Pai, Pastor e Rei.
Assim, a ênfase desse versículo é que devemos valorizar Deus como nosso Pastor, Pai e Rei que é generoso e se agrada em nos dar o reino de Deus: dar-nos o céu, dar-nos vida eterna e alegria e tudo o que precisamos para chegarmos lá.
Se estimarmos a Deus dessa maneira, seremos destemidos e Deus será louvado.

Versículo do dia:

sexta-feira, 21 de abril de 2017

A chave para o amor radical


 Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós. (Mt. 5.11-12)

Uma das questões que eu levantei recentemente, enquanto pregava sobre amar nossos inimigos, a partir de Mateus 5.44, foi: Como você ama as pessoas que lhe sequestram e depois lhe matam?
Como podemos fazer isso? De onde vem o poder para amar dessa forma? Pense em quão surpreendente isso é quando surge no mundo real! Alguma coisa poderia mostrar a verdade, poder e realidade de Cristo mais do que isso?
Creio que Jesus nos dá a chave para esse amor radical e abnegado no mesmo capítulo.
Em Mateus 5.11-12, ele fala novamente sobre ser perseguido. O que é notável nesses versículos é que Jesus diz que você é capaz não somente de suportar o maltrato do inimigo, mas de se alegrar nisso. Isso parece ainda mais fora do nosso alcance. Se eu pudesse fazer isso — se eu pudesse me alegrar em ser perseguido — então, seria possível amar meus perseguidores. Se o milagre da alegria no meio do terror da injustiça, dor e perda pudesse acontecer, então o milagre do amor por aqueles que nos ofendem também poderia surgir.
Jesus dá a chave para a alegria nesses versículos. Ele diz: “Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus”. A chave da alegria é a fé na futura graça de Deus — “é grande o vosso galardão nos céus”. Creio que essa alegria é o poder libertador para amarmos os nossos inimigos quando eles nos perseguem. Se isso é verdade, então o mandamento de amar é uma ordem para fixarmos as nossas mentes nas coisas que são do alto, não nas coisas que são da terra (Colossenses 3.2).
O mandamento para amarmos o nosso inimigo é uma ordem para encontrarmos nossa esperança e nossa satisfação em Deus e em seu grande galardão: sua graça futura. A chave para o amor radical é a fé na graça futura. Devemos ser persuadidos em meio à nossa agonia de que o amor de Deus é “melhor do que a vida” (Salmo 63.3). Amar o seu inimigo não lhe dá a recompensa do céu. Valorizar a recompensa do céu o capacita a amar o seu inimigo.

Versículo do dia:

terça-feira, 18 de abril de 2017

Deus, toque nossos corações


Também Saul se foi para sua casa, a Gibeá; e foi com ele uma tropa de homens cujo coração Deus tocara. (1 Samuel 10.26)

Apenas pense no que está sendo dito neste versículo. Deus os tocou. Não uma esposa. Não um filho. Não um pai. Nem um conselheiro. Mas Deus.
Aquele com poder infinito no universo, aquele com infinita autoridade, sabedoria, amor, bondade, pureza e justiça, foi ele quem tocou o coração deles.
Como a circunferência de Júpiter toca a borda de uma molécula? E quanto menos penetra em seu núcleo?
O toque de Deus é impressionante porque é um toque. É uma conexão real. É maravilhoso que isso envolva o coração. É surpreendente que isso envolva Deus. E é espetacular que isso envolva um toque real.
Os homens valentes não foram apenas alertados. Eles não foram apenas movidos por uma influência divina. Eles não foram apenas vistos e conhecidos. Deus, com infinita condescendência, tocou o coração deles. Deus estava próximo assim. E eles não foram consumidos.
Eu amo esse toque. Eu o desejo mais e mais, para mim e para todos vocês. Oro para que Deus me toque novamente para sua glória. Oro para que ele toque a todos nós.
Oh, pelo toque de Deus! Se ele vier com fogo, que assim seja. Se ele vier com água, que assim seja. Se ele vier com o vento, que venha, ó Deus. Se vier com trovões e relâmpagos, que nos prostremos diante dele.
Ó Senhor, vem. Aproxima-te assim. Queima, molha, sopra e troveja. Ou quieto e suave, vem. Vem de todas as formas. Toca os nossos corações.

Fale às suas lágrimas

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Fale às suas lágrimas


 Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão. Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes. (Salmo 126.5-6)

Não há nada triste sobre semear. Isso não é mais trabalhoso do que colher. Os dias podem ser belos. Pode haver grande esperança de colheita.
Ainda assim, o salmo fala sobre “semear com lágrimas”. Diz que alguém “sai andando e chorando, enquanto semeia”. Então, por que eles estão chorando?
Eu penso que a razão não é porque a semeadura seja triste, ou porque semear seja difícil. Acho que a razão não tem relação com a semeadura. Semear é simplesmente a obra que tem de ser feita mesmo quando há coisas na vida que nos fazem chorar.
As colheitas não esperarão enquanto nossa dor passa ou resolvemos todos os nossos problemas. Se temos que comer no próximo inverno, precisamos sair ao campo e semear a semente, estejamos chorando ou não. Se você fizer isso, a promessa do salmo é que “colherá com júbilo”. Você “voltará com júbilo, trazendo os seus feixes”. Não porque as lágrimas da semeadura produzem a alegria da colheita, mas porque a simples semeadura produz a ceifa, e você precisa se lembrar disso mesmo quando suas lágrimas o tentam a desistir de semear.
Portanto, aqui está a lição: Quando há trabalhos simples e diretos a serem feitos, e você está cheio de tristeza, e as lágrimas fluem facilmente, vá em frente e faça a obra com lágrimas. Seja realista. Diga às suas lágrimas: “Lágrimas, eu sinto vocês. Vocês me fazem querer desistir da vida. Mas há um campo a ser semeado (pratos a serem lavados, carro a ser consertado, sermão a ser escrito)”.
Então diga, com base na Palavra de Deus: “Lágrimas, eu sei que vocês não durarão para sempre. O fato de eu apenas fazer meu trabalho (com lágrimas e tudo) trará, por fim, uma colheita de bênção. Por isso, vão em frente e fluam, se é necessário. Porém, eu creio (ainda não o vejo nem o sinto plenamente) — creio que o simples trabalho da minha semeadura trará feixes de colheita. E minhas lágrimas serão transformadas em alegria”.

Versículo do dia:

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Você não pode perder no final


Aí tendes uma escolta; ide e guardai o sepulcro como bem vos parecer. (Mateus 27.65).

Quando Jesus estava morto e sepultado, com uma grande pedra fechando o túmulo, os fariseus vieram a Pilatos e pediram permissão para selar a pedra e guardar o túmulo.
Eles fizeram a sua melhor tentativa — em vão.
Isso foi ineficaz naquela ocasião, é ineficaz hoje e será ineficaz sempre. Tentem o quanto puderem, as pessoas não podem restringir Jesus. Elas não podem mantê-lo sepultado.
Não é difícil imaginar por que: Ele pode sair, porque ele não foi forçado a entrar. Ele se deixou ser caluniado, zombado, acusado, desprezado, arrastado e assassinado.
“Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la” (João 10.17-18).
Ninguém pode restringi-lo, porque ninguém nunca o prendeu. Ele se entregou quando chegou sua hora.
Quando parece que ele está felizmente sepultado, Jesus está fazendo algo incrível na escuridão. “O reino de Deus é assim como se um homem lançasse a semente à terra; depois, dormisse e se levantasse, de noite e de dia, e a semente germinasse e crescesse, não sabendo ele como” (Marcos 4.26-27).
O mundo pensa que Jesus foi vencido — exterminado — mas Jesus está agindo nos lugares obscuros. “Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto” (João 12.24). Ele permitiu ser sepultado — “ninguém a tira [minha vida] de mim” — e ele sairá em poder quando e onde quiser — “Tenho autoridade para reavê-la”.
“Deus [o] ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse ele retido por ela” (Atos 2.24). Jesus tem seu sacerdócio hoje “segundo o poder de vida indissolúvel” (Hebreus 7.16).
Por vinte séculos, o mundo tem feito a sua melhor tentativa — em vão. Eles não podem sepultá-lo. Eles não podem detê-lo. Eles não podem silenciá-lo ou limitá-lo. Jesus vive e é completamente livre para ir e vir para onde quiser.
Confie nele e siga com ele, não importa o que aconteça. Você não pode perder no final.

ELEIÇÃO NA CGADB - LASTIMÁVEL

terça-feira, 11 de abril de 2017
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CGADB: Equidade, desdobramentos e possibilidades

CGADB - Res SC e WJr
A eleição da CGADB ainda não acabou.  De fato e de direito nem começou, pois estava e permanece sob sentença judicial (sub judice).
Temos um resultado à margem da legalidade e, portanto, da Lei, sem efeito prático ou legal. A liminar que estabeceu o cancelamento da eleição permanece em pleno vigor.
Quando ela for julgada, creio que no bojo da própria ação - o seu núcleo agora é recorrente (o fato dizia respeito à eleição do dia 9) -, entendo que não terá em suas peças a eleição em si, que legal e juridicamente inexiste. Como se diz no meio, 'O que não está nos autos, não está no mundo'.
Por outro lado, existiu deliberadas desobediências e obstruções à Justiça, agravadas pela execução da eleição:
1) As inscrições fraudulentas foram reinseridas e validadas;
2) O interventor nomeado pela Justiça foi impedido de acesso;
3) A eleição foi mantida, mesmo após cancelamento;
4) Os IPs reduzidos a 5, foram abertos, quase que pontualmente a 1.000! (?);
O segundo fato enumerado acima ocasionou o registro de Boletim de Ocorrência, e ciência ao juiz competente.
Enfim houve má fé e busca unilateral, à revelia, e peitou-se de forma notória a Justiça, como se estivessem acima de tudo e de todos.
PROBABILIDADES
1) A eleição deverá ser considerada nula, e outra convocada pela Justiça, com o devido interventor;
2) A participação de Wellington Júnior, que está sub judice, poderá ser questionada, pois é parte diretamente interessada tanto pessoalmente quanto da CGADB, e sua participação na questão da desobediência é óbvia;
3) Caso Wellington Júnior participe dessa possível eleição, a ser convocada pela Justiça, teríamos o seguinte quadro:
A) Cerca de 21 mil votos válidos, desta vez sem os 10.479 inaptos.
B) Caso todos votem (e não somente 74% como ocorreu), Wellington Júnior ganharia, pois Samuel Câmara teve 8 mil, menos da metade;
C) Mas, mantendo-se os mesmos percentuais ou a proximidade deles, chegando a cerca de 15 mil votos computados, Samuel Câmara venceria com seus 8.141, contra 7.455 de Wellington Júnior.
CANDIDATO PATROCINADO
Nota-se ainda que o patrocínio da CGADB à causa de Wellington Júnior, em meu ponto de vista é ilegal, pois ele não é e nem representa a mesma. Portanto, deveria responsabilizar-se por seus atos e não estar sob a tutela da instituição.
SECULARIZAÇÃO
Mesmo se desconsiderarmos o candidato concorrente direto, não há como, de boa fé e consciência limpa, sem considerar a ética e equidade cristãs, aceitar tal postura incongruente.
Por outro lado, embora fosse desnecessário evocar a dualidade entre o profano e o sagrado, e mostrar-se piegas, fica evidente esse clamor.
NADA DE FÉ, NADA DE GRAÇA...
Não há de se dizer em cristianismo, Biblia,  Fé, Oração etc, o que seria blasfêmia, se nem ao menos nos preocupamos em postarmos acima do terrenal, temporal, e nos revestirmos do celestial!
Não existe Céu Infernal nem tampouco Inferno Celestial; pé em duas canoas; o tão criticado por nós e famigerado Relativismo, e ainda a Contextualização, apetrechos da Teologia Liberal. Temos de seguir ao menos a Teleologia!
Todo esse interesse demonstrado nada tem que ver com a Igreja, edificação do Corpo de Cristo, mas com coisas fisicas, humanas, temporais e poder de barganha, a retratar o abismo que separa o Rico e o Lázaro!
OUTRA POSSIBILIDADE
Por fim, cito o desabafo de um colega: 'Espera-se um advogado veementemente crédulo no Direito, mas, cá neste país, cuja prática do 'jeitinho' é brasileiro, e a corrupção legitimada no profano e no 'sagrado', titubear ou coxear, passa a ser tido como 'cautela, prudência e caldo de galinha'.
A exemplo de teólogos, que na Idade Média discutiam a Bíblia batendo o charuto no cinzeiro, comemorar um vitória assim, com cerveja ou com guaraná não faz a menor diferença.

IEAD- MADUREIRA CAMPO JOINVILLE/SC: Versículo do dia:

domingo, 9 de abril de 2017
IEAD- MADUREIRA CAMPO JOINVILLE/SC: Versículo do dia:: Faça Satanás conhecer a sua derrota   Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. (Tiago 4.7) Quanto mais real Satanás se evidenciar ...

Versículo do dia:

Faça Satanás conhecer a sua derrota


 Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. (Tiago 4.7)

Quanto mais real Satanás se evidenciar em nosso dia, mais preciosa a vitória de Cristo se tornará para aqueles que creem nele.
O Novo Testamento ensina que quando Cristo morreu e ressuscitou, Satanás foi derrotado. Um tempo de liberdade limitada é concedido a ele, mas seu poder contra o povo de Deus é rompido e sua destruição é certa.
  • “Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo” (1 João 3.8).
  • “Destes [carne e sangue] também ele [Cristo] igualmente, participou, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo” (Hebreus 2.14).
  • “[Deus,] despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz” (Colossenses 2.15)
Em outras palavras, o golpe decisivo foi dado no Calvário. E um dia, quando o tempo de liberdade limitada de Satanás acabar, Apocalipse 20.10 diz: “O diabo… [será] lançado para dentro do lago de fogo e enxofre… e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos”.
O que isso significa para aqueles que seguem Jesus Cristo?
  • “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Romanos 8.1).
  • “Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica” (Romanos 8.33).
  • “Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 8.38-39).
  • “Maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo” (1 João 4.4).
  • “Eles [os santos], pois, o venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram” (Apocalipse 12.11).
Portanto, “resisti ao diabo, e ele fugirá de vós!”. Ele foi derrotado, e a nós foi dada a vitória. Nossa tarefa agora é viver nessa vitória e fazer Satanás conhecer a sua derrota.

Versículo do dia:

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Duas maneiras de lembrar-se de Jesus


Lembra-te de Jesus Cristo, ressuscitado de entre os mortos, descendente de Davi, segundo o meu evangelho. (2 Timóteo 2.8)

Paulo menciona duas maneiras específicas de lembrar-se de Jesus: Lembre-se dele como ressuscitado de entre os mortos. E lembre-se dele como a descendência de Davi. Por que essas duas coisas a respeito de Jesus?
Porque se ele ressuscitou dentre os mortos, ele está vivo e é triunfante sobre a morte. “Se habita em vós o Espírito daquele que ressuscitou a Jesus dentre os mortos, esse mesmo que ressuscitou a Cristo Jesus dentre os mortos vivificará também o vosso corpo mortal, por meio do seu Espírito, que em vós habita” (Romanos 8.11).
Isso significa que não importa quão sério o sofrimento se torne, o pior que ele pode fazer nesta terra é matá-lo. E Jesus tomou o aguilhão desse inimigo. Ele está vivo. E você viverá. “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma” (Mateus 10.28).
A ressurreição de Jesus não foi uma ressurreição ao acaso. Foi a ressurreição do filho de Davi. “Lembra-te de Jesus Cristo, ressuscitado dentre os mortos, descendente de Davi”. Por que Paulo diz isso?
Porque todo judeu sabia o que isso indicava. Isso significava que Jesus era o Messias (João 7.42). E isso significava que esta ressurreição não era uma ressurreição qualquer, mas a ressurreição de um Rei eterno. Ouça as palavras do anjo a Maria, mãe de Jesus:
“Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem chamarás pelo nome de Jesus. Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; Deus, o Senhor, lhe dará o trono de Davi, seu pai; ele reinará para sempre sobre a casa de Jacó, e o seu reinado não terá fim” (Lucas 1.31-33)
Portanto, lembre-se de Jesus, aquele a quem você serve, e aquele por quem você sofre. Ele está vivo e reinará para sempre, e o seu reinado não terá fim. Não importa o que lhe façam, você não precisa temer.

Versículo do dia:

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Melhor do que o Everest


Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. (Romanos 8.28)

Se você vive dentro desta sólida promessa, sua vida é mais firme e estável do que o Monte Everest.
Nada pode abalá-lo quando você está dentro dos muros de Romanos 8.28. Fora de Romanos 8.28, tudo é confusão e ansiedade, medo e incerteza. Fora dessa promessa da futura graça de Deus, há casas de palha de drogas, pornografia e dezenas de diversões fúteis. Há paredes de madeira e telhados de folhas de frágeis estratégias de investimento, fugaz cobertura de segurança e insignificantes planos de aposentadoria. Aqui há fortificações com travas de segurança, sistema de alarmes e mísseis antibalísticos. Do lado de fora, há mil substitutos para Romanos 8.28.
Uma vez que você atravessa a porta do amor para dentro da estrutura sólida e inabalável de Romanos 8.28, tudo muda. Ali estabilidade, profundidade e liberdade adentram em sua vida. Você simplesmente não pode mais ser abalado. A confiança de que um Deus soberano governa para o seu bem toda a dor e todo o prazer que você experimentará é um incomparável refúgio, segurança, esperança e poder em sua vida.
Quando o povo de Deus realmente vive pela graça futura de Romanos 8.28 — desde o sarampo até o túmulo — eles são as pessoas mais livres, fortes e generosas do mundo.
A luz deles brilha e as pessoas dão glória ao seu Pai que está nos céus (Mateus 5.16).

Versículo do dia:

sábado, 1 de abril de 2017

Duas das nossas necessidades mais profundas


igreja dos tessalonicenses, em Deus, nosso Pai, e no Senhor Jesus Cristo." (2 Tessalonicenses 1.1)

Nós, como igreja, estamos “em” um Pai e “em” um Senhor. O que isso significa?
A palavra “Pai” implica principalmente cuidado, sustentação, proteção, provisão e disciplina. Assim, estar “no” Pai significa primariamente estar sob seu cuidado e sua proteção.
A outra designação é Senhor: Nós estamos no Senhor Jesus Cristo. A palavra “Senhor” implica principalmente autoridade, liderança e propriedade. Portanto, estar “no” Senhor significa primariamente estar sob seu encargo, sob sua autoridade e em sua posse.
Assim, Paulo cumprimenta a igreja de Tessalônica de forma a lembrá-los que eles são uma família (aos cuidados de um Pai) e que eles são servos (ao comando de um Senhor). Essas duas descrições de Deus como Pai e Senhor e, portanto, da igreja como família e servos, correspondem a duas das nossas necessidades mais profundas.
As duas necessidades que cada um de nós tem são a necessidade de resgate e ajuda e a necessidade de propósito e significado.
  1. Precisamos de um Pai celestial que se apiede de nós e nos liberte do pecado e miséria. Precisamos de sua ajuda a cada passo do caminho   pois somos muito fracos e vulneráveis.
  2. Mas também precisamos de um Senhor celestial para nos guiar na vida, nos dizer o que é sábio e nos dar um comando grandioso e significativo para cumprirmos. Nós não queremos apenas estar seguros no cuidado de um Pai. Queremos uma causa gloriosa pela qual viver.
Queremos que um Pai misericordioso seja nosso protetor e queremos que um Senhor onipotente seja nosso campeão, nosso comandante e nosso líder. Assim, quando Paulo diz no versículo 1: Vocês são a igreja “em Deus, nosso Pai, e no Senhor Jesus Cristo”, nós podemos descansar e ser ajudados por um e obter coragem e significado do outro.

500 ANOS DA REFORMA

sábado, 25 de março de 2017

Após 500 anos, Reforma Protestante ainda está em curso, afirma importante líder cristão

Conhecido por livros de doutrina bíblica no mundo inteiro, pastor afirma que a Reforma Protestante continua com os mesmos fundamentos de Martinho Lutero

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Próximo de completar 500 anos no próximo dia 31 de outubro desse ano, a Reforma Protestante dividiu a história do cristianismo em defesa da autoridade bíblica acima das tradições religiosas implantadas por homens, advogando às Escrituras Sagradas como única fonte confiável de fé e prática cristã. Esse fato foi reforçado pelo apologeta evangélico, pastor e renomado escritor, John MacArthur.
Durante uma palestra dada na Conferência Nacional Ligonier, realizada em Orlando, Estados Unidos, MacArthur disse que a Reforma Protestante ainda está em curso. Para o autor, o que o Monge Martinho Lutero combateu e culminou na Reforma de 1517, denunciando o que considerou erros doutrinários da Igreja Católica, deve continuar sendo pregado pelos reformadores evangélicos.
“O Evangelho sem barganhas não foi resolvido 500 anos atrás, mas estabelecido há 2000 anos. Mesmo assim, continuamos chamando a igreja professante a permanecer fiel à verdade”, disse ele em publicação no The Christian Post, deixando claro que não se trata de combater uma denominação, ou pessoas, mas sim doutrinas heréticas, erradas a luz da Bíblia como um todo:“A Reforma não acabou. A cada curva na estrada, a cada novo falso mestre que surge para ensinar uma versão ou outra de uma ‘mensagem alternativa’, devemos abordar esse assunto”, frisou.                                                                                  A união de cristãos evangélicos e católicos
Nos últimos anos, devido a pauta crescente de ideologias liberais em todo mundo, relativizando questões morais e tradicionais do cristianismo, como a família tradicional, casamento, aborto, descriminalização das drogas e educação sexual, evangélicos e católicos se uniram no combate político e teológico contra tais ideologias, deixando de lado muitas diferenças doutrinárias, ao menos no campo religioso.
John MacArthur fez questão de ressaltar que a Reforma Protestante foi pautada pela incompatibilidade doutrinária com a Igreja Católica; “você acha que existe harmonia entre o catolicismo romano e as verdadeiras igrejas evangélicas e suas doutrinas? Nenhuma”, disse ele, após frisar que o “Sola Fide”, ou; “apenas a fé”, um dos pontos da reforma baseado em Efésios 2:8, é um dos grandes fundamentos da doutrina bíblica.
A declaração de MacArthur soa como um alerta para os cristãos protestantes do mundo inteiro, visto que o Papa Francisco tem mobilizado esforços na intenção de produzir um discurso cada vez mais “ecumênico”, aproximando igrejas luteranas e anglicanas, por exemplo, do catolicismo romano.
Em todo caso, a promoção do respeito mútuo e da cooperação através do diálogo em questões comuns, a exemplo do combate ao relativismo radical, são fatos inegáveis de um avanço na qualidade de convivência entre as duas igrejas, o que certamente não contraria a continuidade da Reforma, como tem que ser.

Versículo do dia:

segunda-feira, 20 de março de 2017

Um resumo do evangelho em seis pontos


Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus. (1 Pedro 3.18)

Aqui está um resumo do evangelho para ajudar você a entendê-lo e apreciá-lo!
1) Deus nos criou para sua glória.
“Trazei meus filhos de longe e minhas filhas, das extremidades da terra, a todos os que são chamados pelo meu nome, e os que criei para minha glória” (Isaías 43.6-7). Deus fez a todos nós à sua própria imagem para que pudéssemos manifestar, ou refletir, seu caráter e beleza moral.
2) Todo ser humano deve viver para a glória de Deus.
“Quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1 Coríntios 10.31). O caminho para viver para a glória de Deus é amá-lo (Mateus 22.37), confiar nele (Romanos 4.20), ser grato a ele (Salmo 50.23) e obedecê-lo (Mateus 5.16). Quando fazemos estas coisas, manifestamos a glória de Deus.
3) Todos pecamos e carecemos da glória de Deus.
“Todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). “Porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças… e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem…” (Romanos 1.21-23). Nenhum de nós tem amado, confiado, agradecido ou obedecido a Deus como devemos.
4) Todos nós merecemos o castigo eterno.
“O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6.23). Aqueles que não obedecerem ao Senhor Jesus “sofrerão penalidade de eterna destruição, banidos da face do Senhor e da glória do seu poder” (2 Tessalonicenses 1.9). “E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna” (Mateus 25.46).
5) Em sua grande misericórdia, Deus enviou o seu único Filho, Jesus Cristo, para prover aos pecadores o caminho da vida eterna.
“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3.16). “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar” (Gálatas 3.13). “Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus” (1 Pedro 3.18).
6) A vida eterna é um dom gratuito para todos os que confiarem em Cristo como Senhor e Salvador.
“Crê no Senhor Jesus e serás salvo” (Atos 16.31). “Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo” (Romanos 10.9). “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2.8-9). “Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gálatas 2.19, 20).

Jesus morreu por esse momento


Versículo do dia: Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim. (Gálatas 2.19-20)

Quando o alarme disparou às 4h59 desta manhã, pensei em uma fração de segundo sobre a realidade absoluta da morte e sobre o fato de estar em pé diante de um Deus totalmente santo, sem nada para me recomendar senão a minha própria vida.
O horror disso só foi superado pelo esplendor da realidade: Jesus Cristo morreu por esse momento.
Então, o terror se foi.
Minha percepção imediata foi: Esta é a essência do que acontece sempre que alguém se converte. É assim que se descobre que Jesus Cristo é real. É assim que uma pessoa vem a estimar o amor de Cristo. De repente, pela primeira vez, ela vê e sente com os olhos do seu coração a realidade inegável de ter que se encontrar com Deus com uma consciência culpada.
O impacto dessa visão é devastador. Isso faz com que os pecadores saibam que sua única esperança é um Mediador. Se permanecerem sozinhos, sem nada para recomendá-los, senão a sua própria vida pecaminosa, eles estão completamente perdidos. Se há alguma esperança para a eternidade na presença deste Deus, precisamos de um Redentor, de um Substituto, de um Salvador.
Neste ponto de terrível crise, nada ilumina, a não ser o evangelho de Jesus Cristo — “que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gálatas 2.20). Na fração de segundo antes dele estar lá, me foi concedido ver as trevas e horror do juízo — não uma inferência teológica, não uma conclusão meramente racional, não um simples pensamento, mas um vislumbre com o olho interior, cheio de conhecimento, sentimento e certeza.
Nosso Deus é um fogo consumidor. Ele não contempla o mal. Estamos totalmente perdidos. Minha culpa era tão grande, real e inquestionável naquela fração de segundo que não havia sequer a possibilidade mais remota de dar desculpas. Foi repentino, absolutamente comovente e infinitamente desesperançoso.
Nesse instante, Jesus é tudo o que importa. Ó Cristo! Ó Cristo! Pode o meu coração conter a onda de gratidão? Ó dom de Deus, minha desesperada e única necessidade!
sábado, 18 de março de 2017

Por que devemos lançar mão da nossa esperança


Versículo do dia: Deus, quando quis mostrar mais firmemente aos herdeiros da promessa a imutabilidade do seu propósito, se interpôs com juramento, para que, mediante duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, forte alento tenhamos nós que já corremos para o refúgio, a fim de lançar mão da esperança proposta. (Hebreus 6.17-18)

Deus não é inconsistente. Ele não se compromete com promessas, juramentos e o sangue do seu Filho simplesmente para ancorar um dos extremos da nossa segurança enquanto deixa o outro balançando no ar.
A salvação que Jesus obteve pelo seu sangue foi tudo o que é necessário para salvar o seu povo, não apenas parte disso.
Então, somos propensos a perguntar: Por que o escritor nos encoraja a lançarmos mão da nossa esperança (versículo 18)? Se a nossa segurança foi obtida e irrevogavelmente garantida pelo sangue de Jesus, então por que Deus nos diz para nos mantermos firmes?
A resposta é esta:
  • O que Cristo comprou para nós quando morreu não foi a liberdade de termos que nos manter firmes, mas o poder capacitador para isso.
  • O que ele comprou não foi a anulação de nossas vontades, como se não tivéssemos que nos manter firmes, mas a capacitação de nossas vontades, porque nós desejamos nos mantermos firmes.
  • O que ele comprou não foi o cancelamento da ordem para nos mantermos firmes, mas o cumprimento deste mandamento.
  • O que ele comprou não foi o fim da exortação, mas o triunfo da exortação.
Ele morreu para que você fizesse exatamente o que Paulo fez em Filipenses 3.12: “Prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus”. Não é tolice, é o evangelho, dizer para um pecador fazer o que somente Cristo pode capacitá-lo a fazer, ou seja, esperar em Deus.
Assim, exorto-lhe de todo o coração: Tome e lance mão daquilo para o que você foi tomado por Cristo, e apegue-se a isso com toda a sua força.

Versículo do dia:

terça-feira, 14 de março de 2017

O triunfo é garantido


 Pelo que povos fortes te glorificarão, e a cidade das nações opressoras te temerá. (Isaías 25.3)

Isaías vê o dia chegando, quando todas as nações — representantes de todos os grupos de pessoas — já não estarão em disputa com Jeová, o Deus de Israel, e seu Messias, que sabemos ser Jesus.
Elas não adorarão mais Bel, Nebo, Moloque, Alá, Buda, programas sociais utópicos, possibilidades de crescimento capitalista, ancestrais ou espíritos animísticos. Em vez disso, virão com fé ao banquete no monte de Deus.
E elas terão o véu do sofrimento removido, a morte será tragada, o opróbrio do povo de Deus será removido e as lágrimas desaparecerão para sempre.
Esse é o cenário para a compreensão da visão do versículo 3: “Pelo que povos fortes te glorificarão, e a cidade das nações opressoras te temerá”. Em outras palavras, Deus é mais forte do que “povos fortes” e ele é tão poderoso e tão bondoso que, por fim, fará com que nações opressoras o temam.
Assim, a imagem que Isaías nos dá é de todas as nações voltadas para Deus em adoração, um grande banquete para todos os povos, a remoção de todo sofrimento, tristeza e opróbrio das nações que se tornaram o seu povo, e o extermínio final da morte para sempre.
Esse triunfo é certo porque Deus está fazendo isso. Portanto, podemos estar seguros disso.
Nenhuma vida gasta na causa da evangelização mundial é desperdiçada. Nenhuma oração, nenhum real, nenhum sermão, nenhuma carta de encorajamento enviada, nenhuma pequena luz brilhando em algum lugar escuro — nada empregado na causa do avanço do reino é em vão.
O triunfo é garantido.

Versículo do dia:

segunda-feira, 13 de março de 2017

Adoremos ao Cordeiro


 Eu chorava muito, porque ninguém foi achado digno de abrir o livro, nem mesmo de olhar para ele. (Apocalipse 5.4)

Você já pensou em suas orações como o aroma do céu? A Semana Santa me atraiu novamente para ler Apocalipse 4 e 5. Aqui há um vislumbre da vida no céu.
Em Apocalipse 5, vemos o Deus todo-poderoso no trono com um livro em sua mão. O livro tinha sete selos. Todos eles precisavam ser removidos antes que o livro fosse aberto.
Eu acho que a abertura do livro representa os últimos dias da história e a retirada dos sete selos representa o tipo de história que viveremos à medida que nos aproximarmos desses dias.
A princípio, João chorou pois não havia ninguém digno de abrir o livro e nem de olhar para ele (5.4). Mas, então, o ancião no céu diz: “Não chores; eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos” (5.5).
Ao morrer na cruz, Jesus conquistou o direito de abrir o restante da história redentora e conduzir o seu povo vitoriosamente através dela.
No próximo verso, o Leão é retratado como um Cordeiro, “de pé… como tendo sido morto” (5.6). Essa não é uma bela imagem da vitória de Jesus na cruz?
É tão certo como se um leão tivesse devorado o inimigo — mas a maneira como ele conseguiu a vitória foi deixando o inimigo matá-lo como um cordeiro!
Portanto, agora o Cordeiro é digno de tomar o livro da história redentora da mão de Deus e abri-lo. Esse é um ato tão digno de um rei que os vinte e quatro anciãos do céu (o conselho de adoração de Deus, por assim dizer) se prostram diante do Cordeiro em adoração.
E você sabe o que são as taças de ouro cheias de incenso? O versículo 8 diz que elas são “as orações dos santos”. Isso não significa que nossas orações são o aroma do céu, aroma agradável diante do trono de Deus e do Cordeiro?
Sou fortalecido e encorajado a orar com mais frequência e vigor, quando penso que minhas orações estão sendo reunidas e armazenadas no céu, e oferecidas a Cristo repetidamente em atos celestiais de adoração.
Bendigamos, honremos e adoremos a Cristo aqui em baixo com nossas orações e, depois, alegremo-nos duplamente que o conselho de adoração do céu as oferece novamente a Cristo como aroma agradável de incenso diante do Cordeiro que foi morto.
Por: John Piper. © Desiring God – Solid Joys
Original: 10 de Março – Adoremos ao Cordeiro. © 2017 Ministério Fiel. Todos os 

Versículo do dia:

quarta-feira, 8 de março de 2017

Abra as janelas do seu coração


 Pus sobre ele o meu Espírito… Não esmagará a cana quebrada, nem apagará a torcida que fumega. (Isaías 42.1-3)

Provavelmente, as palavras mais encorajadoras que eu tenho ouvido em semanas vieram de uma profecia em Isaías 42.1-3, sobre como Jesus usará seu poder espiritual.
Você se sente como uma “cana quebrada” — como um daqueles grandes lírios que têm a haste esticada até que a flor caia no chão e não tenha mais vida? Você já se sentiu como se sua fé fosse apenas uma pequena faísca em vez de uma chama — como aquele pequeno ponto vermelho no pavio depois que você apaga a vela de aniversário?
Coragem! O Espírito de Cristo é o Espírito de encorajamento: ele não tirará a sua flor; ele não apagará sua centelha.
“O Espírito do Senhor está sobre mim… para evangelizar os pobres” (Lucas 4.18). “Nascerá o sol da justiça, trazendo salvação nas suas asas” (Malaquias 4.2). “[Ele é] manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma” (Mateus 11.29). “Espera pelo SENHOR, tem bom ânimo, e fortifique-se o teu coração; espera, pois, pelo SENHOR” (Salmos 27.14).
Pode ser um sofrimento para nós que sejamos apenas uma faísca em vez de um fogo flamejante. Mas ouça e seja encorajado: Sim, há uma grande diferença entre uma faísca e um fogo. Porém, há uma diferença infinita entre uma faísca e nenhuma! Uma semente de mostarda (de fé) está infinitamente mais próxima de ser uma montanha do que de ser semente nenhuma.
Abra a janela das promessas de Deus e deixe o Espírito soprar em cada recâmara do seu coração. O Vento Santo de Deus não quebrará ou apagará. Ele levantará sua cabeça e fará a sua faísca tornar-se uma chama. Ele é o Espírito de encorajamento.

Versículo do dia:

segunda-feira, 6 de março de 2017

Deus recompensa o humilde


 O Deus eterno é a tua habitação e, por baixo de ti, estende os braços eternos. (Deuteronômio 33.27)

Agora você pode estar passando por coisas que estão dolorosamente preparando-lhe para algum serviço precioso a Jesus e ao seu povo. Quando uma pessoa atinge o fundo do poço com uma sensação de nulidade ou desamparo, pode descobrir que atingiu a Rocha Eterna.
Lembro-me de uma frase deliciosa do Salmo 138.6 que lemos nos devocionais do café da manhã no sábado passado: “O SENHOR é excelso, contudo, atenta para os humildes”.
Você não pode afundar tão fundo ao desesperar dos seus próprios recursos a ponto de Deus não ver e se importar. Na verdade, ele está no fundo esperando para te segurar. Como Moisés diz: “O Deus eterno é a tua habitação e, por baixo de ti, estende os braços eternos” (Deuteronômio 33.27).
Sim, ele vê você tremendo e escorregando. Ele poderia agarrá-lo (e muitas vezes o faz) antes que você chegasse ao fundo. Mas, dessa vez, ele tem algumas novas lições para ensinar.
O salmista disse no Salmo 119.71: “Foi-me bom ter eu passado pela aflição, para que aprendesse os teus decretos”. Ele não diz que foi fácil, divertido ou agradável. Ao relembrar, ele simplesmente diz: “Foi-me bom”.
Na semana passada eu estava lendo um livro de um ministro escocês chamado James Stewart. Ele disse: “No serviço de amor, somente os soldados feridos podem servir”. É por isso que eu acredito que alguns de vocês estão sendo preparados agora para algum precioso serviço de amor. Porque vocês estão sendo feridos.
Não pense que sua ferida lhe ocorreu à parte do propósito gracioso de Deus. Lembre-se da sua palavra: “Vede, agora, que Eu Sou, Eu somente, e mais nenhum deus além de mim… eu firo e eu saro” (Deuteronômio 32.39).
Que Deus conceda uma graça especial a você que está gemendo sob algum fardo. Olhe ansiosamente para a renovada ternura de amor que Deus está lhe comunicando agora mesmo.

Versículo do dia:

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Efeitos radicais da ressurreição


 Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. (1 Coríntios 15.19)

Paulo conclui a partir dos seus perigos a toda hora, sua morte diária e sua luta com feras que a vida que ele escolheu ao seguir a Jesus é tola e infeliz se ele não ressuscitar dentre os mortos.
Se a morte fosse o fim de tudo, ele diz: “comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (1 Coríntios 15.32). Isso não significa: Tornemo-nos todos glutões e bêbados. Eles são infelizes ​​também — com ou sem a ressurreição. Paulo quer dizer: Se não há ressurreição, o que faz sentido é a moderação para maximizar os prazeres terrenos.
Porém, não é isso o que Paulo escolhe. Ele escolhe o sofrimento, porque escolhe a obediência. Na sua conversão, quando Ananias veio a ele com as palavras do Senhor Jesus: “Eu lhe mostrarei quanto lhe importa sofrer pelo meu nome” (Atos 9.16), Paulo aceitou isso como parte do seu chamado.
Como Paulo poderia fazer isso? Qual era a fonte dessa obediência radical? A resposta é dada em 1 Coríntios 15.20: “Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem”. Em outras palavras, Cristo ressuscitou e eu ressuscitarei com ele. Portanto, nenhum sofrimento por Jesus é vão (1 Coríntios 15.58).
A esperança da ressurreição mudou radicalmente a forma como Paulo viveu. Isso o libertou do materialismo e do consumismo. Isso lhe deu o poder de viver sem coisas que muitas pessoas sentem que precisam ter nessa vida. Por exemplo, embora tivesse o direito de se casar (1 Coríntios 9.5), ele renunciou a esse prazer porque foi chamado a suportar muito sofrimento.
Essa é a maneira como Jesus disse que a esperança da ressurreição deve mudar nosso comportamento. Por exemplo, ele nos disse para convidar para nossas casas pessoas que não podem nos retribuir nessa vida. Como somos motivados a fazer isso? “Tua recompensa, porém, tu a receberás na ressurreição dos justos” (Lucas 14.14).
Esse é um apelo radical para que examinemos nossa vida presente para ver se ela é moldada pela esperança da ressurreição. Nós tomamos decisões com base no ganho nesse mundo ou no mundo porvir? Arriscamo-nos pelo amor que só pode ser tido como sábio se houver uma ressurreição?
Que Deus nos ajude a nos dedicarmos novamente, por toda a vida, de modo que a ressurreição tenha seus efeitos radicais.

Versículo do dia:

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Você é muito amado


 "Entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais. Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, – pela graça sois salvos". (Efésios 2.3-5)

Você não gostaria de ouvir o anjo Gabriel dizer: “Você é muito amado”?
Isso aconteceu três vezes com Daniel.
  • “No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, porque és mui amado” (Daniel 9.23).
  • “Ele me disse: Daniel, homem muito amado, está atento às palavras que te vou dizer; levanta-te sobre os pés, porque eis que te sou enviado” (Daniel 10.11).
  • “E disse: Não temas, homem muito amado! Paz seja contigo!” (Daniel 10.19).
Seja encorajado. Se você tem fé em Jesus, o próprio Deus diz a você: “Você é muito amado”.
Nós “éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais. Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo. Porque pela graça sois salvos, mediante a fé” (Efésios 2.3-5, 8).
Isso é melhor do que a voz de um anjo. Se você está “vivo”, você é muito amado.

Versículo do dia:

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Deus abre o coração


Certa mulher, chamada Lídia, da cidade de Tiatira, vendedora de púrpura, temente a Deus, nos escutava; o Senhor lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia. (Atos 16.14)

Em todos os lugares onde Paulo pregou, alguns creram e outros não. Como devemos entender o porquê de alguns dos mortos em delitos e pecados (Efésios 2.1, 5) crerem e outros não?
O motivo pelo qual alguns não creram é que eles “rejeitaram” a palavra de Deus (Atos 13.46), porque a mensagem do evangelho lhes era “loucura” e não puderam entendê-la (1 Coríntios 2.14). A mente carnal “é inimizade contra Deus, pois não está sujeita à lei de Deus, nem mesmo pode estar” (Romanos 8.7).
Todo aquele que ouve e rejeita o evangelho “aborrece a luz e não se chega para a luz, a fim de não serem arguidas as suas obras” (João 3.20). Eles permanecem “obscurecidos de entendimento… por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração” (Efésios 4.18). Essa é uma ignorância culpada. A verdade está disponível. Mas eles, pela sua impiedade, “detêm a verdade pela injustiça” (Romanos 1.18).
Mas, por que alguns creem, já que todos estamos nessa condição de rebelde dureza de coração, mortos em nossos delitos? O livro de Atos dá a resposta em pelo menos três formas diferentes. Uma delas é que eles são destinados a crer. Quando Paulo pregou em Antioquia da Pisídia, os gentios se alegraram e “creram todos os que haviam sido destinados para a vida eterna” (Atos 13.48).
Outra maneira de responder por que alguns creem é que Deus concedeu arrependimento. Quando os santos de Jerusalém ouviram que os gentios estavam respondendo ao evangelho e não apenas os judeus, disseram: “também aos gentios foi por Deus concedido o arrependimento para vida” (Atos 11.18).
Porém, a resposta mais clara em Atos à pergunta do porquê uma pessoa crê no evangelho é que Deus abre o coração. Lídia é o melhor exemplo. Por que ela creu? Atos 16.14 diz: “o Senhor lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia”

Versículo do dia:

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

O momento do perigo incomum


Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus. (1 Pedro 4.14)

Atualmente, muitos cristãos no mundo desconhecem o perigo que ameaça a vida do crente em Cristo. Nós nos acostumamos a ser livres de tal perseguição. Isso parece ser como as coisas devem ocorrer.
Assim, nossa primeira reação ao perigo de que as coisas sejam de outra forma é muitas vezes a ira. Porém, essa ira pode ser um sinal de que perdemos nosso senso de sermos estrangeiros e forasteiros (“Amados, exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois…” – 1 Pedro 2.11).
Talvez tenhamos nos acomodado demais nesse mundo. Não sentimos saudades de Cristo como Paulo: “Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” (Filipenses 3.20).
Muitos de nós precisam da lembrança: “Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo” (1 Pedro 4.12).
Alguma vez você já se perguntou como agirá no momento da última tribulação? O homem armado mira em você e pergunta: “Você é um cristão?”. Aqui está uma palavra forte para lhe dar esperança de que pode agir melhor do que imagina.
“Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus” (1 Pedro 4.14). Esse encorajamento de Pedro diz que no momento do perigo incomum (seja insulto ou morte) haverá “o Espírito da glória e de Deus repousando sobre nós”. Não significa isso que Deus concede ajuda especial na hora da crise para aqueles que sofrem por serem cristãos?
Não intenciono dizer que Deus esteja ausente em nossos outros sofrimentos. Eu apenas quero dizer que Pedro saiu de seu curso para dizer àqueles que sofrem “pelo nome de Cristo” que experimentarão um especial “repouso” sobre eles do “Espírito da glória e de Deus”.

Versículo do dia:

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Deleite em sua plenitude


 Todos nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça. (João 1.16)

Pouco antes do culto no domingo passado, o pequeno grupo de santos que orava se esforçava lutando pela fé do nosso povo e pelas igrejas das cidades e pelas nações enquanto orava. Em um dado momento, um homem orou as palavras de João 1.14, 16:
E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai… Porque todos nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça.
Esse foi um daqueles momentos de epifania para mim. Deus concedeu naquele momento que a palavra “plenitude” — de sua plenitude — transmitisse uma abundância que foi extraordinária em seu efeito sobre mim. Eu senti alguma medida do que a palavra realmente indica — a plenitude de Cristo.
Eu senti um pouco da maravilha de que, sim, eu realmente tinha recebido graça sobre a graça dessa plenitude. E estava naquele momento recebendo graça sobre graça. Achei adequado que nada seria mais doce do que simplesmente sentar aos seus pés — ou ler minha Bíblia — durante toda a tarde e sentir a sua plenitude transbordar.
Por que essa plenitude teve tal impacto em mim — e por que ainda nesse momento me comove de modo incomum? Em parte, porque…
  • …Aquele de cuja plenitude sou cheio de graça é o Verbo que estava com Deus e era Deus (João 1.1-2), de modo que sua plenitude é a plenitude de Deus — uma plenitude divina, uma plenitude infinita;
  • …Esse Verbo se fez carne e assim foi um de nós e estava nos buscando com sua plenitude — é uma plenitude acessível;
  • …Quando esse Verbo apareceu em forma humana, sua glória foi vista — é uma plenitude gloriosa;
  • …Esse Verbo era o “Unigênito do Pai” (João 1.14), de modo que a plenitude divina estava sendo mediada para mim não apenas a partir de Deus, mas por meio de Deus — Deus não enviou um anjo, mas seu Filho unigênito para conceder a sua plenitude;
  • …A plenitude do Filho é uma plenitude de graça — eu não me afogarei nessa plenitude, mas serei abençoado em todos os sentidos por ela;
  • …Essa plenitude não é apenas uma plenitude de graça, mas também de verdade — eu não sou agraciado com a lisonja que ignora a verdade; essa graça está enraizada em inabalável realidade.

Versículo do dia:

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Nosso servo Jesus


 O próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos. (Marcos 10.45)
Jesus não somente era o servo do seu povo enquanto vivia na terra, mas também será nosso servo quando ele voltar. “Em verdade vos afirmo que ele há de cingir-se, dar-lhes lugar à mesa e, aproximando-se, os servirá” (Lucas 12.37).
Não apenas isso, ele é nosso servo agora. “De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Assim, afirmemos confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?” (Hebreus 13.5-6).
Deprecia o Cristo ressurreto dizer que ele foi, é e será para sempre o servo do seu povo? Poderia depreciar se “servo” significasse “aquele que cumpre ordens”, ou se pensássemos sermos senhores dele. Sim, isso o desonraria. Porém, não o desonra dizer que somos fracos e necessitados.
Não o desonra dizer que ele é o único que pode nos servir com aquilo que mais precisamos.
Não o desonra dizer que ele é uma fonte inesgotável de amor, e que quanto mais ele nos ajuda e quanto mais dependemos do seu serviço, mais maravilhosos os seus auxílios se evidenciam. Portanto, podemos dizer com confiança: “Jesus Cristo vive para servir!”.
Ele vive para salvar. Ele vive para dar. E ele se agrada por isso ser assim.
Ele não está sobrecarregado com as suas necessidades. Ele prospera em carregar o fardo. Ele ama trabalhar “para aquele que nele espera” (Isaías 64.4). Ele se agrada “dos… que esperam na sua misericórdia” (Salmo 147.11). Seus olhos “passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele” (2 Crônicas 16.9).
Jesus Cristo é exuberante em serviço onipotente por causa de todos os que confiam nele.