quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

EU CONTINUO ACREDITANDO NA IGREJA!

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Há pouco fiquei sabendo a história de um líder evangélico que afirmou ter vergonha da igreja e de que evita contar para as pessoas do seu convivio que é pastor.

Pois é, ao contrário deste irmão eu ainda continuo acreditando na igreja. Sim! Tenho uma imensa alegria em dizer que amo a igreja do meu Senhor.

Apesar das indiossincracias e incongruências da Igreja eu ainda creio nela. Apesar dos pilantras deste tempo que comercializam a olhos vistos a fé, sinto-me honrado de ter sido vocacionado por Deus para o ministério pastoral. Apesar dos falsos apóstolos que comercializam a fé evangélica, eu continuo acreditando na igreja.

Apesar dos adeptos da teologia da prosperidade possuirem um número incontável de simpatizantes, eu continuo acreditando na igreja.

Apesar dos vendilhões do templo que vendem sementes e unções escalafobéticas, eu continuo acreditando na igreja.

Apesar dos lobos travestidos de ovelhas que enganam multidões em nome de Cristo, eu continuo acreditando na igreja.

Apesar de alguns pastores terem abandonado as Escrituras trocando-as pela psicologia e psicanálise, eu continuo acreditando na igreja.

Apesar de alguns pastores terem abandonado as doutrinas da graça em detrimento ao evangelho da barganha e da troca, eu continuo acreditando na igreja.

Apesar de alguns pastores terem judaizado o evangelho, eu continuo acreditando na igreja.

Apesar de alguns pastores terem "hierarquizado" o reino, criando oficios patriarcais eu continuo acreditando na igreja.

Apesar de alguns pastores valorizarem muito mais os seus transloucados atos proféticos em detrimento a Palavra de Deus, Eu continuo acreditando na igreja.

Prezado amigo, a Igreja foi criada por Cristo. Ela é composta de gente falha, pecadora e cheia de limitações, todavia, continua sendo de Cristo.

Diante do exposto, afirmo sem titubeios que continuo crendo na Igreja do Deus vivo como a única coluna e baluarte da verdade.

Faço minhas as palavras do Credo Apostólico: “Eu creio na igreja, pura, santa e verdadeira”.

IRIRIÚ - JOINVILLE - SC

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Deus No Meu Sertão - Jú e João - Goiânia / GO

DESEJO UM FELIZ NATAL A TODOS!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Apanhando Gravetos- A Viúva de Sarepta

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Sarepta era uma pequena cidade costeira fora das fronteiras de Israel, pertencia ao domínio de Sidon e era governada por pagãos. Por toda região, no reinado de Acabe, houve uma grande seca. Por três anos e seis meses nem uma gota sequer de água caiu do céu. Esta seca, fora predita pelo profeta Elias, que perseguido por corruptos governantes, se refugia junto ao ribeiro de Querite. Elias ficou em Querite, sendo sustentado pelos corvos até o riacho secar. Deus cuidou de Elias para que não morresse de fome, já que não podia andar livremente pela região, o lugar e as circunstâncias que vivia o profeta, eram incomuns. Ninguém sabia seu paradeiro, a não ser Deus.
Certo dia Elias acorda e não vê corvos, nem comida, nem água. O riacho havia secado. Ele precisava partir, algo novo lhe esperava. Quem ordena que o riacho seque é o próprio Deus que lhe aponta um novo caminho, nova direção: “Levanta-te, vai para Sarepta, que é de Sidom, e habita ali; eis que eu ordenei ali a uma viúva que te sustente” I Rs 17:9.

Quando “o riacho” seca, é hora de recomeço. Chegando a Sarepta, a porta da cidade, está uma viúva, apanhando gravetos. Não era lenha, eram gravetos. Lenha é para fogo alto. Gravetos, para pequeninas chamas, que rapidamente se tornam em brasa, sinal de pouca comida. Elias, cansado da viagem, cumprimenta a mulher e lhe pede um pouco de água e também pão: “Não tenho comida em casa, só um punhado de farinha e um pouco de azeite, vês, só peguei dois gravetos, vou prepará-lo para mim e meu filho para que comamos e morramos” I Rs 17:12

A reação de Elias, diante da confissão da viúva, é inusitada. Ele pede que o alimento seja dado primeiramente para ele, assim Deus multiplicaria o azeite e a farinha até a chegada da chuva. Sem questionar, a mulher obedece e a Palavra do Senhor se cumpre, dando-lhe fartura de víveres.

Os Gravetos:

A viúva de Sarepta não entregou apenas as primícias da refeição para Deus, mas tudo que tinha. Os gravetos se multiplicaram em sua casa. A noticia se espalhou e logo vieram pedintes. Muitas outras pessoas foram alimentadas. Ali estava, uma viúva solitária, em território pagão, falando do Deus de Israel e de suas maravilhas. E ela nem era do povo escolhido! Jesus, disse que muitas viúvas havia em Israel na época da grande fome, mas apenas a uma das viúvas, foi enviada providência. Lc 4:25.

A fé de uma gentia moveu o coração de Deus. Israel era tão populoso, uma vida, representa uma porta tão estreita... Onde estariam os judeus? Adorando a Baal? Se curvando a Jezabel, Acabe? Esperando que estes lhes trouxessem chuva? Estariam murmurando? Ao contemplar essa passagem Bíblica, temo pela Igreja. Teríamos a mesma fé da mulher que atraiu Elias até Sarepta? Estaria a igreja hoje como os judeus da época de Elias?

No apanhar dos gravetos, a viúva de Sarepta, teve um encontro com o Deus de Israel, a quem ela buscava e temia. Sua vida estava por um fio, se Elias não tivesse chegado, a morte a alcançaria. Como está sua vida? Chegou ao limite dos gravetos? Entregue os poucos que lhe restam para Deus, confie e Ele lhe dará vida, em abundância. Não entregue sob medida, mas por inteiro. Saiba que para Deus, não existe distância, barreira ou circunstância, tudo que Ele quer é um coração que lhe adore, com todas as forças. Ele mesmo removera "a fome", multiplicará “o azeite e a farinha”.

VIRANDO A MESA - Jz.1:7

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Introdução: Virar a mesa é uma expressão popular que significa sair de um estado de humilhação e fracasso, assumindo um posicionamento vitorioso. A Bíblia nos mostra exemplos abençoadores de situações assim, em que pessoas saíram de um estado vegetativo, assumindo uma postura triunfante em meio ao fracasso. Veja essa história, pequena e escondida no livro de Juízes, parecendo até sem sentido, mas nada na Bíblia é sem sentido.

1) Adoni-Bezeque, maioral dos cananeus, rei de Bezeque, capturou e prendeu setenta reis. Após despojá-los, os submeteu a terríveis humilhações:

a) Cortando seus polegares: Tirando todo o equilíbrio, destreza e firmeza. Não conseguiam mais fazer o que faziam na guerra e nas artes. Como um rei vive sem ter dedos polegares das mãos e dos pés? Foram inutilizados. Adoni-Bezeque fez isso para apoderar-se deles. Como segurar uma arma em uma guerra sem o dedo polegar? Como caminhar de forma equilibrada sem os polegares dos pés?

Aplicação: Talvez este seja seu estado hoje. Ao olhar para trás, vê tantas promessas, tantos sonhos de um futuro promissor esvaindo-se pelo ralo. Nasceu para ser rei, mas alguma coisa aconteceu no percurso da vida, que te castrou os dedos, e hoje, vive sem nenhuma perspectiva, humilhado pelo Adoni-Bezeque do inferno (Diabo).

b) Fazendo-os comer migalhas: Migalhas não são sobras. Sobras já são humilhantes, mas pelo menos ainda estão em cima da mesa. Migalhas são descartáveis. São Farelos ou grãos que caem das mesas ao chão, ou para serem varridas ou comidas por animais domésticos (Mat.15:27). Ser humano normalmente não come. Imagine um rei acostumado com as lautas refeições palacianas agora comendo miseráveis migalhas? E o pior, sem equilíbrio manual para apanhar as migalhas. Era bem possível que apanhavam com a boca, como os cães. Isso era inconcebível e humilhante para reis.

Aplicação: Nem sobras lhe restam. Somente migalhas. Favores alheios que nem sempre vem. É a esperança naquela cesta básica da Assistência Social. Naquele irmão benevolente, etc.

c) Sujeitando-os a humilhação debaixo de uma mesa: É inconcebível para um rei deixar o palácio e morar numa choupana, agora imagine parar debaixo de uma mesa de um tirano, escravizado e sem direito nem a reclamar ou reagir, pois se reclamar lhe tiram até as migalhas. Aqueles reis foram rebaixados de sua realeza, sem herança, sem coroa, sem futuro.

Aplicação: Amado em Cristo, ouça o que vou lhe dizer: debaixo da mesa é o fundo do poço para quem quer que seja. De lá é quase que impossível sair com esforço pessoal. Parece que esse é o fim? Ainda não.
Virando a Mesa

2) Primeiro o Senhor vai vingar Adoni-Bezeque, pagar com a mesma moeda os males que ele fez. Deus é o primeiro a aplicar a linda lei da semeadura, um grande princípio espiritual que Ele mesmo criou: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará”. As tribos de Judá e Simeão fizeram mais do que isso: Mataram o maléfico Adoni-Bezeque.

Aplicação: A justiça divina é implacável. Ninguém pode cometer barbáries a torto e direito, imaginando que nunca será abatido. Deus ainda continua no trono, e vingará o sangue de seus mártires e justos que clamam: “E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles?” (Luc.18:7)

3) Como é o final de quem está debaixo da mesa: A Bíblia não diz o que aconteceu aqueles reis. Mas podemos supor que as tribos de Judá e Simeão os tenha libertado daquele jugo, pois, se o algoz que os escravizou foi morto, é bem possível que tenham sido libertados e devolvidos às suas condições reais, ainda que desprovidos dos polegares das mãos e dos pés. Mas agora tinham servos para alimentá-los, cuidar deles.

4) Lembremo-nos aqui de uma história semelhante do garoto Mefibosete. Leia II Sam. 9 e compare as histórias.

Conclusão: Você será convocado por Deus para reassumir a sua realeza espiritual. O Senhor Jesus veio a este mundo para julgar e vingar Adoni-Bezeque. Você vai virar a mesa, e vai comer nela, na presença dos seus inimigos (Sal.23:5). Amém.

LIDERES (de) FORMADOS

domingo, 5 de dezembro de 2010

O tema mais em voga nos dias atuais, dentro da agenda da igreja evangélica brasileira, é “liderança”, só perdendo para shows musicais. São centenas de eventos: congressos, conferências, seminários, workshops, palestras, cursos etc. Sempre muito concorridos, mesmo sendo alguns deles caros para os padrões de eventos evangélicos.

São diversos os nomes disputados nesse “mercado” de palestras: Professor Menegatti, Max Lucado, Bill Hybels, Rodolfo Montosa, professor Gretz, Rick Warren, Charles Swindoll e muitos outros. Mas no momento a bola da vez é o palestrante norte-americano John Maxwell, com seu projeto "Um Milhão de Líderes", já realizado em diversas cidades brasileiras. A espera para contratá-lo para ministrar em um evento pode levar mais de dois anos, isto se o projeto enviado previamente for aprovado pela sua assessoria. Seus livros já venderam mais de 11 milhões de cópias e seus seminários são verdadeiros sucessos, tanto em igrejas como em empresas seculares. Um verdadeiro pop star!

Realmente precisamos de mais líderes capacitados e que os atuais sejam mais bem preparados, tanto intelectualmente como com técnicas e ferramentas facilitadoras para atingirem resultados mais positivos. Minha crítica aqui vai na direção do foco que está sendo dado nesses treinamentos e da ausência de ênfase na tarefa principal da igreja, que é fazer missões.

Às vezes fico com a impressão de que há um interesse velado de ser líder pelo status que isso oferece, ser líder pela liderança em si, deixar de ser subalterno dentro do grupo a que se pertence. E a culpa não é só dos participantes, mas também dos palestrantes, que colocam o tema “liderança cristã” como um projeto de carreira profissional, da mesma forma como ocorre dentro das empresas, o sonho de se chegar no topo, ser o CEO (CEO – Chief Executive Officer) da igreja e da sua denominação.

Tenho analisado os temas das programações e vejo que passam por tudo: propaganda e marketing, uso da tecnologia, mídia e comunicação, relacionamento e influência etc. Nunca se fala do desafio, digno de qualquer líder evangélico responsável, que é a necessidade de alcançar os povos ainda não evangelizados, nunca se fala em santidade e sim de ética etc. E quando se usa a Bíblia, usa-se num escandaloso erro de hermenêutica e desrespeito pela Palavra de Deus. Quem nunca ouviu esses palestrantes dizerem que Habacuque 2,2-3 se referia ao outdoor; sobre as técnicas que Jesus usava para influenciar as pessoas, como naquele episódio em que pegou crianças no colo, ganhando assim a simpatia do povo, como fazem hoje os políticos em campanhas, enfim, são muitos os abusos. Nesses eventos Jesus deixa de ser salvador para ser um executivo que tinha um grande projeto comercial, que em tese foi fundar a maior religião do mundo. Basta pesquisar os sites das editoras evangélicas ou não para encontrar esses autores.

Não nos deixemos enganar! Se a nossa missão no mundo estiver desvinculada daquilo que disse Judas 23, que é salvar alguns da grande ira divina, teremos sido mais uma religião, cegos guiando outros cegos. Que esses novos líderes entendam e sintam o que Paulo sentia: "... eu sinto dores de parto até que Cristo seja formado em vós" (Gálatas 4.19).
terça-feira, 9 de novembro de 2010


" O LIVRO DA VIDA DO CORDEIRO "
E não entrará nela coisa alguma que contamine, e cometa
abominação e mentira; mas só os que estão inscritos no livro
da vida do Cordeiro" (Apocalipse 21:27).

"Quando nós estávamos voltando da Escola Bíblica de Férias,
em certo dia de verão, minha filha pequena, Melissa, pediu
para pararmos na Biblioteca. Eu lhe perguntei por que queria
ir até a Biblioteca e ela me explicou: "Minha professora
disse, esta manhã, que só entraremos no Céu se o nosso nome
estiver inscrito no Livro da Vida do Cordeiro. Eu quero ter
certeza de que meu nome está lá." (Nora Newport)

A lição da Escola Bíblica falou ao coração da pequena menina
que ficou convencida de que seu nome precisava estar
colocado no Livro de Deus. Tudo que ela aprendeu naqueles
dias de férias ficou gravado em seu coração e ela não
queria, de forma alguma, ficar longe de Deus por toda a
eternidade. Apesar de ainda muito jovem, aquela menina se
encheu de alegria com as promessas do Senhor e decidiu que
sua vida seguiria a vontade de Deus e que desfrutaria de Seu
amor, Sua graça e Suas bênçãos.

E que pensamos nós a respeito da vida eterna e da salvação
em Cristo? Que valor temos dado ao fato de Jesus ter morrido
por nós para perdoar nossos pecados e inserir nosso nome em
Seu Livro santo? O que tem sido mais importante para nós:
uma vida incerta de prazeres neste mundo ou a vida para
sempre com Deus nos Céus?

Às vezes nos preocupamos tanto com nossa vida material, com
sucesso e dinheiro, com uma felicidade fictícia e
passageira, que esquecemos de louvar e adorar ao Senhor, de
caminhar no centro de Sua vontade, de buscá-lo para cada
necessidade e decisão a tomar. Achamos que somos capazes de
conquistar nossos sonhos sozinhos, de alcançar sucesso por
nossa própria capacidade, de atingir os nossos objetivos sem
a ajuda de quem quer que seja. E, quando percebemos que
somos falhos, que nossa capacidade é limitada, que os
conselhos seguidos não eram bons, lembramos do Senhor.
Corremos até Ele em oração, pedindo que nos ajude a sair da
enrascada que nos metemos.

Tudo seria mais fácil e mais tranquilo se O buscássemos em
primeiro lugar. Muito choro e muitas decepções seriam
evitados e muitas bênçãos já teriam sido recebidas.

Você crê que seu nome está inscrito no Livro da Vida?

Laura Morena - Ouço som

domingo, 7 de novembro de 2010

Voz da Verdade 30 Anos - Pra Que

terça-feira, 2 de novembro de 2010

O Arrebatamento video impressionante 1

domingo, 31 de outubro de 2010
sábado, 30 de outubro de 2010

terça-feira, 28 de setembro de 2010

VOCÊ TEM PROBLEMAS?

"Tenho-vos dito estas coisas, para que em mim tenhais paz.
No mundo tereis tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o
mundo"
(João 16:33).

"Só existe um grupo de pessoas que não tem problemas e elas
estão todas mortas. Os problemas são um sinal de vida.
Então, quanto mais problemas uma pessoa tem, mais viva
está." (Norman Vincent Peale)

Ninguém gosta de enfrentar lutas e aflições. Quando isso
acontece, sentimo-nos abatidos, sem ânimo, frustrados e até
derrotados. Mas a palavra do Senhor nos estimula: "Tende bom
ânimo".

O Senhor enfrentou problemas, mas em tudo foi vitorioso. E
quando nos convida a confiar que também venceremos, deixa
bem claro que estará ao nosso lado e que nos ajudará a
alcançar a vitória almejada.

As tempestades sempre chegam em determinados momentos, mas,
elas passam. O choro pode nos incomodar durante toda uma
noite, mas, o sorriso e alegria se apresentam pela manhã. Os
tropeços podem nos derrubar durante a caminhada, mas, ao
levantarmos, retomaremos o caminho de nossas conquistas.
Podemos nos sentir sós diante de algumas situações, mas, com
certeza, o Senhor está ali, bem próximo, intercedendo por
nós, esperando o momento de dizer: "Parabéns, você
conseguiu!"

Alguém já disse: "Não há vitórias sem lutas" e sabemos que
nossa vida seria bem monótona se nada acontecesse para nos
inspirar a buscar a realização de novos sonhos. São os
desafios que tornam a nossa vida empolgante. Podemos, assim,
praticar a coragem e a ousadia, a fé e a determinação, a
alegria de ver um obstáculo ser ultrapassado e a felicidade
de ver o sol brilhar depois da tormenta.

Você tem problemas? Glorifique a Deus! Viva a vida!
sexta-feira, 17 de setembro de 2010

A Ceia do Senhor e o seu verdadeiro significado

“Por isso, meus amados irmãos, fujam da idolatria. Estou falando a pessoas sensatas; julguem vocês mesmos o que estou dizendo. Não é verdade que o cálice da bênção que abençoamos é uma participação no sangue de Cristo, e que o pão que partimos é uma participação no corpo de Cristo? Por haver um único pão, nós, que somos muitos, somos um só corpo, pois todos participamos de um único pão. Considerem o povo de Israel: os que comem dos sacrifícios não participam do altar? Portanto, que estou querendo dizer? Será que o sacrifício oferecido a um ídolo é alguma coisa? Ou o ídolo é alguma coisa? Não! Quero dizer que o que os pagãos sacrificam é oferecido aos demônios e não a Deus, e não quero que vocês tenham comunhão com os demônios. Vocês não podem beber do cálice do Senhor e do cálice dos demônios; não podem participar da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Porventura provocaremos o ciúme do Senhor? Somos mais fortes do que ele?” 1 Coríntios 10.14-22

O erro dos coríntios quanto à Ceia

No capítulo 10 de 1 Coríntios, Paulo aponta o erro dos coríntios quanto ao verdadeiro significado do memorial da Ceia do Senhor. E o erro era duplo, consistia na supervalorização e no menosprezo à ceia ao mesmo tempo.

Eles supervalorizavam a ceia ao acreditar que pelo simples fato de participar dela, estariam livres dos males das idolatrias praticadas por eles mesmos. Como se ela os imunizassem dos efeitos nocivos dos pecados da idolatria. Pelo simples fato de comer aquela ceia eles estariam isentos de suas responsabilidades como cristãos perante aquela sociedade idólatra. Comiam muito, porque criam que isso lhes traria alguma segurança espiritual independente da conduta que tinham lá fora na sociedade.

Por outro lado, menosprezavam a ceia por não entender o seu verdadeiro sentido. Por não entender que ela aponta uma comunhão com o Senhor com base no seu sacrifício vicário.

A ceia não é apenas um memorial

Ela não é apenas uma oportunidade de lembramos o dia da morte do Senhor Jesus. Ela é mais do que isso, é uma oportunidade de renovarmos a comunhão com ele, de renovarmos e reafirmarmos nossas convicções e esperanças em sua palavra.

Quando menosprezamos a ceia ao vê-la apenas como um memorial, ou quando supervalorizamos ao achar que comendo o pão e bebendo o cálice, estaremos imunes dos nossos pecados, cometemos um grave erro.

A idolatria, o grande problema da cidade de Corinto


1 Coríntios 10.7,14,19 e 28

(7) “Não sejam idólatras, como alguns deles foram, conforme está escrito: O povo se assentou para comer e beber, e levantou-se para se entregar à farra.”

(14) “Por isso, meus amados irmãos, fujam da idolatria.”

(19) “Portanto, que estou querendo dizer? Será que o sacrifício oferecido a um ídolo é alguma coisa? Ou o ídolo é alguma coisa?”

(28) “Mas se alguém lhe disser: "Isto foi oferecido em sacrifício", não coma, tanto por causa da pessoa que o comentou, como da consciência.”

I - O erro da Supervalorização

O primeiro grande erro daqueles primeiros cristãos foi supervalorizar o poder da Ceia, ao achar que pelo simples fato de participar dela, estariam imunes aos efeitos nocivos dos pecados da idolatria.

Paulo percebe esse erro e compara ao erro de Israel quando peregrinou no deserto. Observe o capítulo 10 do verso 1 ao 7.

“Porque não quero, irmãos, que vocês ignorem o fato de que todos os nossos antepassados estiveram sob a nuvem e todos passaram pelo mar. Em Moisés, todos eles foram batizados na nuvem e no mar. Todos comeram do mesmo alimento espiritual e beberam da mesma bebida espiritual; pois bebiam da rocha espiritual que os acompanhava, e essa rocha era Cristo. Contudo, Deus não se agradou da maioria deles; por isso os seus corpos ficaram espalhados (prostrados) no deserto. Essas coisas ocorreram como exemplos para nós, para que não cobicemos coisas más, como eles fizeram. Não sejam idólatras, como alguns deles foram, conforme está escrito: O povo se assentou para comer e beber, e levantou-se para se entregar à farra.”

Assim como muitos em Israel criam que podiam se salvar pelo simples fato de ter sido batizado na “Nuvem” e no “Mar” (água), comendo do mesmo alimento espiritual, e bebendo todos da mesma bebida espiritual, e depois acabaram por perecer no deserto, sendo prostrados, espalhados, mortos e engolidos por aquelas terras. Assim também muitos irmãos da igreja em Corinto achavam que pelo fato de ser batizados nas águas, e comer e beber a Ceia do Senhor, estariam salvos, imunes de suas responsabilidades diante de uma sociedade pagã e idólatra.

O erro deles não é diferente do nosso

Os corintos estavam enganados quanto aos super poderes da Ceia do Senhor. Pensavam que podiam passar a semana inteira comendo comidas sacrificadas aos ídolos, praticando atos ilícitos, se unindo aos demônios e depois ao comer e beber da Ceia estariam perdoados, crendo que nenhum mal viria afetar suas vidas, e estariam com a salvação garantida.

“O fato de ser batizado na “nuvem” ou no “mar”, ou de ter bebido da rocha ou comido do maná, isso não garantiu salvação aos filhos de Israel.”

Da mesma maneira, o fato de sermos batizados nas águas, ou na nuvem da glória do Espírito Santo, ou ainda que tomemos parte do carne e do sangue de Jesus Cristo, representados no pão e no vinho, todavia isso não nos garante imunidade, não nos garante salvação.

Podemos vir aqui hoje, comer o pão e bebermos o cálice, mas se a nossa vida estiver associada aos demônios e aos seus sacrifícios lá fora, ficaremos prostrados neste deserto e não poderemos entrar em Canaã.

Beber o cálice, comer o pão não lhe garante perdão. A ceia não tem o poder de perdoar pecados. Ela não tem o poder de salvar. Como também não tem o poder de proteger a ninguém das conseqüências de seus atos pecaminosos.

Muitos comeram o maná e beberam da rocha, mas caíram no deserto, ficando prostrados para a perdição. Por isso, não façamos da Ceia do Senhor um ato de purificação. Não pensemos que ao comer e beber dela, Deus deixará de lado nossa vida mundana.

Não é a Ceia do Senhor que irá te salvar, mas uma vida comprometida com a santidade de Deus.

Nenhum de nós hoje aqui está seguro, nenhum de nós é salvo. Estamos salvos, e estar é diferente de “ser”. E só seremos salvos se não prostrarmos, se não cairmos da graça. Por isso a palavra alerta que pensa dessa forma:

“Assim, aquele que julga estar firme, cuide-se para que não caia!” 1 Coríntios 10.12

II - O erro de menosprezar a Ceia do Senhor

Se por um lado eles supervalorizavam a Ceia do Senhor, por outro eles menosprezavam.

O segundo erro deles foi menosprezar a Ceia por não entender o seu verdadeiro sentido. Por não entender que ela é a porta para aproximação e partilha da comunhão com o Senhor.

Que o ato de participar do corpo e do sangue, ao comer um fragmento de pão e ao beber um cálice de vinho, produz na igreja comunhão. Que este ato renova as forças do crente para lidar e vencer o pecado de idolatria em todas as suas formas.

A Ceia do Senhor não deve ser trocada por nada. Deve ser um dia sagrado na vida de todos nós. Porque nutre a fé e renovas as esperanças da Igreja quanto à volta de Cristo.

Quantos fazem descaso da Ceia? Marcam eventos, fazem festinhas, programam viagens, vão a casamentos. Alegando que vão participar no dia posterior, ou em outra ocasião oportuna. Na verdade, a questão do dia não é problema, pode ser qualquer dia e qualquer hora da semana. Mas a questão é que ela deve ser celebrada com toda a Igreja reunida, como diz o texto, esperando uns pelos outros, que aponta para a reunião onde todos possam estar juntos, ao mesmo tempo, celebrando a Deus pelo mesmo fim: a morte, ressurreição e a iminente volta de Cristo.

Quando você participa da celebração da Ceia, suas convicções no Senhor são renovadas, sua conduta diante da sociedade melhora, você se torna um cristão animado, esperançoso, sua visão se volta para Cristo e para suas promessas.

A Ceia do Senhor nos ajuda a fugir da idolatria, do pecado. Ela gera em nós, firmes convicções de santidade e temor.

“Por isso, meus amados irmãos, fujam da idolatria. Não é verdade que o cálice da bênção que abençoamos é uma participação no sangue de Cristo, e que o pão que partimos é uma participação no corpo de Cristo?” 1 Coríntios 10.14,16

PAPA PREOCUPA-SE COM CRESCIMENTO DA IGREJA EVANGÉLICA NO BRASIL

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Papa pede aos bispos brasileiros esforço para 'nova evangelização'
Pontífice recebeu visita dos representantes eclesiais em Castelgandolfo.
Bento XVI citou avanço das igrejas evangélicas e neopentecostais no país.
Do G1, com agências internacionais

imprimir O papa Bento XVI pediu nesta sexta-feira (10) à Igreja Católica do Brasil que não poupe esforços para deter o crescente abandono de fiéis e enfrentar, por outro lado, a rápida expansão das comunidades evangélicas e neopentecostais.

O pedido foi feito durante discurso aos bispos brasileiros, recebidos em Castelgandolfo (a cerca de 30 quilômetros de Roma), na tradicional visita "ad limina" (visita aos túmulos, em livre tradução), realizada a cada cinco anos pelos representantes eclesiais de cada país.

O papa afirmou que a expansão de evangélicos e neopentecostais mostra uma saudável tendência de busca por deus, mas afirmou que ela impõe à Igreja Católica a necessidade de se engajar em uma "nova evangelização".


Papa celebra missa em Castelgandolfo em 15 de agosto. (Foto: Pier Paolo Cito/AP)"É observada uma crescente influência de novos elementos na sociedade, que há poucas dezenas de anos não existiam. Isto provoca um crescente abandono por parte de muitos católicos da vida eclesial ou inclusive da Igreja, enquanto no panorama religioso do Brasil se assiste à rápida expansão das comunidades evangélicas e neopentecostais", explicou Bento XVI.

Segundo o papa, este afastamento se deve a "uma evangelização, em nível pessoal, às vezes superficial".

"Às vezes, os batizados não são suficientemente evangelizados, por isso são facilmente influenciáveis, já que têm uma fé frágil e frequentemente baseada em uma ingênua devoção", acrescentou.

Por isso, o papa instou que "a Igreja Católica se empenhe na evangelização e que não economize esforços na busca de católicos que tenham se afastado ou de pessoas que conheçam pouco ou nada da mensagem cristã".

O Pontífice explicou que, diante "do desafio da multiplicação incessante de novos grupos, nos quais às vezes é feito uso de um proselitismo agressivo", é necessário reforçar o "diálogo ecumênico".

"A falta de unidade (entre as Igrejas cristãs) mina a credibilidade da mensagem cristã divulgada à sociedade", destacou Bento XVI, que acrescentou que, por isso, o diálogo agora "é mais necessário do que nunca".

O OLHAR CLÍNICO DA GRAÇA DE DEUS

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Texto de Referência: Lucas 18.13-14 e Romanos 7.24

“Mas o publicano ficou à distância. Ele nem ousava olhar para o céu, mas batendo no peito, dizia: ‘Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador’. Eu lhes digo que este homem, e não o outro foi para casa justificado diante de Deus. Pois quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado.”

“Miserável homem que sou. Quem me livrará do corpo desta morte?” Romanos 7. 24

O olhar clínico da graça de Deus

Quando nos apresentamos diante de Deus para adorá-lo, seja na igreja ou em outro lugar, devemos ter a consciência de que nosso culto passará pelo teste do seu olhar clínico. E para agradá-lo será necessário muito mais do que argumentos vangloriosos, cheios de boas obras. Será necessário reconhecer Sua santidade a tal ponto, que possamos sentir-nos miseravelmente dependente de seu favor por todos os dias de nossa vida. Será necessário não tentar enganá-lo com uma falsa piedade vestida de boas obras, porque o seu olhar clínico investigará as intenções do nosso coração. Mas um coração rasgado pela sincera dependência de sua graça será justificado.

Fazendo uma auto-avaliação

O Fariseu: “Auto-engano”
O erro daquele fariseu tem sido o nosso erro, em achar que somos bonzinhos e por isso somos alguma coisa, ou por isso merecemos Deus. E ainda, nos sentimos melhores que os outros.

Nossas igrejas, nossos congressos, nossas festividades e reuniões muitas vezes ensinam que nós somos de fatos alguma coisa. Que somos melhores do que aqueles que não falam em línguas, que somos melhores do que aqueles que não freqüentam a igreja de segunda a segunda, do que aqueles que não oram ou não jejuam, e daqueles que não dão o dízimo. Ensina-nos que temos poder do Espírito o suficiente para ficar tomando conta da vida alheia, falando mal uns dos outros, fazendo comparações. Muitos desses congressos e campanhas pseudos pentecostais têm produzido em nós essa mentalidade, a de que somos mais do que os outros, de que somos vencedores, e de que os outros são derrotados, vencidos.

O que certamente nos afasta de Deus, não é só a presença do pecado em nós, mas o não reconhecimento dele. Pois todos nós estamos sujeitos a ele, e todos os dias tropeçamos nele, porque a sua lei (do pecado) habita em nossa carne. Resta-nos apenas clamar a Deus: “Quem nos livrará do corpo desta morte?” Pois em mim, ou seja, na minha carne, não habita bem algum, Romanos 7.23,24.

O Publicano
Este era um homem muito mal visto pela sociedade por causa do seu ofício. Os publicanos eram pessoas desprezadas por conta de seus erros, viviam excluídos e desligados do convívio dos fariseus.

A oração do publicano revela sua condição de miséria e uma busca pela graça e misericórdia de Deus, e foi por causa de sua consciência de sua incapacidade de agradar a Ele por suas obras, que de fato o agradou. O reconhecimento de dependência por não ser e não ter (nada), é que o tornou pela graça aceitável diante da mesma graça que rejeita todo aquele que se sente capaz por si só de agradar a Deus, e abraça inteiramente todo aquele reconhece ser incapaz por si só de agradá-lo.

Um grande abraço.

Árvores Viçosas E Vigorosas

sábado, 28 de agosto de 2010

"O justo florescerá como a palmeira; crescerá como o cedro
no Líbano. Os que estão plantados na casa do SENHOR
florescerão nos átrios do nosso Deus. Na velhice ainda darão
frutos; serão viçosos e vigorosos" (Salmos 92:12-14).

Lord Byron, um brilhante poeta, gastou sua vida em uma busca
louca por prazeres. As pessoas, hoje, diriam: "Ele tentou
viver sua vida". Em desespero, ele escreveu: "Os espinhos
que colhi são da árvore que plantei. Eles me rasgaram e
estou sangrando. Eu devia ter sabido qual o fruto tal árvore
daria."

O que temos plantado na orla dos caminhos por onde passamos?
O que esperamos encontrar na hora de colher os frutos? Temos
nos preocupado com isso? Temos programado ver os resultados
para o futuro?

O início de nossas andanças pode ser fácil e até
deslumbrante. Estamos jovens, cheios de vigor, cheios de
fantasias. Podemos até pensar que plantar é suficiente, seja
a planta que for. Mas, e no futuro, o que encontraremos?
Árvores secas... sem sombra... sem frutos? Poderemos até
derrubar tais árvores e plantar novas, mas teremos ainda
forças? Teremos ainda o vigor do princípio?

O melhor momento de plantarmos árvores que produzirão sombra
e frutos é exatamente quando estamos em paz, sem angústias,
sem aflições, sem desespero, sem culpas. Nossas mentes estão
limpas, nossos corações estão puros, nossas almas cheias de
desejos ardentes de conquistas.

O Senhor é o agricultor a quem devemos consultar. Ele
conhece tudo de plantações. Ele sabe a ocasião oportuna, o
lugar adequado, o tempo propício para plantarmos nossas
árvores. Ele sabe como regá-las, como adubá-las e como tirar
o proveito de tudo que elas têm a nos oferecer.

Não queremos ver nossas árvores sem folhas, com galhos
secos, tomadas por espinheiros. Queremos que elas sejam uma
bênção para todos que passam pelo mesmo caminho por onde
passamos. Queremos que todos glorifiquem a Deus ao vê-las
frondosas e encantadoras. Queremos ver as vidas felizes ao
redor de tudo o que plantamos.

Você tem plantado árvores? Sabe que frutos darão?

Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Nós, participantes do 2º Encontro das Comissões Diocesanas em Defesa da Vida (CDDVs), organizado pela Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB e realizado em S. André no dia 03 de julho de 2010,

considerando que, em abril de 2005, no IIº Relatório do Brasil sobre o Tratado de Direitos Civis e Políticos, apresentado ao Comitê de Direitos Humanos da ONU (nº 45) o atual governo comprometeu-se a legalizar o aborto,
considerando que, em agosto de 2005, o atual governo entregou ao Comitê da ONU para a Eliminação de todas as Formas de Descriminalização contra a Mulher (CEDAW) documento no qual reconhece o aborto como Direito Humano da Mulher,
considerando que, em setembro de 2005, através da Secretaria Especial de Polítíca das Mulheres, o atual governo apresentou ao Congresso um substitutivo do PL 1135/91, como resultado do trabalho da Comissão Tripartite, no qual é proposta a descriminalização do aborto até o nono mês de gravidez e por qualquer motivo, pois com a eliminação de todos os artigos do Código Penal, que o criminalizam, o aborto, em todos os casos, deixaria de ser crime,
considerando que, em setembro de 2006, no plano de governo do 2º mandato do atual Presidente, ele reafirma, embora com linguagem velada, o compromisso de legalizar o aborto,
considerando que, em setembro de 2007, no seu IIIº Congreso, o PT assumiu a descriminalização do aborto e o atendimento de todos os casos no serviço público como programa de partido, sendo o primeiro partido no Brasil a assumir este programa,
considerando que, em setembro de 2009, o PT puniu os dois deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso por serem contrários à legalização do aborto,
considerando como, com todas estas decisões a favor do aborto, o PT e o atual governo tornaram-se ativos colaboradores do Imperialismo Demográfico que está sendo imposto em nível mundial por Fundações Internacionais, as quais, sob o falacioso pretexto da defesa dos direitos reprodutivos e sexuais da mulher, e usando o falso rótulo de "aborto - problema de saúde pública", estão implantando o controle demográfico mundial como moderna estratégia do capitalismo internacional,
considerando que, em fevereiro de 2010, o IVº Congresso Nacional do PT manifestou apoio incondicional ao 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3), decreto nª 7.037/09 de 21 de dezembro de 2009, assinado pelo atual Presidente e pela ministra da Casa Civil, no qual se reafirmou a descriminalização do aborto, dando assim continuidade e levando às últimas consequências esta política antinatalista de controle populacional, desumana, antisocial e contrária ao verdadeiro progresso do nosso País,
considerando que este mesmo Congresso aclamou a própria ministra da Casa Civil como candidata oficial do Partido dos Trabalhadores para a Presidência da República,
considerando enfim que, em junho de 2010, para impedir a investigação das origens do financiamento por parte de organizações internacionais para a legalização e a promoção do aborto no Brasil, o PT e as lideranças partidárias da base aliada boicotaram a criação da CPI do aborto que investigaria o assunto,
RECOMENDAMOS encarecidamente a todos os cidadãos e cidadãs brasileiros e brasileiras, em consonância com o art. 5º da Constituição Federal, que defende a inviolabilidade da vida humana e, conforme o Pacto de S. José da Costa Rica, desde a concepção, independentemente de sua convicções ideológicas ou religiosas, que, nas próximas eleições, deem seu voto somente a candidatos ou candidatas e partidos contrários à descriminalizacão do aborto.
Convidamos, outrossim, a todos para lerem o documento "Votar Bem" aprovado pela 73ª Assembléia dos Bispos do Regional Sul 1 da CNBB, reunidos em Aparecida no dia 29 de junho de 2010 e verificarem as provas do que acima foi exposto no texto "A Contextualização da Defesa da Vida no Brasil" [http://www.cnbbsul1.org.br/arquivos/defesavidabrasil.pdf], elaborado pelas Comissões em Defesa da Vida das Dioceses de Guarulhos e Taubaté, ligadas à Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB, ambos disponíveis no site desse mesmo Regional.
COMISSÃO em DEFESA da VIDA do REGIONAL SUL 1 da CNBB

COMO SE PORTAR NO CULTO CRISTÃO

sábado, 21 de agosto de 2010

1. Atitudes Impróprias no Púlpito

Contar gracejos, anedotas ou usar vocabulários vulgares. Não confundir essas coisas com ilustrações adequadas;

Falar gritando o tempo todo. Para que serve o microfone?

Controlar adequadamente o volume dos instrumentos e microfones. Existem pessoas que já não querem voltar a determinadas igrejas porque seus ouvidos não suportam mais o barulhos louco e constante do pregador, dos hinos e dos instrumentos com todo o volume. Isso nunca foi louvor a Deus. Estão enganados os que pensam que é. A Musica deve ser agradável aos ouvidos;

Fazer uma leitura bíblica para a pregação e nunca mais voltar a ela (falar de tudo, menos do que foi lido);

Emitir cacoetes fônicos, como: “eh”, “ah”, quando fica em dúvida, numa pausa forçada, indeciso ou em dificuldade, ou quando lê mal;


Ao subir na plataforma, a pessoa convidada a falar não deve apertar a mão de todos os que lá estão. O fato de ser convidado a falar ou cantar já dispensa o ato de apertar a mão de quem quer que seja. Ao chegar à plataforma, basta um leve aceno respeitoso com a cabeça ou com a mão;

Não aplicar truques aos pecadores ao fazer o apelo. Pessoas há por ai que hoje não vão aos cultos por causa de vexames sofridos em público por parte do pregador. Por falar em apelo, este deveria ser feito estando os crentes com as suas cabeças curvadas e em oração;

Quem chega à plataforma para falar não deve usar de mecanismos para com os crentes. Exemplo: dizer “A paz do Senhor!” e ficar repetindo até que haja eco suficiente nas resposta para agradá-lo. É também o caso do uso descabido e indevido e intempestivo de expressões, com: “Aleluia!”, “Amem!” e “Glória a Deus!”;

Não dar oportunidades a desconhecidos para falar ou cantar. Você está sujeito a vexames, o público poderá ficar escandalizado com o que ouvir, a igreja poderá ficar envergonhada e tudo isso ocorrerá por sua conta! Sim, por causa de quem está dirigindo o culto;

Não conversar no púlpito, não despachar expediente, não mascar chicletes, não sair do seu lugar, a não ser em caso de emergência;

Se você não é o pregador do culto, dose seu tempo quando for convidado a falar. Quando o dirigente do culto convidá-lo para “um testemunho”, isso não deve levar mais do que cinco minutos. Tratando-se de testemunho, não é obrigatório a leitura da bíblia. Se é “uma palavra”, isso não deve passar de dez minutos. “Uma saudação” não deve ir além de cinco minutos e ter conteúdo bíblico. E o ideal é que uma pregação não ultrapasse quarenta e cinco minutos;

Se você for convidado a apresentar fazer os avisos da igreja, se detenha a eles sendo bastante sucinto. Se a oportunidade é para apresentação de visitantes, faça as apresentações com cordialidade sem causar constrangimentos, pois por situações constrangedoras muitas pessoas não voltam mais a igreja.

2. A Conduta da Congregação


A eficácia do púlpito para a mensagem poderosa depende muito da atitude da congregação durante o culto sagrado;

O crente deve fazer no púlpito aquilo que pediu ao dirigente para fazer ou para o que foi convidado a fazer. Muitos são chamados para dar testemunho e acabam pregando e, ainda por cima, cantam mais um hino. Muitos pedem para cantar e acabam pregando também, ou então intercalam um testemunho e cântico. Isso é impróprio, sendo uma maneira de iludir a boa fé do pastor ou dirigente do culto. Outros vão cantar, mas não dizem quantos hinos vão cantar, e então cantam vários hinos. Isso também está errado em se tratando de culto, onde deve haver equilíbrio, ordem e decência;

Quando o coral ou o conjunto cantar, se você não é corista nem integrante do conjunto, não cante, porque isso prejudica a execução do coral ou conjunto. Se você conhece o hino que o coral ou conjunto está cantando, cante intimamente ou então ingresse no coral ou conjunto. Pior é o que ocorre com os solistas, que sem pedirem nada a ninguém, quando ele ou ela menos espera, está “acompanhado” de um bom número de “auxiliares”, e geralmente desafinados;

Irmãos chamados para a leitura bíblica (leitura oficial) acabam fazendo comentários sobre o texto ou ainda falando outras coisas também. Se você foi convidado só para ler a bíblia, faça somente isso. Não tome liberdades. Não se ponha a falar mais nada;

Não copie o modelo de outros pregadores, porque isso jamais dará certo. Procurar sempre melhorar, isto sim, mas imitar outros, não; porque assim você perde a sua individualidade, a sua identidade, que deve ser a sua marca registrada. Quando você tenta ser o que não é, imitando alguém, você perde aquilo que caracteriza você.


Pr. Antônio Gilberto

Coragem Para Recomeçar Após Uma Queda

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

"Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas,
nem te espantes; porque o SENHOR teu Deus é contigo, por
onde quer que andares"
(Josué 1:9).

Quando Jim Burke se tornou chefe de uma nova seção de
produtos da Johnson & Johnson, um de seus primeiros projetos
foi o desenvolvimento de uma pomada para o peito de
crianças. O produto foi um grande fracasso e Burke esperava
ser demitido. Quando ele foi chamado para ir à sala do
Presidente da Companhia, em vez de repreensão e demissão,
encontrou uma recepção surpreendente. "Foi você a pessoa que
nos custou todo aquele dinheiro?" perguntou Robert Wood
Johnson. "Bem, eu quero parabenizá-lo. Se você está
cometendo erros, isso significa que você está arriscando.
Nós não cresceremos a menos que você tente acertar". Alguns
anos mais tarde, quando Burke se tornou presidente da J&J,
ele continuou a usar aquele mesmo slogan. (Sumário do
leitor, outubro/1991, pág. 62 - Readers Digest)

Burke, o homem de nossa ilustração, foi um vitorioso porque
usou de toda a sua coragem e ousadia na busca de seus
propósitos. Sua determinação lhe concedeu uma grande
vitória, levando-o ao posto máximo da empresa onde
trabalhava. Ele tentou acertar e não desanimou diante do
primeiro fracasso. Ele possuía um sonho e perseverou até
alcançá-lo. Ele olhou para o alvo e seguiu em frente, até
chegar lá.

Muitas vezes nos sentimos fracos, insignificantes, sem
forças e sem vida simplesmente porque não temos a coragem e
a ousadia de lutar por nossos sonhos. Vemos dificuldades em
tudo e levamos em nossas mãos um embrulho de pessimismo,
para ser usado como justificativa no primeiro obstáculo
encontrado no caminho.

E por que agimos assim? Por que desanimamos com facilidade?
Por que fixamos nossos olhos na tempestade se ela logo
passará, dando lugar a mais um dia ensolarado?

Burke errou e caiu... talvez tenha caído outras vezes, mas,
sempre se levantou e continuou sua caminhada. E nós, que
temos a companhia do Senhor, devemos desistir? Claro que
não. Somos mais do que vencedores... com Cristo, nós sempre
venceremos.

QUAL O OBJETIVO DA EBD???

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Qual o objetivo da escola dominical? Para que ela existe?

Comparecer a escola dominical é um dilema para muitas pessoas. Alguns, a têm como cansativa.

A referida escola tem sua importância na formação do cristão. Nos primeiros passos da nova vida em Cristo ocorre o discipulado. Posteriormente, o novo membro do corpo de Cristo passa a frequentar as classes comuns de EBD.

O corpo de Cristo tem sua homogeneidade nos pontos fundamentais da fé cristã, sua heterogeneidade nas variantes da cultura, na individualidade do indivíduo, na identidade particular de cada igreja. Conjugado a isso, tem-se professores e alunos com concepções diferentes sobre o que seja a escola dominical.

Refletir sobre a educação cristã requer uso de um instrumento delimitante, a Bíblia. O professor deve ter convicção nas verdades nela estabelecidas para que possa ensinar aos alunos. O discurso sem vivência, experiência e crença, é vazio, sem efeito positivo.

Na sociedade pós-moderna é ensinado e divulgado que não existem verdades absolutas e que tudo é relativo. Essa filosofia questiona autenticidade das Sagradas Escrituras e a sua veracidade. Surge a questão: Como trabalhar e desenvolver os conceitos bíblicos?

Em 2 Timóteo 3:16 diz: “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça;”. A Bíblia é a Palavra de Deus. Todo educador deve tê-la como alimento e sustento, para que possa cuidar do crescimento espiritual dos educandos.

O ensino na escola dominical deve ser contextualizado, respondendo as questões da sociedade moderna, aos anseios dos alunos, construindo sólida formação para que o discípulo de Cristo para cumprir com eficiência e eficácia a carreira que está sendo proposta a cada um de nós.

Somado a isso, uma vida cristã com compreensão do que realmente seja a vontade de Deus para cada filho seu.

'TEMPERO ESPIRITUAL"

terça-feira, 10 de agosto de 2010

"Bom é o sal; mas, se o sal degenerar, com que se há de
salgar?"
(Lucas 5:34).

Dr. E.S. Hutchison disse: "O trabalho do Senhor é como sal e
pimenta na comida. uma pequena pitada pode torná-la
saborosa." (Paul W. Powell)

Que prazer temos tido na presença de nosso Senhor Jesus
Cristo? O que tem representado para nós a ida aos cultos, os
cânticos e os sermões pregados na igreja? Temos achado tudo
muito repetitivo, desinteressante e enfadonho?

Se não nos alistarmos nos exércitos de Deus e não
participarmos das batalhas, não desfrutaremos das alegrias
obtidas nas vitórias. Se não nos envolvermos nos diversos
ministérios que a obra de Deus nos oferece, não cresceremos
espiritualmente, não sentiremos o mover do Espírito de Deus
e não nos regozijaremos com as Suas bênçãos.

Quando achamos que as coisas do Senhor estão muito chatas é
sinal de que está faltando uma pitada de tempero espiritual
-- nosso trabalho, nosso envolvimento, nossa dedicação,
nosso amor à obra de Deus.

Você tem sentido que está faltando o sal espiritual para sua
vida melhorar? Seus dias têm sido monótonos e não encontra
neles qualquer ânimo? Já pensou em deixar o Senhor para trás
e procurar outros caminhos? Tenha certeza de que nada poderá
alegrar sua vida a não ser que a tempere com as coisas
celestiais. Faça isso e verá que seus dias cinzentos se
tornarão coloridos e cheios de satisfação.

O Senhor nos chamou não apenas para irmos aos cultos,
ouvirmos os hinos e a mensagem e depois voltar para casa.
Ele nos chamou para trabalhar. E essa é a pitada de sal e
pimenta que tornará nossas vidas cristãs plenas de gozo e
alegria. Encontraremos sabor nas coisas do Senhor e seremos
sabor para o mundo que está ao nosso redor.

Uma Posição Elevada

sábado, 7 de agosto de 2010

"E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre
o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo
do teu senhor"
(Mateus 25:21).

Quando Andrew Jackson era Presidente dos Estados Unidos, um
certo homem pediu para ser designado para um cargo de
confiança. Jackson perguntou a ele sobre sua atual ocupação.
Ele respondeu que era um ministro do Evangelho. "Bem,
senhor", disse o Presidente, "você terá que descer desta
posição sublime e elevada para ocupar o cargo mais alto que
eu poderia lhe dar neste governo."

Como é importante a nossa posição quando estamos a serviço
de Deus! Seja qual for o serviço que estejamos desempenhando
na seara do Mestre, será sempre uma bênção que deveremos
agradecer todos os dias ao nosso Senhor Jesus Cristo.

Quer sejamos pastores, diáconos, líderes de departamentos,
participantes do louvor ou um simples introdutor para
cumprimentar os visitantes que chegam para as reuniões,
precisamos compreender que devemos estar muito felizes por
Deus nos ter escolhido para aquela função. Trabalhar para o
Senhor traz regozijo ao nosso coração e alegria ao coração
do Senhor. "Fostes fiel no pouco, sobre o muito te
colocarei", é o ensino das Escrituras para todos os que
ouvem o chamado do Senhor e dizem "sim".

Muitos são os empregos que podemos ter para o nosso sustento
e o de nossa família. Eles são necessários e fazem parte da
vida diária de qualquer pessoa. Mas, nenhum emprego ou
salário poderá nos dar mais prazer do que estar diante do
Salvador e dizer: "Eis-me aqui".

Se o nosso trabalho e a remuneração que ele nos dá não for o
melhor para nós, de qualquer maneira estaremos felizes por
saber que servimos ao Senhor. Se, ao contrário, tivermos um
bom emprego e salário, e não tivermos a bênção de servir ao
Senhor, o dinheiro recebido não poderá nos dar a mesma
alegria do exemplo anterior.

O melhor, portanto, é estar trabalhando para o Senhor. Se o
nosso trabalho secular não for bom, seremos felizes e, se
for bom, a nossa felicidade será ainda maior.

Ídolos Ou Ferramentas?

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Ídolos Ou Ferramentas?

"E a arrogância do homem será humilhada, e a sua altivez se
abaterá, e só o SENHOR será exaltado naquele dia. E todos os
ídolos desaparecerão totalmente(Isaías 2:17:18).

Minha esposa Jeanne e eu, uma vez, jantamos com um homem
rico, de uma família de sangue azul de Boston. Eu perguntei
a ele: "Como você conseguiu crescer no meio de tanta riqueza
sem ser consumido pelo materialismo?" O homem respondeu:
"Meus pais nos ensinaram que tudo que existe em nossa casa
pode ser usado como um ídolo ou uma ferramenta." (Howard
Hendricks)

Muitas vezes perdemos a felicidade e deixamos de ser uma
bênção nas mãos de Deus porque enveredamos pelo caminho da
vaidade e do orgulho. Temos tudo e nos vangloriamos disso e,
insatisfeitos, procuramos ter mais e mais para que todos
saibam que somos pessoas de grande sucesso e poder.

Se temos uma bela casa, começamos a lamentar o fato de não
termos adquirido uma casa ainda melhor. Se temos um carro de
excelente qualidade e conforto, praguejamos por nosso
vizinho ter um carro ainda mais bonito ou mais caro. Se
somos promovidos a um cargo que nos proporciona uma renda
mensal suficiente para vivermos bem com nossa família,
murmuramos diante de Deus porque o nosso objetivo era o
outro cargo, mais elevado e com um salário superior. É a
velha história de não estarmos nunca satisfeitos com o que
temos.

Sabemos que as coisas materiais não serão jamais o caminho
para a nossa satisfação. Sempre estaremos em busca de novos
bens e, ao conquistá-los, começaremos a querer outros mais.
O materialismo traz insegurança, tristeza, frustrações e,
quase sempre, depressão. O homem que pensa apenas em ter,
jamais alcançará o seu objetivo.

Quando compreendemos que os valores materiais não devem ser
idolatrados e que podem servir, sim, como instrumentos para
o bem-estar de muitos, então aprendemos a agradecer a Deus
por todos eles e a pedir a Ele que nos oriente para que
sejam usados para a glória de Seu nome. O que poderia ser um
ídolo ou um objeto de vanglória, passará a ser uma
ferramenta de grande bênção para a nossa felicidade e para a
felicidade de todos que estão ao nosso redor.

Deus tem grandes riquezas para nos dar, mas, serão
ferramentas para o nosso regozijo e não ídolos para a nossa
perdição.

Converse Com Ele!

domingo, 1 de agosto de 2010

"Eis que pararam junto delas dois homens, com vestes
resplandecentes. E, estando elas muito atemorizadas, e
abaixando o rosto para o chão, eles lhes disseram: Por que
buscais o vivente entre os mortos? Não está aqui, mas
ressuscitou"
(Lucas 24:4-6).

Dois jovens incrédulos estavam discutindo sobre a
ressurreição de Cristo. Cada um deles tentava mostrar ao
outro o motivo pelo qual não acreditava que o fato havia
acontecido. Nesse momento vinha passando Deacon Myers e um
dos jovens, de forma zombeteira, chamou-o e falou: "Diga,
Deacon, por que você acredita que Jesus ressuscitou". "Bem",
disse Deacon, "uma das razões é que eu conversei com Ele por
meia hora nesta manhã."

O nosso coração se enche de júbilo, tanto por Cristo ter
ressuscitado como por podermos falar com Ele a qualquer
momento que desejarmos. Ele está vivo! Ele está junto a nós!
Ele ouve as nossas orações e responde-nos!

Perdemos tempo, enchemo-nos de dúvidas e, quase sempre,
sentimo-nos frustrados quando recorremos a outras pessoas
que nada podem fazer por nós e nenhuma resposta têm para nos
dar. E se o nosso Senhor está vivo e ouve a nossa voz, não é
melhor ir direto a Ele?

Muitas vezes murmuramos, queixamo-nos de tudo estar errado
em nossas vidas, mas, continuamos nos recusando a buscar a
Deus. Ele está ali, bem diante de nós, com um cesto de
bênçãos para nos dar e... não as recebemos. E por que não
somos abençoados? Será que Deus não gosta de nós? Será que
Ele prefere outras pessoas? Claro que não! Ele nos ama --
Ele ama a todos. Ele está com as mãos estendidas, oferecendo
tudo de bom para nos fazer felizes. E nós o ignoramos, não
estendemos o nosso braço para receber o que nos oferece,
preferimos o incerto em lugar do certo que Ele nos quer dar.

Você crê que Jesus ressuscitou? Quer ter uma vida abençoada?
Converse com Ele!

Vida Abundante No Presente

quinta-feira, 29 de julho de 2010

"eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância"

(João 10:10).

"Um número incrível de cristãos acredita no que Cristo fez
por eles no passado. Crêem também no que Ele vai fazer por
eles no futuro. Mas, não se sabe por que razão, não crêem no
que Ele pode fazer por eles agora. Eles pensam que Cristo
representa só um futuro seguro, mas, isso não lhes
interessa, pois, estão preocupados com os benefícios que
possam ter imediatamente." (Zig Ziglar)

Será que essa também é a nossa verdade -- Cristo é apenas
alguém que morreu pelos nossos pecados e que, ao morrermos,
abrirá para nós a porta dos Céus? E enquanto isso não
acontece, o que representa o Senhor para nós? Podemos
imaginar que só devemos pensar nisso quando alcançarmos a
velhice, mas, e se não chegarmos a envelhecer? E se chegarmos
diante da porta ainda jovens, encontrando-a fechada?

Quando lembramos de Cristo apenas pelo que Ele fez no
passado e o que poderá fazer no futuro, perdemos a
oportunidade de desfrutar de tudo o que Ele tem para nós no
presente. Ele não veio a este mundo apenas para morrer em
uma cruz, mas, também para nos ensinar a viver de maneira
plena e abundante.

A Palavra de Deus nos assegura que em Sua presença
encontramos a verdadeira alegria. Ele nos promete grandes
vitórias e garante que jamais sairá de nosso lado. Ele nos
diz que podemos atingir tudo que almejamos de bom neste
mundo, porque, ao crermos nEle, tudo nos será possível.

Seremos muito mais abençoados e teremos um encontro com o
Salvador com muito maior regozijo se, depois de o recebermos
como Senhor em nossos corações, caminharmos com Ele em amor,
fé e pureza.

Você só lembra de Cristo pelo que Ele fez no passado, pelo que
fará no futuro, ou quer gozar de tudo que Ele pode fazer
também no presente?

Aprontando Os Motores

segunda-feira, 26 de julho de 2010

"mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças;
subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão;
andarão, e não se fatigarão"
(Isaías 40:31).

Não existe algo do tipo compromisso parcial. Quando o piloto
de um grande avião encontra-se em alta velocidade em uma
pista de decolagem, existe um determinado ponto em que ele
não pode decidir permanecer no chão. Ao cruzar aquela linha,
ele tem que fazer a aeronave subir ao ar ou ocorrerá um
grave desastre. Aquele piloto não pode mudar de idéia quando
o avião tiver alcançado dois terços da pista. Infelizmente,
nossas igrejas estão cheias de membros que "jamais deixaram
o chão". Eles passam anos e anos com seus motores parados.

Enquanto não colocamos em prática a nossa fé e aceitamos as
promessas do Senhor, nossas vidas continuam apagadas, sem
sal, sem perfume, sem brilho. Espiritualmente não somos
nada, não alcançamos nada, nossos sonhos não se concretizam,
nossos planos não saem do papel e podemos dizer até que,
como cristãos, somos um desastre total.

Mas a situação pode ser mudada a qualquer momento. Com a
ajuda do Senhor podemos retornar à pista de vôo. Podemos
encher nosso tanque do combustível celestial, limpar os
nossos motores até então ressecados e, com gozo e alegria no
coração, subir em direção à vontade de Deus e desfrutar das
grandes bênçãos preparadas para os que voam nas asas do
Espírito.

O que não devemos fazer é estar conformados com uma vida
estacionada, sem objetivos, sem anseios. Se prestarmos
atenção à pista, veremos que estamos sobre a linha da
decisão, do compromisso, do desligamento das coisas
terrestres para uma nova vida em Cristo, plena, abundante,
vitoriosa.

Com os potentes motores da fé, com o combustível da oração e
com a rota traçada pela Bíblia, chegaremos em segurança aos
lugares mais remotos, ao aeroporto da felicidade eterna.

Compromisso Valioso

domingo, 25 de julho de 2010

"Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu
és meu"
(Isaías 43:1).

"Menos de dez por cento dos americanos são cristãos
verdadeiramente comprometidos com Cristo", diz o pesquisador
George Gallup, que acrescenta que estas pessoas "são muito
mais felizes que o resto da população". "Os cristãos
comprometidos, disse Gallup , "são mais tolerantes que a
maioria dos americanos, mais envolvidos em atividades
caridosas e são totalmente comprometidas com oração".
"Muitos outros americanos, além desses dez por cento,
professam ser cristãos", continua Gallup, "porém, pouco ou
nada sabem sobre vida cristã e agem do mesmo modo que os não
cristãos."

No Brasil, temos muitos ateus que usam expressões como
"graças a Deus" e muitos religiosos que ignoram
completamente a Deus e Sua Palavra. Muitos de nós,
infelizmente, vamos à igreja, cantamos hinos, batemos palmas
durante as reuniões, carregamos uma Bíblia debaixo do braço,
mas, ao sair do templo, mostramos que não estamos
comprometidos com o Senhor e envergonhamos a Deus em nosso
procedimento.

Quando abrimos nossos corações para Cristo, recebendo-O como
Senhor e Salvador de nossas vidas, estamos dizendo que não
pertencemos mais a este mundo, que passamos a ser cidadãos
dos Céus, que fomos transformados e que o nosso prazer, a
partir daquele momento, é louvar e adorar Àquele que perdoou
os nossos pecados e nos fez novas criaturas.

O nosso compromisso não é mais com a mentira, nem com os
enganos deste mundo, nem com o "vale tudo para alcançar os
meus objetivos". Meu compromisso passa a ser com a
santidade, com a verdade, com uma vida espiritual brilhante,
com a proclamação do Evangelho.

Eu quero ser contado como um dos comprometidos inteiramente
com Deus. E você?

"O pastor" dos não cristãos!

quarta-feira, 21 de julho de 2010

"O pastor" dos não cristãos!

Temos visto impressionantes marcas numéricas quando se fala em valores, milhões de reais o autor Augusto Cury já faturou com a vendagem de seus livros. O que tem de tão interessante seus livros?
O autor em questão é um ex-ateu que chegou a conclusão empírica cientifica que é impossível um ser humano ter uma personalidade como a de Jesus Cristo, pois suas ações e reações fogem do padrão humano, somente um ser divino poderia alcançar este nível! É uma afirmação no mínimo interessante alguém chegar ao conhecimento da parcial essência do divino por meio de um estudo cientifico– psicológico.
Tive o privilegio de ler e apreciar vários de seus livros, que tem uma linearidade e exegese de textos bíblicos e históricos que qualquer pastor teria condições de fazer, desenvolve linhas de raciocínio lógicas e previsíveis, porem interessantes, mostra sublinarmante o caminho sem necessariamente apontá-lo, aconselha em seus livros o que aconselhamos muitas vezes em nossos gabinetes pastorais, sobre os conflitos dos homens e suas dificuldades em permanecerem firmes em seus objetivos, sobre suas ´´janelas killers`` e a capacidade do próprio homem de resgatar a paz consigo mesmo liberando o perdão ao seu próximo que no passado o magoou, ou até mesmo traumas de quem não gosta de flores pois quando na infância a mãe gritou com este e disse para não por mao na roseira pois tinha espinhos e este não pega em nenhuma flor por ´´achar`` - ( o cérebro da uma alerta) que todas tem espinhos, mesmo sabendo que não tem. Para aqueles que entendem sua mensagem, ele tem o propósito de com seus livros fazer com que você se deite em seu divã e receba seus conselhos e destrua seus monstros. O fato é: Talvez sejamos muito capacitados para fazer este trabalho à luz das escrituras, talvez devêssemos adentrar este campo literário com uma visão melhor, talvez devêssemos usar nossa sobriedade bíblica para ser mais que um Augusto Cury: ´´O pastor`` dos não cristãos, talvez nós déssemos ser o pastor dos nãos cristãos, o pastor dos cristãos, o pastor da comunidade, do bairro, da cidade, do país e do mundo. Influenciando-os também literariamente, campo vasto e chamativo. Quem sabe com a força do altíssimo poderemos estar nas maiores livrarias, nas prateleiras dos livros de ´´auto - ajuda , ou ajuda do alto``pregando o evangelho autentico. Pense nisso!

Arrogancia, fiha da Soberba!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Há pouco recebi a triste notícia de que uma grande igreja que havia sido fundada por um homem de Deus, ao perceber que em virtude da idade o seu pastor não conseguia mais dar conta do recado, o jubilou homenageando-o com o nome de uma sala. Na verdade, para os irmãos daquela igreja, o velho pastor já não possuía mais nenhuma serventia, restando-lhes somente demiti-lo de sua função.

O velho pastor, viu a dedicação de TODA uma vida ser resumida no nome de uma sala.

Caro leitor, Lutero comumente dizia que existem três cachorros perigosos: a ingratidão, a soberba e a inveja, e que quando mordem deixam uma ferida profunda. Shakespeare costumava dizer que possuir um filho ingrato é mais doloroso do que a mordida de uma serpente; já, Miguel de Cervantes afirmava que a Ingratidão é filha da soberba.


Pois é, o ministério pastoral está repleto de pessoas ingratas e ser alvo delas é absolutamente estarrecedor. Comumente ouço reclamações de inúmeros pastores que se queixam das ações e reações de presbíteros, diáconos e irmãos em Cristo, que por motivos banais esqueceram no canto da existência expressões de afetividade, amor e respeito.


Ora, sofrer ingratidão por parte daqueles com quem nos relacionamos é extremamente dolente. Infelizmente num mundo “ensimesmado” e egoísta como o nosso, tornou-se comum encontrarmos nas estradas da vida pessoas ingratas. O apostolo Paulo afirmou em sua segunda carta a Timóteo de que nos últimos tempos os homens seriam amantes de si mesmos. Na verdade, segundo Paulo, a geração dos últimos dias estaria muito mais preocupada com seu próprio umbigo, do que com a dor do próximo.


O imperador brasileiro Pedro II, em um esplêndido soneto sobre a ingratidão afirmou que a dor que maltrata, a dor cruel que o ânimo deplora que fere o coração e quase mata, é ver na mão cuspir, à extrema hora, a mesma boca aduladora e ingrata, que tantos beijos nela deu outrora.”


Que Deus nos livre de sermos ingratos como também de sofremos ingatidão.

AJUDA DO BRASIL AO EXTERIOR!!!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Uma reportagem veiculada pela revista britânica "Economist" calcula que os recursos gastos pelo Brasil em ajuda humanitária e desenvolvimento no exterior podem chegar a US$ 4 bilhões por ano.

O cálculo, que inclui as iniciativas brasileiras de assistência técnica, cooperação agrícola e ajuda direta a países da África e América Latina, mostra que o Brasil "está se tornando rapidamente um dos maiores doadores mundiais de ajuda aos países pobres", diz a revista.

A reportagem chega ao montante de US$ 4 bilhões somando os recursos da Agência Brasileira de Cooperação, projetos de cooperação técnica, ajuda humanitária a Gaza e ao Haiti, recursos destinados ao programa de alimentos da ONU e outros, e financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento, o BNDES, nos países emergentes.

Entretanto, a "Economist" questiona a rapidez com que o Brasil tem elevado sua ajuda no exterior, apontando que a estrutura burocrática do Estado brasileiro dedicada a encaminhar esta ajuda está sobrecarregada e lembrando que o próprio Brasil ainda precisa combater bolsões de pobreza dentro de seu próprio território.

A análise é publicada no momento em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva retorna de uma viagem por seis países da África, nos quais promoveu parcerias no campo do biocombustível e reiterou a existência de linhas de crédito do BNDES para projetos no continente africano e latino-americano.

"Este esforço em ajuda, embora não seja chamado assim pelo governo, tem grandes implicações", diz a revista.

"Distribuir assistência na África ajuda o Brasil a competir com a China e a Índia por influência no mundo em desenvolvimento. Também angaria apoio para a campanha solitária do país por um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU."

Outro fator, lista a revista, seria a abertura de mercados para os produtos brasileiros a partir das iniciativas de cooperação e a aproximação do Brasil com os países em desenvolvimento.

A reportagem compara a assistência brasileira com a chinesa. Afirma que a influência do Brasil é percebida como mais simpatia porque se volta para programas sociais e agrícolas, enquanto a chinesa promoveria, aos olhos dos países ocidentais, práticas corruptas e polêmicas sobretudo no campo da infraestrutura.

Entretanto, a "Economist" vê o que chama de "ambivalência" nos programas de ajuda do Brasil. Lembra que o país ainda precisa combater bolsões de pobreza dentro de seu próprio território, aponta deficiências na estrutura burocrática voltada para a cooperação internacional e avalia que funcionários e instituições voltados para este fim estão "sobrecarregados" com o crescimento exponencial do volume de assistência durante os anos do governo Lula.

Para a "Economist", até resolver esses gargalos, "o programa de ajuda do Brasil permanecerá um modelo global à espera - um símbolo, talvez, do país como um todo".

BBC Brasil

Amontoando Riquezas... Que Riquezas?

quarta-feira, 14 de julho de 2010

"Na verdade, todo homem anda qual uma sombra; na verdade, em
vão se inquieta, amontoa riquezas, e não sabe quem as
levará"
(Salmos 39:6).

Você já viu uma lápide com um "$" escrito sobre ela? Eu
nunca vi. Conhecemos centenas de pessoas que viveram ou
ainda vivem com um único propósito: acumular riquezas.
Porém, não conhecemos ninguém que deseje que o juízo final
para sua vida seja baseado naquilo que ele conseguiu ganhar.
As pessoas desejam que, em seu obituário, todos possam ler a
respeito de sua vida a serviço da humanidade e não um
balancete de sua riqueza.

Qual tem sido a nossa meta para uma vida vitoriosa e feliz?
Ganhar muito dinheiro? Parece que nos últimos dias tem
aumentado o número de pessoas que se aplicam apenas a isso.
Até uma grande parte de nossas igrejas tem enfatizado a
"benção de ficar rico". Nos programas de televisão ou de
rádio, os testemunhos dizem apenas isso: "Eu agora tenho
dinheiro, tenho empresas, tenho carros, tenho..." e Jesus
Cristo, nosso Senhor e Salvador, que entregou Sua vida por
nós em uma cruz, não é citado uma vez sequer.

Seria essa a grande bênção a alcançar para nossas vidas
espirituais? Seria esse o caminho da vida abundante e
eterna? Foi para isso que o Senhor nos salvou?

Ser um vencedor não significa ter um grande patrimônio
financeiro. Ter uma vida abençoada não implica em aumentar a
conta bancária. Melhor que todo o ouro e prata deste mundo é
estar feliz diante do altar de Deus, é ter a certeza de que
Ele caminha ao nosso lado e que jamais nos abandonará, é
poder deitar e descansar tranquilamente. Ele nos prometeu
suprir as necessidades, não seria isso o bastante? E se Ele
quiser nos dar muito dinheiro, glórias a Ele. Estaremos
muito alegres, não apenas pelo dinheiro em si, mas, pela
bênção do Senhor ter desejado no-lo dar.

No dia em que o Senhor vier nos buscar, não lhe mostraremos
o extrato de nossas contas, mas os nossos corações, cheios
de amor, de bondade, do prazer de poder seguir com Ele para
as mansões celestiais.

O IMPOSSÍVEL TORNA-SE FÁCIL

sábado, 10 de julho de 2010

"Jesus, fixando neles o olhar, respondeu: Aos homens é isso
impossível, mas a Deus tudo é possível"
(Mateus 19:26).

George Balanchine, o grande coreógrafo, faleceu em 30 de
abril de 1983, com 79 anos de idade. "Sr. B", como era
carinhosamente conhecido por seus dançarinos, "possuía um
poder mágico sobre seus artistas. Ele lhes mostrava como
fazer os impossíveis parecerem fáceis." (Diário Wall Street,
05/05/1983)

Podemos aproveitar esta notícia de jornal, concernente ao
mundo dos espetáculos, para refletir sobre nosso
relacionamento espiritual com o Senhor Jesus. Haveria alguma
coisa difícil para Ele? Poderíamos dizer que uma situação
seria impossível de ser resolvida por Ele?

E se todas as coisas lhe são possíveis, por que desanimamos
com facilidade? Por que curvamos nossas cabeças como se
estivéssemos conformados com a derrota? Por que continuamos
murmurando pelos cantos em vez de estar cantando e louvando
a Deus?

Se somos capazes de ir à igreja, de glorificar o Seu nome,
de ler a Sua Palavra e conversar com o Senhor em oração, por
que não colocamos em prática a nossa fé? Precisamos dar um
basta na incredulidade e saltar sobre as pedras das
decepções. Elas não devem ter poder para nos fazer desistir.
Elas não podem tirar a nossa motivação. Elas não podem
apagar o nosso sorriso. Elas não conseguirão evitar as
nossas conquistas.

Quando estivermos enfrentando grandes crises, precisamos
lembrar que grande não é o nosso problema e sim o nosso Deus
que a todos soluciona.

Tudo é possível para o Senhor! Tudo é possível para nós que
cremos no Senhor! Somos vencedores... sempre... seja qual
for a circunstância!

O Valor De Quem Faz

terça-feira, 29 de junho de 2010

"Vinde, benditos de meu Pai..." (Mateus 25:34)

Walt Disney estava acostumado a ser rejeitado. Ele estava
arruinado quando circulou por Hollywood com sua idéia do
desenho do Mickey Mouse. Pode alguém imaginar ele tentando
vender um rato falante, com falsete, nos tempos do cinema
mudo? Walt Disney tinha um grande sonho, e crianças de todos
os lugares, desde a Disney World no Japão ao Epcot Center na
Flórida, serão eternamente gratas. Era Walt Disney um homem
mais importante quando estava sem dinheiro e narrando a voz
original do Mickey Mouse, ou depois que fez todos seus
grandes filmes... ou depois de construir a Disneilândia...
ou depois de construir a Disney World em Orlando? O valor
está na pessoa que faz e não no que ele faz. (Denis Waitley)

Quais têm sido os nossos sonhos? Em que temos nos empenhado
a cada momento de nossas vidas? E qual tem sido a nossa
reação diante de um fracasso ou uma frustração? Desanimamos?
Desistimos? Abaixamos a cabeça em sinal de resignação? Ou,
determinados, sacudimos o pó da decepção e retomamos a
marcha em busca de nossa realização até que a vitória nos
receba de braços abertos?

Precisamos ter em mente que o mais importante não é aquilo
que pretendemos fazer, nem o sonho a realizar, nem a vitória
a ser alcançada. O mais importante somos nós, que concebemos
o sonho, que lutamos para alcançá-lo, que nos regozijamos
com a conquista. O grande vencedor não é o sonho ou a meta
atingida e sim eu e você, criados à imagem e semelhança do
Senhor, escolhidos para viver a eterna e verdadeira
felicidade.

Somos nós que podemos escolher abrir o coração para Jesus,
optar por amar em vez de odiar, de cantar no meio da
tempestade, de sorrir em lugar de murmurar. Somos nós os
amados de Deus, os eleitos para viver abundantemente, os
herdeiros do Céu preparado por Deus.

Valorize não apenas o que deu certo ou errado em sua vida.
Valorize a você mesmo.. é isso que importa e é isso que fará
de você uma pessoa realmente feliz.

UM DIA NA VIDA DE UM NÃO-DIZIMISTA!

segunda-feira, 28 de junho de 2010
UM DIA NA VIDA DE UM NÃO-DIZIMISTA!
O "não dizimista" acorda de manhã e não encontra palavras para orar, seu semblante é carrancudo, e seu prognóstico para o dia que começa é dos um dos piores possíveis, ele logo pensa: "nada pior do que um dia após o outro, pois terei mais um dia em que terei de lutar pelo meu sustento, que aliás, só depende do meu esforço!". Ele se levanta, e ao sentar-se à mesa do café da manhã, contempla o pão, a manteiga, o café , o leite, mas não dá graças a Deus por nada! Ele apenas sussura uma prece mal-agradecida, um "obrigado, Senhor!" encabulado e sem ardor no coração.

Ele sai para o trabalho, dedica-se com empenho durante suas oito horas de batente, e logo já tem planos para os gastos advindos de tão grande peleja. Ele raciocina consigo mesmo, à semelhança daquele louco do texto de Lucas 12, que pensava em derribar seus celeiros e construir outros maiores a fim de abrigar todos os seus víveres. A vida de um não dizimista é desgastante, pois ela se limita ao "já", ao "agora", e não tem nenhuma consideração no viés da eternidade. Tudo é cogitado para as conquistas materiais e o curioso é que no caso de meu personagem aqui, mal o dinheiro recebido como salário chega em suas mãos ele se dissipa rapidamente. Um dia, o não dizimista chegou até a pensar: "Será que o fato de eu não poder cumprir meus compromissos com o salário que recebo é sinal de que estou sob o peso do devorador que o Senhor Deus se compromete a expulsar da vida de quem é fiel em suas contribuições? Ele se lembra de Malaquias 3:11: "E por causa de vós repreenderei o devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; e a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos". Mas, logo o não dizimista pensa consigo mesmo (de novo, sempre sozinho!), esse é um texto do Velho Testamento, não tem nada ver com o "tempo da graça" que vivemos hoje! Mais, uma vez ele prefere se enganar do que pura e simplesmente, crer!

Ai, chega o momento mais curioso do dia do não dizimista, é quando ele vai à sua igreja (sim, ele é membro de uma igreja evangélica!). Chegando lá ele estranha que o culto está diferente, e ele repara nos detalhes: o templo está imundo, pois ele nunca contribuiu para o pagamento da zeladora. Além disso, as lâmpadas estão apagadas (ele não contribui também para o pagamento da energia elétrica do templo). Também ele fica mais ainda chocado quando não recebe um boletim na sua chegada, pois ele não colabora também no pagamento da secretária, ventilador nem pensar (ele não ajudou na compra do mesmo, e ainda mais agora, sem energia elétrica). Ele senta-se sozinho, para variar, pois os outros não dizimistas nem lá apareceram, sabe por que? Porque aquela seria a noite do levantamento de oferta missionária, e eles nem ousaram participar!

Ele logo se pergunta: onde está o pastor, quero falar com ele, me aconselhar... mas, ele descobri que como nunca dizimou, se dependesse de sua colaboração, o pastor jamais teria conseguido sustento para a sua família. Resultado: o culto do "não dizimista" não tem pastor, por conseguinte, não tem música (o som, os instrumentos e os cursos mantidos pela igreja aos músicos todos são oriundos dos dízimos dos fiéis!). Ora, não há culto, não há altar, não há vida, não há solenidade, não há Deus!

O nosso "não dizimista" começa a chorar! Ele se lembra dos apelos bíblicos ligados à entrega voluntária e generosa de contribuições para a causa do Senhor, para o sustento de sua obra! Textos como:

(Números 18:21) - E eis que aos filhos de Levi tenho dado todos os dízimos em Israel por herança, pelo ministério que executam, o ministério da tenda da congregação.

(Deuteronômio 12:11) - Então haverá um lugar que escolherá o SENHOR vosso Deus para ali fazer habitar o seu nome; ali trareis tudo o que vos ordeno; os vossos holocaustos, e os vossos sacrifícios, e os vossos dízimos, e a oferta alçada da vossa mão, e toda a escolha dos vossos votos que fizerdes ao SENHOR.

(II Crônicas 31:5) - E, depois que se divulgou esta ordem, os filhos de Israel trouxeram muitas primícias de trigo, mosto, azeite, mel, e de todo o produto do campo; também os dízimos de tudo trouxeram em abundância.

(Neemias 10:37) - E que as primícias da nossa massa, as nossas ofertas alçadas, o fruto de toda a árvore, o mosto e o azeite, traríamos aos sacerdotes, às câmaras da casa do nosso Deus; e os dízimos da nossa terra aos levitas; e que os levitas receberiam os dízimos em todas as cidades, da nossa lavoura.

(Malaquias 3:8) - Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas.

E isso, ele lembrou-se só do Antigo Testamento. Mas, o Senhor ainda lhe fez lembrar dos exemplos vivos do Novo Testamento. Como aquela fala de Jesus que não devemos omitir o dízimo da prática de nossa piedade:

(Mateus 23:23) - Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas.

O Senhor ainda teve misericórdia do nosso "não dizimista" ao fazê-lo reflitir naquele culto às escuras do exemplo daquele viúva que "deu tudo o que tinha" e recebeu uma palavra de consideração entusiasta:

(Lucas 21:2) - E viu também uma pobre viúva lançar ali duas pequenas moedas;
(Lucas 21:3) - E disse: Em verdade vos digo que lançou mais do que todos, esta pobre viúva;

Dai, houve quebrantamento! O nosso amigo "não dizimista" resolveu se converter de verdade, e se comprometeu a ser fiel na entrega de seu dízimo mês a mês. O final da história, quem é dizimista sabe como foi... Seu dinheiro mês a mês passou a dar para todas as suas despesas, ele passou a acordar todos os dias com uma oração sincera para ser feita a Deus, e, como coroação de tudo: seu culto passou a ter mais vida, mais calor e ele deixou de sempre estar sozinho, afinal de contas: igreja é relacionamento!

Ah! não posso deixar de citar aqui: os desafios missionários de sua igreja passaram a ser todos ultrapassados! E ele pôde gritar à plenos pulmões: sou participante da obra de Deus e não mero expectador! Em outras palavras, ele disse: "Chega de ser parasita!".

Tome Cuidado!

quinta-feira, 24 de junho de 2010

"E desceu a chuva, correram as torrentes, sopraram os
ventos, e bateram com ímpeto contra aquela casa; contudo não
caiu, porque estava fundada sobre a rocha"
(Mateus 7:25).

Em Kenesaw, durante a batalha, aqueles que se aproximaram de
uma certa árvore foram atingidos por tiros. Oito homens
morreram naquele lugar.Os acontecimentos deixavam um alerta:
"Tome cuidado!" Um homem, querendo mostrar que não
acreditava naquilo, disse: "Eu acho isso uma bobagem e não
tenho medo de ir até a árvore. Não existe nenhuma razão para
se achar que um homem é mais facilmente atingido por um tiro
quando está perto daquela árvore". Ele encaminhou-se para
junto da árvore e imediatamente caiu, mortalmente ferido.
(Talmage)

Da mesma forma que acontecia com os homens em nossa
ilustração, muitos crêem que não há nenhum perigo ou maiores
possibilidades de problemas quando se afastam de Deus e se
aproximam do pecado. Até dizem que ir à igreja, receber
Cristo no coração, louvar e glorificar ao Senhor são
bobagens e que ninguém deve se preocupar com isso. Querem
mostrar sua coragem ao desafiar o perigo e, muitas vezes, só
compreendem o erro quando já é tarde demais para voltar
atrás.

A Palavra de Deus nos relata em todo o seu conteúdo: "Tome
cuidado!" Os homens e mulheres de Deus, que experimentaram a
bênção de uma vida mais obediente e vitoriosa, também nos
advertem: "Tome cuidado!" Em diversas ocasiões e de várias
maneiras, somos avisados: "Tome cuidado!" E por que não lhes
damos crédito?

A vida é constituída de batalhas. Todos nós as enfrentamos.
Quer sejamos bons ou maus, não estamos livres de passar por
momentos de grandes tempestades. Porém, quando somos
cuidadosos e obedientes à direção do Senhor, colocando-nos
sobre Seu abrigo e Seus cuidados, menos probabilidades
teremos de sermos abatidos por aquele que veio apenas para
"roubar, matar e destruir". Em Cristo sempre seremos
vencedores.

Se você pretende continuar caminhando em direção ao pecado,
eu só posso lhe dizer: "Tome cuidado!"