Igreja cresce na Coreia do Norte e cidadãos deixam de idolatrar o ditador Kim Jong-un

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Um desertor da Coreia do Norte disse que as pessoas estão aceitando enfrentar os riscos de praticar a fé cristã no país

Fonte: Guia-me / com informações do Telegraph | 16/08/2017 - 14:00


O regime norte-coreano continua a perseguir qualquer pessoa que exerça sua fé (cristã ou qualquer outra) dentro das suas fronteiras, de acordo com um novo estudo do governo dos EUA, embora relatórios do país estejam sugerindo que cada vez mais pessoas estejam abandonando a idolatria ao ditador Kim Jong-un e optando por praticar sua fé pessoal.
Em alguns casos, a perseguição do regime pode ser tão extrema que leva as pessoas à prisão, tortura e até morte, segundo afirmou o estudo.
O Departamento de Estado dos EUA divulgou na última terça-feira o relatório anual sobre as liberdades religiosas globais, com a Coreia do Norte destacando-se por negar ao seu povo o "direito à liberdade de pensamento, consciência e religião".
"O governo continuou a lidar severamente com aqueles que se envolveram em quase todas as práticas religiosas através de execuções, tortura, espancamentos e prisões", afirma o relatório.
"Estima-se que entre 80 mil e 120 mil prisioneiros políticos, alguns presos por motivos religiosos, estejam sendo mantidos em áreas remotas, em condições horríveis", acrescenta.
Essas alegações foram apoiadas por um desertor norte-coreano que agora é membro da Coalizão mundial de Seoul para combater o genocídio na Coreia do Norte.
"A perseguição oficialmente sancionada de pessoas por razões religiosas ainda está lá e, eu diria, ainda mais forte do que antes", disse o desertor ao jornal 'The Telegraph'.
Mas mudanças sutis estão se tornando visíveis lentamente, disse o desertor, que pediu para manter seu nome sob sigilo, devido ao fato dele ser bem ativo no apoio a igrejas subterrâneas que operam no Norte.
"No passado, as pessoas eram convidadas a adorar à família Kim como deuses, mas muitos norte-coreanos não mais respeitam Kim Jong-un", disse ele. "Isso significa que eles estão procurando por algo mais para sustentar sua fé".
"Em alguns lugares, isso levou ao surgimento de religiões ligadas a xamãs, mas a igreja cristã também está crescendo e aprofundando suas raízes na Coreia do Norte", disse ele.
"Mesmo que as pessoas saibam que podem ser presas - ou até mesmo enfrentar o pior, como uma execução - elas ainda estão escolhendo adorar a Deus, e isso significa que mais rachaduras estão aparecendo no regime e no sistema comunista ditatorial da Coreia do Norte", acrescentou.

Ah! Quem me dera ser como fui nos meses passados. (Jó 29.2)

sábado, 12 de agosto de 2017
Ah! Quem me dera ser como fui nos meses passados. (Jó 29.2)



Alguns crentes olham o passado com prazer e veem o presente com insatisfação. Olham para os dias em que passaram em intimidade com o Senhor, como se fossem os mais doces e melhores que já conheceram, mas o presente está vestido num traje escuro de melancolia e monotonia. Antes, eles viviam mais perto do Senhor, agora, porém, sentem que se afastaram dele. Esses crentes dizem: “Ah! Quem me dera ser como fui nos meses passados!” Lamentam terem perdido sua segurança, não ter paz na mente, ou não encontrar gozo nos meios da graça. Lamentam que sua consciência não seja bastante sensível, ou que não possuam tanto zelo pela glória de Deus.
Muitas são as causas deste estado de lamentação. Pode ser fruto de negligência na oração, visto que negligenciar a oração em secreto é o começo de todo declínio espiritual. Ou pode ser resultado de idolatria. O coração tem se ocupado mais com outras coisas do que com Deus. As afeições têm sido colocadas nas coisas da terra, em vez de nas coisas do céu. Um Deus zeloso não se contentará com um coração dividido. Ele tem de ser amado em primeiro lugar e com o que é melhor em nós. Deus não permitirá que o fulgor de sua presença resplandeça sobre um coração frio e hesitante. A causa deste estado pode se encontrar em autoconfiança e justiça própria. O orgulho está sempre ocupado no coração, e o ego é exaltado, em vez de humilhar-se aos pés da cruz.
Crente, se agora você não é aquilo que era “nos meses passados” , não descanse satisfeito com o desejo de retornar à felicidade anterior; busque imediatamente o seu Senhor e conte-Lhe a sua triste condição. Peça-Lhe graça e força para ajudá-lo a andar mais perto dele. Humilhe-se diante do Senhor Jesus, pois Ele o exaltará, e volte a desfrutar da luz de sua face. Não se assente a queixar-se e a lamentar. Enquanto o Médico Amado viver, existirá esperança e certeza de recuperação para os piores casos.

A SÓS COM DEUS

sexta-feira, 11 de agosto de 2017


Aqueles que passam um tempo a sós com Deus em adoração e oração têm o privilégio de se deleitar com sua presença. Muitos só querem os presentes do Pai e não mais a sua presença. Há crianças que quando os pais chegam de viagem, correm para abrir logo as malas, pois sabem que vão encontrar presentes. Outras, embora gostem de receber presentes, se sentem felizes com a presença do pai. Muitos crentes estão agindo como meninos que esperam somente pelas dádivas do Pai, mas não se alegram com a presença dEle. Enquanto a presença de Deus não for um deleite para nós, haverá uma grande falha no nosso relacionamento com Ele.
terça-feira, 8 de agosto de 2017

O pecado no Éden, Satanás e a raça humana

sábado, 5 de agosto de 2017

O pecado no Éden, Satanás e a raça humana


“Duas árvores do jardim do Éden tinham importância especial. (1) A ‘árvore da vida’ provavelmente tinha por fim impedir a morte física. É relacionada com a vida perpétua, em 3.22. O povo de Deus terá acesso à árvore da vida no novo céu e na nova terra (Ap 2.7; 22.2). (2) A ‘árvore da ciência do bem e do mal’ tinha a finalidade de testar a fé de Adão e sua obediência à sua palavra. Deus criou o ser humano como ente moral capaz de optar livremente por amar e obedecer ao seu Criador, ou desobedecer-lhe e rebelar-se contra a sua vontade.

A raça humana está ligada a Deus mediante a fé na sua palavra como a verdade absoluta. Satanás, porque sabia disso, procurou destruir a fé que Eva tinha no que Deus dissera, causando dúvidas contra a palavra divina. Satanás insinuou que Deus não estava falando sério no que dissera ao casal. Noutras palavras, a primeira mentira proposta por Satanás foi uma forma de antinominianismo, negando o castigo da morte pelo pecado e apostasia. Um dos pecados capitais da humanidade é a falta de fé na Palavra de Deus. É admitir que, de certo modo, Deus não fala sério sobre o que Ele diz da salvação, da justiça, do pecado, do julgamento e da morte. A mentira mais persistente de Satanás é que o pecado proposital e a rebelião contra Deus, sem arrependimento, não causarão, em absoluto, a separação de Deus e a condenação eterna.

Satanás, desde o princípio da raça humana, tenta os seres humanos a crer que podem ser semelhantes a Deus, inclusive decidindo por contra própria o que é bom e o que é mau. Os seres humanos, na sua tentativa de serem ‘como Deus’, abandonam o Deus onipotente e daí surge os falsos deuses. O ser humano procura, hoje, obter conhecimento moral e discernimento ético partindo de sua própria mente e desejos, e não da Palavra de Deus. Porém, só Deus tem o direito de determinar aquilo que é bom ou mau” (Bíblia de Estudo Pentecostal. RJ: CPAD, 1995, pp.34-36).

A importância do próximo. 

sexta-feira, 28 de julho de 2017

A importância do próximo. 

O aperfeiçoamento do ritmo da vida passa, necessariamente, em reconhecer a relevância do próximo, feito à imagem e semelhança de Deus, com quem interagimos diariamente. O valor da vida não está na prosperidade individual, mas, sobretudo no amor ao próximo. Conta-se a história a respeito de uma tribo africana chamada Ubuntu, na qual um antropólogo propôs uma competição: a criança que chegasse primeiro a uma árvore ganharia todos os doces que estavam ali em um cesto. Quando foi dada a largada, as crianças deram as mãos e saíram correndo à árvore mencionada e lá repartiram o prêmio. O antropólogo perguntou porque elas fizeram aquilo, ao que responderam: “Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?”. Que exemplo! Aperfeiçoar o ritmo da vida depende, em grande medida, em ser obediente a Deus e, consequentemente, promover a felicidade das outras pessoas.

As suas preciosas e mui grandes promessas. (2 Pedro 1.4)

quinta-feira, 27 de julho de 2017
As suas preciosas e mui grandes promessas. (2 Pedro 1.4)


Se você conhece a preciosidade das promessas de Deus e em seu coração goza dessas promessas, separe tempo para me­ ditar nelas. Há promessas que são como uvas no lagar; se você esmagá-las com o pé, o suco escorrerá. Pensar sobre as sagradas palavras frequentemente constitui um prelúdio ao seu cumpri­ mento. Enquanto medita sobre elas, as bênçãos que procura gradualmente virão até você. Muitos crentes sedentos pelo cumprimento da promessa perceberam que a busca pela bênção se destilou amavelmente em sua alma, enquanto meditavam nela. Eles se regozijavam, enquanto eram levados a descansar nas promessas que se encontravam bem próximas ao coração deles. Mas, além de meditar nas promessas, receba as mesmas como a própria Palavra de Deus.
Diga à sua alma: “Se eu estivesse lidando com a promessa de um homem, consideraria atentamente as habilidades e o caráter do homem que havia feito uma aliança comigo. Isto também ocorre com as promessas de Deus. Meus olhos não devem permanecer tão fixos na grandeza da misericórdia -que pode me fazer cambalear -como na grandeza dAquele que prometeu – que me alegrará. Ó minha alma, é Deus –o teu Deus, o qual não pode mentir -que fala contigo. Esta promessa dEle que agora está considerando é tão verdadeira quanto a própria existência dEle. Ele é o Deus imutável. Ele não alterou aquilo que seus lábios proferiram, tampouco anulou qualquer das suas afirmações consoladoras. Não Lhe falta poder. É o Criador dos céus e da terra que faz esta promessa. Ele não erra em sabedoria quanto ao tempo em que concederá as bênçãos prometidas, porque sabe quando é melhor dá-las e quando é melhor retêlas. Portanto, visto que esta é a palavra de um Deus tão verdadeiro, tão imutável, tão poderoso, tão sábio, tenho de crer, e crerei, na promessa”. Se meditamos nas promessas e levamos em consideração Aquele que prometeu, experimentaremos a doçura delas e obteremos o seu cumprimento.