Versículo do dia:

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Deus abre o coração


Certa mulher, chamada Lídia, da cidade de Tiatira, vendedora de púrpura, temente a Deus, nos escutava; o Senhor lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia. (Atos 16.14)

Em todos os lugares onde Paulo pregou, alguns creram e outros não. Como devemos entender o porquê de alguns dos mortos em delitos e pecados (Efésios 2.1, 5) crerem e outros não?
O motivo pelo qual alguns não creram é que eles “rejeitaram” a palavra de Deus (Atos 13.46), porque a mensagem do evangelho lhes era “loucura” e não puderam entendê-la (1 Coríntios 2.14). A mente carnal “é inimizade contra Deus, pois não está sujeita à lei de Deus, nem mesmo pode estar” (Romanos 8.7).
Todo aquele que ouve e rejeita o evangelho “aborrece a luz e não se chega para a luz, a fim de não serem arguidas as suas obras” (João 3.20). Eles permanecem “obscurecidos de entendimento… por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração” (Efésios 4.18). Essa é uma ignorância culpada. A verdade está disponível. Mas eles, pela sua impiedade, “detêm a verdade pela injustiça” (Romanos 1.18).
Mas, por que alguns creem, já que todos estamos nessa condição de rebelde dureza de coração, mortos em nossos delitos? O livro de Atos dá a resposta em pelo menos três formas diferentes. Uma delas é que eles são destinados a crer. Quando Paulo pregou em Antioquia da Pisídia, os gentios se alegraram e “creram todos os que haviam sido destinados para a vida eterna” (Atos 13.48).
Outra maneira de responder por que alguns creem é que Deus concedeu arrependimento. Quando os santos de Jerusalém ouviram que os gentios estavam respondendo ao evangelho e não apenas os judeus, disseram: “também aos gentios foi por Deus concedido o arrependimento para vida” (Atos 11.18).
Porém, a resposta mais clara em Atos à pergunta do porquê uma pessoa crê no evangelho é que Deus abre o coração. Lídia é o melhor exemplo. Por que ela creu? Atos 16.14 diz: “o Senhor lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia”

Versículo do dia:

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

O momento do perigo incomum


Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus. (1 Pedro 4.14)

Atualmente, muitos cristãos no mundo desconhecem o perigo que ameaça a vida do crente em Cristo. Nós nos acostumamos a ser livres de tal perseguição. Isso parece ser como as coisas devem ocorrer.
Assim, nossa primeira reação ao perigo de que as coisas sejam de outra forma é muitas vezes a ira. Porém, essa ira pode ser um sinal de que perdemos nosso senso de sermos estrangeiros e forasteiros (“Amados, exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois…” – 1 Pedro 2.11).
Talvez tenhamos nos acomodado demais nesse mundo. Não sentimos saudades de Cristo como Paulo: “Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” (Filipenses 3.20).
Muitos de nós precisam da lembrança: “Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo” (1 Pedro 4.12).
Alguma vez você já se perguntou como agirá no momento da última tribulação? O homem armado mira em você e pergunta: “Você é um cristão?”. Aqui está uma palavra forte para lhe dar esperança de que pode agir melhor do que imagina.
“Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus” (1 Pedro 4.14). Esse encorajamento de Pedro diz que no momento do perigo incomum (seja insulto ou morte) haverá “o Espírito da glória e de Deus repousando sobre nós”. Não significa isso que Deus concede ajuda especial na hora da crise para aqueles que sofrem por serem cristãos?
Não intenciono dizer que Deus esteja ausente em nossos outros sofrimentos. Eu apenas quero dizer que Pedro saiu de seu curso para dizer àqueles que sofrem “pelo nome de Cristo” que experimentarão um especial “repouso” sobre eles do “Espírito da glória e de Deus”.

Versículo do dia:

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Deleite em sua plenitude


 Todos nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça. (João 1.16)

Pouco antes do culto no domingo passado, o pequeno grupo de santos que orava se esforçava lutando pela fé do nosso povo e pelas igrejas das cidades e pelas nações enquanto orava. Em um dado momento, um homem orou as palavras de João 1.14, 16:
E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai… Porque todos nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça.
Esse foi um daqueles momentos de epifania para mim. Deus concedeu naquele momento que a palavra “plenitude” — de sua plenitude — transmitisse uma abundância que foi extraordinária em seu efeito sobre mim. Eu senti alguma medida do que a palavra realmente indica — a plenitude de Cristo.
Eu senti um pouco da maravilha de que, sim, eu realmente tinha recebido graça sobre a graça dessa plenitude. E estava naquele momento recebendo graça sobre graça. Achei adequado que nada seria mais doce do que simplesmente sentar aos seus pés — ou ler minha Bíblia — durante toda a tarde e sentir a sua plenitude transbordar.
Por que essa plenitude teve tal impacto em mim — e por que ainda nesse momento me comove de modo incomum? Em parte, porque…
  • …Aquele de cuja plenitude sou cheio de graça é o Verbo que estava com Deus e era Deus (João 1.1-2), de modo que sua plenitude é a plenitude de Deus — uma plenitude divina, uma plenitude infinita;
  • …Esse Verbo se fez carne e assim foi um de nós e estava nos buscando com sua plenitude — é uma plenitude acessível;
  • …Quando esse Verbo apareceu em forma humana, sua glória foi vista — é uma plenitude gloriosa;
  • …Esse Verbo era o “Unigênito do Pai” (João 1.14), de modo que a plenitude divina estava sendo mediada para mim não apenas a partir de Deus, mas por meio de Deus — Deus não enviou um anjo, mas seu Filho unigênito para conceder a sua plenitude;
  • …A plenitude do Filho é uma plenitude de graça — eu não me afogarei nessa plenitude, mas serei abençoado em todos os sentidos por ela;
  • …Essa plenitude não é apenas uma plenitude de graça, mas também de verdade — eu não sou agraciado com a lisonja que ignora a verdade; essa graça está enraizada em inabalável realidade.

Versículo do dia:

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Nosso servo Jesus


 O próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos. (Marcos 10.45)
Jesus não somente era o servo do seu povo enquanto vivia na terra, mas também será nosso servo quando ele voltar. “Em verdade vos afirmo que ele há de cingir-se, dar-lhes lugar à mesa e, aproximando-se, os servirá” (Lucas 12.37).
Não apenas isso, ele é nosso servo agora. “De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Assim, afirmemos confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?” (Hebreus 13.5-6).
Deprecia o Cristo ressurreto dizer que ele foi, é e será para sempre o servo do seu povo? Poderia depreciar se “servo” significasse “aquele que cumpre ordens”, ou se pensássemos sermos senhores dele. Sim, isso o desonraria. Porém, não o desonra dizer que somos fracos e necessitados.
Não o desonra dizer que ele é o único que pode nos servir com aquilo que mais precisamos.
Não o desonra dizer que ele é uma fonte inesgotável de amor, e que quanto mais ele nos ajuda e quanto mais dependemos do seu serviço, mais maravilhosos os seus auxílios se evidenciam. Portanto, podemos dizer com confiança: “Jesus Cristo vive para servir!”.
Ele vive para salvar. Ele vive para dar. E ele se agrada por isso ser assim.
Ele não está sobrecarregado com as suas necessidades. Ele prospera em carregar o fardo. Ele ama trabalhar “para aquele que nele espera” (Isaías 64.4). Ele se agrada “dos… que esperam na sua misericórdia” (Salmo 147.11). Seus olhos “passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele” (2 Crônicas 16.9).
Jesus Cristo é exuberante em serviço onipotente por causa de todos os que confiam nele.

Versículo do dia:

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Quando você é imortal


 Quando amanheceu, os judeus se reuniram e, sob anátema, juraram que não haviam de comer, nem beber, enquanto não matassem Paulo. (Atos 23.12)

E sobre aqueles companheiros famintos que prometeram não comer até que matassem Paulo?
Lemos a respeito deles em Atos 23.12: “Quando amanheceu, os judeus se reuniram e, sob anátema, juraram que não haviam de comer, nem beber, enquanto não matassem Paulo”. Isso não funcionou. Por quê? Porque uma série de eventos improváveis ​​aconteceu.
  • Um rapaz ouviu a trama.
  • O menino era filho da irmã de Paulo.
  • O menino teve a coragem de ir até o centurião romano que guardava Paulo.
  • O centurião acreditou nele e o levou ao comandante.
  • O comandante creu nele e preparou “duzentos soldados, setenta de cavalaria e duzentos lanceiros” para guardarem Paulo.
Altamente improvável. Estranho. Mas, foi o que aconteceu.
O que os homens famintos que estavam em emboscada não sabiam? Eles não consideraram o que acontecera com Paulo pouco antes de fazerem a sua trama. O Senhor havia aparecido a Paulo na prisão e dito: “Coragem! Pois do modo por que deste testemunho a meu respeito em Jerusalém, assim importa que também o faças em Roma” (Atos 23.11).
Cristo disse que Paulo deveria ir para Roma. E assim aconteceu. Nenhuma emboscada pode resistir à promessa de Cristo. Até que chegasse a Roma, Paulo era imortal. Havia um testemunho final a ser dado. E Cristo cuidaria de que Paulo o desse.
Você também tem um testemunho final para dar. E você é imortal até que o dê.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Os doces desígnios de Deus


Versículo do dia: Quando, porém, ao que me separou antes de eu nascer e me chamou pela sua graça… (Gálatas 1.15)

Reflita sobre a conversão de Paulo, a soberania de Cristo e a relação dos pecados de Paulo com a sua salvação.
Paulo disse: Deus “me separou antes de eu nascer”. E então, no caminho de Damasco “me chamou pela sua graça” (Gálatas 1.15). Isso significa que, entre o nascimento de Paulo e seu chamado no caminho de Damasco, ele era um instrumento de Deus já escolhido, porém ainda não chamado (Atos 9.15; 22.14).
Isso indica que Paulo estava batendo, aprisionando e assassinando cristãos como um missionário escolhido por Deus, que em breve seria feito um cristão.
“Ora, aconteceu que, indo de caminho e já perto de Damasco, quase ao meio-dia, repentinamente, grande luz do céu brilhou ao redor de mim. Então, caí por terra, ouvindo uma voz que me dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues?” (Atos 22.6-7).
Não havia como negar ou fugir. Deus o havia escolhido para isso antes dele nascer. E agora Deus o tomaria para si. A palavra de Cristo foi soberana. Não houve negociação.
Levanta-te, entra em Damasco, pois ali te dirão acerca de tudo o que te é ordenado fazer (Atos 22.10).
Damasco não era a vontade final e livre de Paulo cedendo a Cristo após décadas de vão esforço divino para salvá-lo. Deus teve um tempo para escolhê-lo (antes dele nascer) e um tempo para chamá-lo (no caminho de Damasco). Paulo cedeu quando Deus chamou.
Logo, os pecados que Deus permitiu entre o nascimento de Paulo e seu chamado eram parte do plano, já que Deus poderia ter agido antes como o fez em Damasco.
Nós temos alguma ideia de qual deve ter sido o plano para esses pecados? Sim. Eles foram permitidos por você e por mim — por todos os que temem ter pecado a ponto de serem excluídos da graça. Aqui está a forma como Paulo relaciona os pecados dele a você:
“A mim, que, noutro tempo, era blasfemo, e perseguidor, e insolente. Mas obtive misericórdia… por esta mesma razão, me foi concedida misericórdia, para que, em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade, e servisse eu de modelo a quantos hão de crer nele para a vida eterna” (1 Timóteo 1.13, 16).
Oh, quão doces são os desígnios de Deus na soberana salvação dos pecadores endurecidos!

Versículo do dia:

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Quando a obediência parece impossível


Pela fé, Abraão, quando posto à prova, ofereceu Isaque. (Hebreus 11.17)

Exatamente agora, para muitos de vocês, a obediência é semelhante ao fim de um sonho; para outros isso ainda está por acontecer. Você sente que se fizer o que a Palavra de Deus ou o Espírito de Deus está lhe chamando para fazer, isso o tornará miserável, e que não há nenhuma forma pela qual Deus faça isso cooperar para o bem.
Talvez a ordem ou chamado de Deus que você ouve agora é ficar casado ou solteiro, permanecer nesse emprego ou deixá-lo, ser batizado, falar no trabalho sobre Cristo, recusar comprometer seus padrões de honestidade, confrontar uma pessoa em pecado, tentar uma nova vocação, ser um missionário. E como você vê em sua mente limitada, a perspectiva de fazer isso é terrível — é como a perda de Isaque.
Você considerou todos os ângulos humanos e é impossível que isso ocorra bem.
Agora, você sabe como foi para Abraão. Esta história está na Bíblia para você.
Você deseja a Deus, seu caminho e suas promessas mais do que qualquer coisa, e crê que ele pode honrar e honrará a sua fé e obediência, não se envergonhando de chamar-se de seu Deus e usando toda a sua sabedoria, poder e amor para transformar o caminho da obediência no caminho da vida e alegria?
Essa é a crise que você enfrenta agora: Você o deseja? Você confiará nele? A palavra de Deus para você é: Deus é digno e Deus é capaz.